Acre
Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres elege desembargadora Eva Evangelista para integrar Comissão Executiva

Durante o IV encontro do Colégio de Ouvidorias, realizado na Bahia, no início de dezembro, a nova Comissão Executiva foi aclamada para atuar pelos próximos dois anos
A desembargadora aposentada Eva Evangelista foi aclamada para integrar a nova Comissão Executiva do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum) pelos próximos dois anos, biênio 2025/2026. A magistrada acreana foi eleita como membra honorária do órgão.
Apesar de ter se aposentado das atividades jurisdicionais em no dia 11 de setembro de 2024, Eva Evangelista continua auxiliando no desenvolvimento dos projetos sociais da Justiça do Acre e também na luta pela proteção das mulheres contra violência doméstica e de gênero.
A eleição aconteceu no início de dezembro, entre os dias 2 e 5 de dezembro, em Salvador na Bahia aconteceu o IV Encontro do Cojum. O evento é realizado para fortalecer as Ouvidorias especializadas em direitos das mulheres.
Além da desembargadora do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), também compõem a gestão do Colégio de Ouvidorias outras 11 magistradas que atuam com a questão e se destacaram na área, tanto que a presidente do Cojum é a desembargadora Tânia Reckziegel, do Tribunal do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul).

Veja abaixo as outras integrantes da Comissão:
- Vice-presidência – desembargadora Jane Vidal (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul)
- Vice-presidência – desembargadora Káthia Maria Bontempo (Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região/ Goiás).
- Vice-presidência – desembargadora Maria Emília Moura (Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul)
- Vice-presidência – juíza Maria Domitila (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo)
- 1ª secretária Administrativa e tesoureira – desembargadora Maria Cristina Caixeta (Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região /Minas Gerais)
- 2ª secretária – relações institucionais e assuntos legislativos – juíza Reijjane Ferreira (Tribunal de Justiça do Pará)
- 3ª secretária – comunicação – juíza Elayne da Silva Cantuária – (Tribunal de Justiça do Amapá)
- Coordenação de Grupos de Trabalho – juíza Samara Cabral (Tribunal Regional Eleitoral do Ceará)
- Coordenação de Participação Feminina – desembargadora Ormy da Conceição (Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região / Amazonas e Roraima)
- Apoio inter-institucional do Cojum – desembargadora Maria das Graças Cabral – (Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região / Rio de Janeiro)
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Acre
2026 começa com mudanças tributárias e nova tabela do Imposto de Renda; confira datas, valores e alíquotas
Nessa etapa inicial da Reforma Tributária, foi instituída uma alíquota simbólica total de 1% sobre a circulação de bens e serviços
O ano de 2026 começou com importantes novidades na área tributária, envolvendo tanto a implementação da Reforma Tributária quanto alterações na tabela do Imposto de Renda. Entre os principais pontos está a isenção integral do imposto para contribuintes que recebem até R$ 5 mil por mês.
Fase inicial da Reforma Tributária
No que diz respeito à reforma do sistema tributário brasileiro, entrou em vigor, já em janeiro, uma fase de testes para adaptação dos contribuintes às novas regras. Nessa etapa inicial, foi instituída uma alíquota simbólica total de 1% sobre a circulação de bens e serviços, distribuída da seguinte forma:
- 0,9% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS);
- 0,1% para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
De acordo com o que prevê a legislação, essa mudança não representa aumento da carga tributária. Os valores recolhidos a título de CBS e IBS poderão ser compensados integralmente com os montantes pagos mensalmente pelas empresas referentes ao PIS e à Cofins.
Na prática, ocorre o pagamento de um novo tributo, mas esse valor é abatido das guias dos impostos antigos, mantendo o desembolso total inalterado. O objetivo dessa fase é testar o funcionamento do recolhimento simultâneo entre União, estados e municípios. Ainda em 2026, também será necessário adaptar os softwares de gestão e os sistemas de emissão de documentos fiscais.
CFEM: 94% dos municípios brasileiros receberam recursos da CFEM em 2025
Portaria especifica regras para execução de emendas parlamentares por parte dos municípios
A partir de julho de 2026, pessoas físicas consideradas contribuintes habituais do IBS e da CBS deverão se inscrever no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). É importante ressaltar que essa medida não transforma a pessoa física em empresa, tendo como finalidade apenas facilitar a apuração e o controle fiscal.
O advogado especialista em direito tributário, Matheus Almeida, explica que as regras definitivas da reforma tributária ainda não estão sendo aplicadas efetivamente. Segundo ele, o que está sendo implementado nessa fase de transição são as regulamentações complementares, os ajustes nos sistemas das empresas, entre outros pontos específicos.
Na avaliação de Almeida, apesar de nesse primeiro momento não haver indícios de aumento da carga tributária para o contribuinte, é importante ficar atento às próximas fases, quando são serão debatidas novas regulamentações, por exemplo.
“Então, não é uma mudança brusca e imediata para o contribuinte. O discurso oficial do governo é de neutralidade, de não ter um aumento efetivo da carga tributária. Mas, essa preocupação existe sim em todos os contribuintes, porque ainda tem algumas coisas no escuro, que vão depender de regulamentação, de consolidação das receitas dos estados, dos municípios”, afirma.
“É importante que os contribuintes, que os empresários, nesse momento de transição, acompanhem de perto, revisem contrato, estrutura societária, regime tributário, porque esse novo modelo muda a lógica do crédito, do débito, dos impostos, da compensação desses tributos. É necessário fazer um planejamento tributário, especialmente para saber sobre a tomada de crédito, para que a empresa tenha não só uma vantagem competitiva, mas, acima de tudo, para que ela sobreviva a essa transição”, recomenda Almeida.
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Acre
Internet chega a quase metade das escolas públicas do Acre
Governo do Brasil prevê contemplar mais de mil escolas no estado ainda em 2026
Mais de seiscentas escolas públicas de educação básica do estado do Acre já têm conectividade disponível para professores, alunos e corpo administrativo.
A ação integra o programa Escolas Conectadas, desenvolvido pelos ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC), e chegou a 68% das escolas brasileiras em 2025. Para 2026, a previsão é universalizar o acesso tanto no estado do Acre, chegando a mais 828 escolas; quanto no país, com internet em todas as 138 mil unidades de educação básica.
A iniciativa visa garantir infraestrutura de conectividade nas unidades de ensino, criando condições para o uso pedagógico das tecnologias digitais, a formação de professores e o acesso dos estudantes a conteúdos educacionais e plataformas de aprendizagem.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, diz que levar internet para dentro das escolas é um projeto prioritário para o Governo do Brasil.
“Entendemos que a inclusão digital é essencial. A meta é concluir a conexão de todas essas escolas em 2026. Vamos atender escolas urbanas e rurais. Onde houver fibra, a prioridade será a fibra óptica. Onde não houver, teremos soluções via satélite”, afirmou.
Para além de resultados operacionais, de acordo com Siqueira Filho, a base do programa está no desenvolvimento humano. “Essa é uma agenda que não é só tecnológica, mas que é fundamentalmente social, porque tem impacto direto na vida de cada pessoa. Internet é hoje uma condição de infraestrutura básica de desenvolvimento do país, para acesso à educação, à saúde, ao trabalho e para o pleno exercício da cidadania”, disse o ministro.
Escolas Conectadas
Somente em 2025, 22,8 mil escolas passaram a ter acesso à internet via políticas públicas coordenadas pelo MCom, como o Fust e o Eace, consolidando o avanço da inclusão digital na educação básica.
O investimento total previsto para o programa é de cerca de R$9 bilhões, sendo R$6,5 bilhões provenientes do Novo PAC. Desde o lançamento, em setembro de 2023, mais de R$3 bilhões já foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do país.














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