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Cheia em Rondônia pode impactar tráfego na BR-364 e Dnit monitora rodovia no Acre

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Superintendência diz que ainda não há pontos de alagamentos na estrada do lado acreano e mantém contato com equipes de Rondônia para ser comunicada sobre avanço das águas dos rios.

Com previsão de chuvas intensas no Acre, a superintendência de Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no estado (Dnit) monitora a BR-364 para tentar localizar qualquer ponto de alagamento ao longo da via. A atenção é também por conta das enchentes que afetam a cidade de Cacoal, em Rondônia. Segundo, o órgão pode ocorrer fechamento da BR por conta das chuvas.

As enchentes afetaram ao menos 20 bairros da zona urbana de Cacoal, além de sete linhas rurais. Pontes e bueiros foram danificados ou destruídos e as localidades mais afetadas acabaram isoladas.

A Defesa Civil do município informou no sábado (19) que aproximadamente 400 famílias foram retiradas de suas casas, sendo que 300 estão desabrigadas e 100 desalojadas. Ao todo, cerca de 1,4 mil famílias foram afetadas pelas enchentes.

A cidade de Cacoal é cercada por ao menos cinco rios: Pirarara, Salgadinho, Tamarupá, Riozinho e Machado. Por causa das intensas chuvas na região, os rios transbordaram.

Com esse cenário, o superintendente do Dnit no Acre, Antônio Carlos Moraes, explicou que, por enquanto, não há registro de alagamento na estrada do lado acreano.

“O que não quer dizer que não possa acontecer porque ontem [sábado,19] choveu muito e ainda tem previsão de bastante chuva no estado. Tem vários avisos meterológico do Inmet que já fomos comunicados, porque pode ser que pode ocorrer”, pontuou.

Cidade de Cacoal é atingida pela enchente de pelos menos cinco rios — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Cidade de Cacoal é atingida pela enchente de pelos menos cinco rios — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Moraes destacou que a maior preocupação é com as chuvas concentradas. “Se for distribuída ao longo do tempo não acontece [alagamento]. O problema é se for concentrada, porque o sistema de drenagem não consegue comportar”, frisou.

O superintendente negou também que o Acre esteja isolado do restante do país por conta da enchente no estado vizinho.

“Quando há um isolamento a gente é comunicado porque somos afetados. Por ora, não tivemos essa comunicação formal, porque a água atingiu sim a pista em alguns pontos na região de Pimenta Bueno e Cacoal, mas não a ponto de interromper o tráfego e isolar a gente. Claro, que se a chuva se intensificar por lá, teremos sim um isolamento, mas, por ora, não temos essa informação”, concluiu.

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Polícia Civil inicia primeira fase da Operação Mobile 2026 com intimação de mais de 400 pessoas no Acre

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI), dará início à primeira fase da “Operação Mobile 2026”, que consiste na intimação de mais de 400 pessoas que estão em posse de aparelhos celulares com registro de roubo ou furto.

Nesta etapa inicial, o foco da operação é identificar os usuários desses aparelhos e formalizar as intimações para que, em seguida, os celulares possam ser recolhidos e posteriormente restituídos às verdadeiras vítimas.

As intimações estão sendo realizadas por meio de mensagens via WhatsApp, utilizando dois contatos oficiais da Polícia Civil: (68) 99918-0000 e (68) 99938-2060. A PCAC reforça que apenas esses números estão sendo utilizados para o envio das mensagens e orienta que a população fique atenta a esses contatos.

O delegado e diretor do DPCI, Roberth Alencar, alerta que quem receber a mensagem pode ficar tranquilo. “Se a pessoa foi intimada por esses contatos, não é trote. É importante comparecer à Polícia Civil para que possamos dar andamento ao procedimento e devolver o aparelho ao verdadeiro dono”, destacou.

A Operação Mobile é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), coordenada pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), e integra o conjunto de ações do grupo de trabalho responsável pela criação do Protocolo Nacional de Recuperação de Celulares.

A Polícia Civil reforça que as pessoas que receberem mensagens exclusivamente dos números (68) 99918-0000 e (68) 99938-2060 devem atender à intimação e comparecer conforme as orientações recebidas.

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Genro e sogro são presos após ataque com terçado no bairro Cruzeirão, em Cruzeiro do Sul

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Discussão em residência terminou em agressões; idoso ficou ferido e precisou de atendimento médico

Foto ilustrativa/internet

A Polícia Militar prendeu em flagrante, na noite deste domingo (8), em Cruzeiro do Sul, Altevir, de 41 anos, e José Maria, de 66 anos, genro e sogro, suspeitos de envolvimento em uma ocorrência de lesão corporal com uso de terçado, no bairro Cruzeirão.

Segundo relato de Altevir à polícia, ele estava em sua residência ingerindo bebida alcoólica e ouvindo som quando o padrasto de sua esposa, José Maria, chegou ao local com a intenção de beber junto. O genro afirmou que recusou a presença do idoso na casa, alegando que, anos atrás, já havia sido ferido por ele com uma facada, fato que quase lhe causou a morte.

Diante da negativa, José Maria teria se exaltado, pegado um terçado e chamado Altevir para a via pública. Ainda conforme o relato, o idoso teria ameaçado o genro dizendo: “Agora eu vou te matar”, avançando em sua direção e atingindo seu ombro com o golpe.

Após conseguir se esquivar de novos ataques, Altevir reagiu e desferiu chutes na região da cabeça do sogro, que caiu desacordado. No momento da chegada da guarnição, José Maria estava dentro de uma residência, visivelmente embriagado, apresentando sangramento intenso pelo nariz, fala arrastada e dificuldade de comunicação.

A Polícia Militar deu voz de prisão aos dois envolvidos. O idoso precisou ser encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico. O caso foi encaminhado às autoridades competentes para as providências legais.

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Polícia Civil identifica autor de homicídio no bairro Belo Jardim e confirma ligação com outros crimes

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Suspeito conhecido como “De Menor” foi preso preventivamente; arma apreendida foi usada no assassinato de Genilson Bonfim Mendonça Júnior

Elenildo de Oliveira Dantas, o “De menor, de altíssima periculosidade.

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), concluiu que Elenildo de Oliveira Dantas, conhecido como “De Menor”, de 19 anos, foi o autor do homicídio que vitimou Genilson Bonfim Mendonça Júnior, de 23 anos, no bairro Belo Jardim, em Rio Branco. O suspeito foi preso na semana passada no bairro Papouco, em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

O crime ocorreu em uma área considerada de alto risco da capital acreana, marcada por disputas territoriais ligadas ao tráfico de drogas. Sete dias após o homicídio, Elenildo voltou a agir na mesma região, praticando um assalto. Durante a fuga, houve perseguição policial e troca de tiros com a Polícia Militar. O suspeito foi atingido no ombro por um disparo de fuzil. Um adolescente de 16 anos, que o acompanhava na motocicleta, também foi baleado e morreu após cair do veículo e sofrer traumatismo craniano.

Genilson Bonfim Mendonça Júnior foi a última vítima atribuída ao suspeito. O homicídio aconteceu no início da noite de 10 de agosto do ano passado. Segundo as investigações, Genilson, que trabalhava como pintor, saiu de casa para comprar cigarros em um estabelecimento localizado na Rua 15 de Novembro, no bairro Belo Jardim. Enquanto aguardava atendimento, sentado sobre a bicicleta, um carro preto se aproximou e um dos ocupantes efetuou os disparos.

A vítima foi atingida nas costas e no lado esquerdo do peito. Mesmo ferida, ainda tentou fugir em direção a um beco próximo, mas caiu e morreu no local.

Genilson Bonfim Júnior sua última vítima.

De acordo com a DHPP, testemunhas já apontavam Elenildo como autor do crime. A confirmação veio após exame de balística, que constatou que o revólver calibre 38 apreendido com o suspeito, durante a ocorrência posterior, foi o mesmo utilizado no homicídio.

“De Menor” permanece custodiado no Complexo Penitenciário de Rio Branco, à disposição da Justiça. Ele deverá passar por audiência de instrução e julgamento na Vara do Tribunal do Júri, que decidirá sobre a pronúncia para julgamento popular. Por se tratar de réu preso e considerado de alta periculosidade, a expectativa é de que o julgamento ocorra ainda neste semestre.

Com Informações de AC24horas

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