Acre
Coluna Social Thay Tavares
De de repente 30
Neste ultimo sábado (18), em Xapuri, Thauana Náua pode comemorar em grande estilo os seus 30 anos, uma grande festa foi marcada para essa data tão especial, oportunidade em que seus amigos e família lhe prestigiaram e tornaram a sua noite inesquecível.
MODA
3 jeitos fáceis e estilosos de usar legging com tênis
Que tal juntar essas duas peças megaconfortáveis em um único look?
Aproveite esse momento fashionista pelo qual a legging está passando e monte looks superestilosos com a peça – e, de quebra, junte o conforto do sneaker à produção! Tá achando que essa tarefa é difícil? Não é não! Com a ajuda das especialistas no assunto Kendall Jenner,Gigi Hadid e Bella Hadid, separamos 3 jeitos fáceis e certeiros para colocar essa dupla em ação!
1- Com moletom
Como essa combinação pode ficar um pouco “academia”, escolha um modelo de moletom mais fashionista, como o cropped da Bella Hadid ou o com capuz escolhido pela Gigi. Reparou que elas escolheram sneakers de cano alto, com uma pegada mais street? Eles também ajudam a tirar o ar fitness do look. Outro truque que as irmãs adoram é investir em acessórios poderosos: óculos espelhados e bolsa bem arrumadinha. #partiu se vestir de Hadid!
2- Com jaqueta bomber
A jaqueta bomber por si só já garante um ar mais street ao look e dá para escolher duas maneiras de usá-la: com cropped, como fez a Kendall, ou combinando o top com a cor da legging e deixando a jaqueta brilhar sozinha, como fez a Gigi. As bolsas continuam fazendo a diferença na produção – as duas amigas escolheram modelos com alça de corrente para acrescentar um toque fashion ao look.
3- Com jaqueta de couro
Chegou a hora de aumentar o termômetro fashion e acrescentar uma jaqueta de couro às produções! Kendall escolheu um modelo perfecto, bem rocker, que tirou todo o ar esportivo do tênis de corrida. Já Gigi escolheu uma jaqueta com gola de pelinhos para usar com o sneaker branco – calçado que ela amaaaa usar!
SAÚDE
7 dicas para você manter a higiene da sua boca em dia
Cuidar da saúde da sua boca não é difícil, mas é preciso ter disciplina. Além de ficar de olho nos dentes, é preciso prestar atenção na limpeza da língua e da gengiva também. Por isso, o jornal O Alto Acre da sete dicas que vão deixar você longe das cáries e daquele temido bafinho.
- Na hora da escovação
Usando uma escova macia (que deve ser trocada a cada três meses), limpe os dentes com movimentos circulares leves. A quantidade de pasta ideal é a medida equivalente a uma ervilha. Não se esqueça das áreas próximas à gengiva, ok? Passe fio dental três vezes por dia, sobretudo antes de dormir, e finalize com enxaguante bucal.
- Aparelho = cuidado redobrado
Escove e passe fio dental após todas as refeições – todas mesmo! -, pois o acúmulo de sujeira é maior. Ou seja, a chance de você ter cárie e mau hálito também. Sem contar que, se o aparelho é fixo, o dente pode ficar manchado na hora da retirada. O seu é móvel? Lembre-se de limpá-lo!
- Enxaguante bucal com álcool faz mal para o dente?
Ele não afeta o esmalte, mas pode provocar irritações na mucosa bucal, além de uma ardência. Hoje, há várias versões sem álcool. Confira esta informação no rótulo. Use o produto uma vez por dia, de preferência antes de dormir. É nessa hora que a limpeza tem que ser power.
- Gengivas sensíveis
Fique atenta se sua gengiva sangra no momento em que você escova ou passa fio dental. Esse é um sinal de inflamação, assim como aquele aspecto vermelho e inchado. Ela surge justamente quando a higienização não é feita corretamente. Pegue firme na limpeza e, mesmo que sangre, não pule nenhuma etapa. Só assim você vai conseguir acabar com o problema.
- E as cáries?
Não é legal para o dente exagerar no doce ou “pular” a escovação. A boca tem bactérias que transformam os açúcares em ácidos que corroem o esmalte dentário. Daí a cárie, aquele pontinho preto que pode doer e até comprometer o dente. E não tem jeito: limpar ainda é a melhor prevenção mesmo.
- Tenho mau hálito. Nãããããão!
Mantenha a calma. Há vários tipos de mau hálito: o matinal, que desaparece conforme a gente come e escova os dentes, o bafo de algum alimento, que some com a escovação, e aquele que não vai embora nunca, provocado quase sempre pela má higienização da língua. Você está fazendo a limpeza dela corretamente? É importante ir até lááá no fundo. Se a escova der ânsia, tente usar um produto específico para a região. Caso não resolva, fale com seu dentista. Ele vai avaliar a situação e, quem sabe, indicar um médico. Vale lembrar que doenças respiratórias, como rinite e sinusite, e problemas intestinais e gástricos também podem causar um bafinho.
- Vá ao dentista
Mesmo que tudo pareça estar bem, visite o dentista todo ano. Você faz a limpeza completa e previne, além da cárie, a placa bacteriana e o tártaro (que deixa o dente com aspecto amarelado). Depois, tudo o que você precisa fazer é manter o cuidado.
Fácil, vai!
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Aniversáriantes da Semana
A equipe do jornal O Alto Acre parabeniza a todos nosso leitores
- Thauana 19/06/16
- Laís Brysa 19/06/16
- Nicolas Rigo 20/06/16
- Stephanie Stanger 20/06/16
- Karol Santigao 21/06/16
- Emerson Frazão 21/06/16
- Rosana Garcia 22/06/16
- Lenir 22/06/16
- Ana Delia 23/06/16
- Gessica Maffi 23/06/16
- Amanda Oliveira 23/06/16
- Charlene Salvatierra 25/06/16
- Herber Renan 25/06/16
- Sula Souza 25/06/16
- Blenda Bodemer 25/06/16
- Bruna Portela 25/06/16
- Carol Castro 25/06/16
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Acre
Motorista brasileiro morre após caminhão-tanque cair no em rio do Paraguai
Veículo foi encontrado capotado na foz do rio; corpo foi retirado da cabine com apoio de moradores da região
Um motorista brasileiro morreu após o caminhão-tanque que conduzia cair no rio Pilcomayo, no departamento de Boquerón, no Paraguai. O veículo foi localizado capotado na área da foz do rio, após alerta feito por colonos da região.
De acordo com a Polícia Nacional, a vítima foi identificada como Clair Assis dos Santos, de 55 anos, morador da cidade de Loma Plata. O caminhão, de cor vermelha, com acoplado tipo cisterna pertencente à empresa Petrobras, foi encontrado nas primeiras horas da manhã. Por volta do meio-dia, o corpo do motorista foi retirado da cabine com o apoio de vizinhos da área.
Durante a inspeção inicial, as autoridades constataram que o tanque do veículo estava vazio. O corpo foi encaminhado em viatura policial ao Hospital Materno Infantil de Villa Choferes del Chaco, onde passará por exame forense para determinar a causa exata da morte.
O acidente ocorreu a aproximadamente 300 quilômetros da cidade de Filadélfia, em uma região de difícil acesso e com sinal telefônico limitado, o que dificultou as operações de resgate. Máquinas seguem sendo utilizadas para retirar o caminhão do leito do rio.
As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do capotamento e da queda do veículo no rio. As informações foram confirmadas pelo oficial José González, da Direção Policial de Boquerón.
Com informações de Agro Yguazú Comunicaciones.
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Acre
Comunicar na Amazônia: os desafios e as estratégias do sistema público do Acre
Por Verônica Pimentel*
Comunicar na Amazônia é um desafio que vai muito além da produção de conteúdos. Trata-se de construir pontes entre o Estado e a população em um território marcado por distâncias geográficas, diversidade cultural, limitações de conectividade e realidades sociais distintas.
No Acre, essa missão exige planejamento, integração institucional e sensibilidade para compreender que a informação pública precisa chegar de forma clara, acessível e confiável a todos os cidadãos, independentemente de onde estejam.
Em um cenário nacional cada vez mais digitalizado, é comum associar a comunicação pública às redes sociais e às plataformas online. No entanto, na realidade amazônica, a comunicação se constrói de forma híbrida, combinando meios digitais, rádios públicas, portais institucionais e canais tradicionais, formando um sistema integrado de informação.
Essa diversidade de meios não é uma fragilidade, mas uma estratégia. Ela permite que o poder público alcance populações urbanas, rurais, ribeirinhas e comunidades mais distantes, respeitando as particularidades territoriais, culturais e sociais de cada região.
Nesse contexto, o Sistema Público de Comunicação do Acre foi estruturado para atuar de forma articulada, garantindo unidade institucional, padronização das informações e coerência nas mensagens transmitidas à sociedade. A integração entre redes sociais, rádios públicas e a Agência de Notícias permite ampliar o alcance, fortalecer a credibilidade e reduzir ruídos informacionais.
Antes desse processo de organização, a comunicação institucional era marcada por iniciativas isoladas, baixa padronização e pouca articulação entre os diferentes canais. Esse cenário dificultava o acesso da população às informações oficiais e enfraquecia a percepção de transparência e eficiência do Estado.
A atuação estratégica da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) permitiu a consolidação de diretrizes, fluxos de produção, identidade institucional e mecanismos de monitoramento, transformando a comunicação em uma política pública estruturada, contínua e orientada ao interesse coletivo.
Esse trabalho encontra respaldo nos princípios constitucionais que asseguram o direito fundamental de acesso à informação, a publicidade dos atos administrativos e a transparência na gestão pública, bem como na Lei de Acesso à Informação, que estabelece o dever permanente do Estado de informar a sociedade. Nesse sentido, a atuação da Secom ultrapassa a dimensão operacional e se consolida como instrumento de garantia de direitos coletivos.
Informar, nesse contexto, não é apenas divulgar ações governamentais. É criar condições para que a população compreenda políticas públicas, acompanhe investimentos, participe das decisões e exerça plenamente sua cidadania.
Atualmente, o funcionamento do Sistema Público de Comunicação envolve planejamento editorial, definição de prioridades, acompanhamento de dados, análise de alcance e avaliação permanente dos conteúdos produzidos. Cada informação passa por processos de checagem, adequação de linguagem e contextualização territorial antes de chegar ao público.
Esse cuidado é essencial em um ambiente marcado pela circulação intensa de desinformação. Em regiões onde o acesso à informação é mais limitado, notícias falsas, boatos e conteúdos distorcidos tendem a se espalhar com maior facilidade, impactando decisões individuais e coletivas.
Nesse cenário, o Sistema Público de Comunicação cumpre também uma função educativa, preventiva e mobilizadora. Ao oferecer informações oficiais, verificadas e acessíveis, contribui para a formação cidadã, para a mudança de comportamentos sociais e para o fortalecimento de campanhas de interesse público nas áreas de saúde, educação, segurança, meio ambiente e direitos humanos.
Outro aspecto relevante é a valorização, com investimentos contínuos, das rádios públicas, que atuam como instrumento de inclusão informacional. Em muitas localidades, elas continuam sendo o principal meio de acesso às notícias, aos serviços públicos e às orientações governamentais, cumprindo papel fundamental na integração territorial, especialmente por serem, em diversos casos, o único meio de comunicação em mais de 700 comunidades isoladas, além de atuarem nos 22 municípios do Estado.
Paralelamente, os ambientes digitais ampliam a capacidade de diálogo com a população, permitindo maior interação, transparência e agilidade na divulgação das ações governamentais. A combinação entre tradição e inovação é uma das marcas da comunicação pública no Acre.
Além da dimensão tecnológica, comunicar na Amazônia exige sensibilidade social. A diversidade cultural, os modos de vida, as formas de organização comunitária e as especificidades regionais precisam ser considerados na construção das narrativas institucionais. Não se trata apenas de informar, mas de dialogar com realidades distintas, respeitar identidades e promover inclusão.
Nesse processo, os dados e as métricas assumem papel estratégico. O monitoramento de alcance, engajamento e impacto permite ajustes permanentes nas estratégias, garantindo maior eficiência, maior aderência às demandas sociais e maior efetividade das políticas públicas.
A formação contínua das equipes, a valorização dos servidores e o investimento em inovação também são pilares fundamentais para a sustentabilidade do Sistema Público de Comunicação e para a consolidação de uma comunicação pública responsável.
Comunicar na Amazônia, portanto, é exercer um trabalho técnico, político, jurídico e social. É compreender que a informação pública é um direito fundamental e que sua qualidade impacta diretamente a democracia, a participação social e a confiança nas instituições.
Mais do que divulgar ações governamentais, o Sistema Público de Comunicação do Acre constrói pontes entre gestão e população. Fortalece vínculos sociais, consolida uma cultura de transparência, amplia o acesso aos direitos e contribui para a transformação de realidades por meio da informação.
Em um território desafiador e diverso, comunicar com responsabilidade, sensibilidade e estratégia é uma forma concreta de promover cidadania, inclusão e desenvolvimento. Na Amazônia, informar é também cuidar, educar, mobilizar e fortalecer a democracia.
Ao final, permanece uma convicção: na Amazônia, comunicar é, acima de tudo, cuidar das pessoas por meio da informação. É fortalecer direitos, promover cidadania e consolidar a democracia.
*Verônica Pimentel é chefe do Departamento de Marketing e Inovação da Secretaria de Estado de Comunicação do governo do Acre (Secom); publicitária; especialista em Marketing Digital e Comportamento do Consumidor; mestranda em Comunicação Digital, com ênfase em Marketing Político.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Acre
Em 16 anos, carne e grãos desafiam hegemonia do extrativismo e redesenham a economia acreana
Por Marky Brito e Joquebede Oliveira*
A economia acreana passou por uma transformação profunda nos últimos 16 anos, deixando para trás a histórica dependência do extrativismo e abrindo espaço para uma agropecuária cada vez mais competitiva. É o que revela o recém-lançado relatório da Seplan, Panorama do Comércio Exterior do Acre: Evolução e Tendências (2010–2025), que detalha como carne e grãos passaram a redesenhar a estrutura produtiva e o perfil exportador do estado.
Carne bovina, carne suína e soja passaram a liderar a pauta exportadora, impulsionando um ciclo de crescimento que reposiciona o Acre no cenário do comércio internacional. Nesse período, o estado acumulou US$ 490 milhões em superávit e registrou crescimento médio anual de 11% nas exportações — quase três vezes a média brasileira.
O ponto de partida, no entanto, foi desafiador. Entre 2010 e 2014, ainda sob os efeitos da crise financeira global, o Acre enfrentou retração média de 23,2% ao ano nas exportações. A pauta era altamente concentrada: madeira e castanha respondiam por 85% das vendas externas, e o Reino Unido absorvia quase metade de tudo o que o estado exportava. A queda abrupta das exportações madeireiras expôs a fragilidade desse modelo e abriu caminho para uma reestruturação que ganharia força nos anos seguintes.
A partir de 2015, o estado iniciou um processo de diversificação, com a entrada gradual das proteínas animais. Mas a virada decisiva ocorreu entre 2020 e 2022, quando a soja registrou crescimento médio anual de 242%, saltando de US$ 1,2 milhão para US$ 14,3 milhões. Esse avanço marcou a transição definitiva de uma economia baseada em produtos florestais para uma matriz agropecuária mais robusta e integrada às cadeias globais.
O triênio mais recente consolidou essa mudança. Entre 2023 e 2025, as exportações cresceram 46,9% ao ano, alcançando o recorde histórico de US$ 98,9 milhões em 2025. A carne bovina assumiu a liderança da pauta, seguida pela soja e pela carne suína. O desempenho do último trimestre reforça essa tendência: outubro registrou US$ 8,86 milhões em vendas; novembro, mesmo com retração sazonal, já superava todo o acumulado de 2024; e dezembro encerrou o ano com alta de 20,9%, impulsionado pela castanha e pela carne bovina.
Outro aspecto marcante é a interiorização da atividade exportadora. Em 2010, Rio Branco concentrava 61% das vendas externas. Em 2025, o mapa mudou: Brasileia assumiu a liderança, com US$ 26,66 milhões, impulsionada pela carne suína e pela castanha; Senador Guiomard tornou-se o principal polo da carne bovina; e Rio Branco passou a ocupar a terceira posição, com uma pauta mais diversificada. O movimento indica que o desenvolvimento econômico deixou de se concentrar na capital e avançou para áreas de fronteira e municípios estratégicos.
A geografia comercial também se redesenhou. O Acre deixou de mirar prioritariamente a Europa e passou a se conectar com mercados mais próximos e dinâmicos. O Peru tornou-se o principal destino anual das exportações, com 27,2% do total, funcionando tanto como comprador quanto como corredor logístico para outros mercados. Emirados Árabes Unidos e Turquia consolidaram-se como compradores da carne bovina acreana, ampliando a presença do estado no Oriente Médio.
No campo logístico os avanços são significativos. A participação da via rodoviária nas exportações saltou de 2,2% em 2010 para 27,6% em 2025, impulsionada pela atuação da unidade da Receita Federal de Assis Brasil e pela consolidação do corredor para o Pacífico. Embora a via marítima ainda responda pela maior parte do escoamento, o futuro acesso ao porto de Chancay, no Peru, abre uma oportunidade histórica para o Acre se conectar diretamente ao mercado asiático e à costa oeste dos Estados Unidos.
Apesar dos avanços, persistem gargalos que limitam o potencial de expansão. A BR-364 e a BR-317 seguem como pontos críticos, com trechos vulneráveis e manutenção insuficiente. A modernização aduaneira nas fronteiras com Peru e Bolívia é urgente, assim como obras estruturantes, como o Anel Viário de Brasileia. A ferrovia planejada para conectar o Brasil ao Pacífico via Acre surge como solução estratégica para superar as fragilidades das rodovias federais e reduzir custos logísticos.
A trajetória da balança comercial entre 2010 e 2025 mostra um estado que começa a transformar sua localização estratégica em vantagem competitiva. O Acre deixa de ser periferia econômica e passa a se posicionar como corredor logístico e comercial da Amazônia, peça-chave da Rota de Integração Quadrante Rondon.
Neste cenário, o superávit recorde de US$ 93,72 milhões em 2025 aponta para a possibilidade de um ciclo duradouro de desenvolvimento, desde que os investimentos em infraestrutura e facilitação comercial avancem. O desafio para 2026 será consolidar essa virada, garantindo que o “Feito no Acre” chegue cada vez mais longe, com mais competitividade e maior valor agregado, possibilitando maior distribuição de renda entre os acreanos.
Acesse aqui o relatório Panorama do Comércio Exterior do Acre: Evolução e Tendências: 2010-2025.
*Marky Brito é engenheiro florestal (UFRA), com MBA em Gestão de Projetos (FGV), e é diretor de Desenvolvimento Regional (DIRDR/Seplan)
Joquebede Oliveira, é economista (Ufac) e chefe da Divisão de Estatísticas e Monitoramentos de Indicadores (Dimei/Seplan).
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE







































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