Acre
“Concurso da PC ‘estourou’ prazos e prorrogação não é mais possível”, diz Ribeiro

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
O vice-líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Eduardo Ribeiro (PSD), participou nesta quarta-feira, 26, do programa Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, e abordou temas como o fim do cadastro de reserva do concurso da Polícia Civil de 2017 e a troca de comissões com o colega de partido, Pablo Bregense (PSD).
Eduardo Ribeiro explicou que o concurso da Polícia Civil de 2017 já esgotou todos os prazos de prorrogação e que, do ponto de vista jurídico, não há mais como estendê-lo. “O concurso de 2017 convocou em torno de 517 pessoas. Esse certame já estourou todos os prazos de prorrogação. A gente até tentou ver alguma possibilidade jurídica, mas, constitucionalmente, não é mais possível. Ele estourou e, eu acho, até ultrapassou os limites, até porque teve a questão da pandemia, que deu pra prorrogar. Então, não há mais a possibilidade jurídica de prorrogação”, afirmou.
O deputado reforçou que o governo está estudando a realização de um novo concurso com mais vagas para atender à demanda por efetivo na Polícia Civil. “O que o governo está estudando, e que foi passado, é um novo concurso com mais vagas, para dar oportunidade a outras pessoas de fazerem. Infelizmente, me parece que é a informação oficial de que não é mais possível a prorrogação, do ponto de vista jurídico”, destacou.
Ribeiro também destacou a necessidade de fortalecer a Polícia Civil, que enfrenta carência de profissionais. “Eu tô torcendo que saia o quanto antes, e eu acho que é uma necessidade. A gente precisa estar sempre fortalecendo a Polícia Civil, que tem necessidades de efetivo. E, óbvio, que se dependesse do parlamento, seria a convocação das pessoas. Eu preciso deixar bem claro: nós defendemos a convocação. O que ocorre é a LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal] e outras questões que são colocadas por ponto de gestão e fogem da nossa alçada. O que a gente quer é que venha um novo certame e que essas pessoas possam estar participando novamente”, pontuou.
Eduardo Ribeiro também comentou sobre a troca de comissões com o colega de partido, Pablo Bregense (PSD). Segundo ele, Bregense deve assumir a Comissão de Defesa da Criança e do Adolescente, enquanto Ribeiro deve migrar para a Comissão de Segurança Pública.
“O Pablo deve assumir a Comissão de Defesa da Criança e do Adolescente, e eu devo ir para a Comissão de Segurança. Foi um acordo partidário, e ele está querendo fazer um mandato voltado para essa área. A gente fez um trabalho bonito na Comissão da Criança e do Adolescente, mas a gente acaba colocando pra ele desenvolver o trabalho dele, que é para as crianças. Inclusive, o Pablo Bregense é chamado de Tio Pablo”, explicou Ribeiro.
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Acre
Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




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