Acre
Carretas levam exames e diagnóstico de câncer a mulheres atendidas pelo SUS em Rio Branco
Com foco na prevenção e no diagnóstico do câncer de mama e do colo do útero, a carreta que chega ao município integra o total de 28 unidades móveis. Atendimento começou nesta sexta-feira (10)

Estruturadas com equipamentos, insumos e equipes multiprofissionais, as carretas ofertarão, neste mês, consultas, exames e biópsias. Walterson Rosa/MS
O Governo do Brasil deu início, nesta sexta-feira (10), no município de Rio Branco (AC), a atendimentos especializados em uma das uma das carretas da saúde da mulher do Agora Tem Especialistas. A iniciativa do Ministério da Saúde é realizada neste Outubro Rosa com foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero. Ao longo deste mês, cerca de 1,5 mil pacientes da rede pública do município, previamente agendadas, serão atendidas. A previsão é que sejam realizados cerca de 4,6 mil procedimentos, entre consultas, exames e biópsias.
“O Agora Tem Especialistas é mais que um programa. Ele representa a maior mobilização em defesa da saúde pública desde a pandemia. Hoje, iniciamos uma nova etapa com o lançamento das carretas que vão levar cuidado especializado até os lugares mais remotos do país, começando com foco na saúde das mulheres, que são prioridade da nossa gestão”, afirmou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, que está como ministro em exercício.
Estruturada com equipamentos, insumos e equipes multiprofissionais, a carreta que chega a Rio Branco integra o total de 28 unidades móveis de saúde especializada, que, neste mês, ofertarão consultas, exames e biópsias para mais de 42,5 mil mulheres em regiões com vazios assistenciais em 21 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Neste Outubro Rosa, serão realizados cerca de 130 mil procedimentos.
O Agora Tem Especialistas representa a maior mobilização em defesa da saúde pública desde a pandemia. As carretas vão levar cuidado especializado até os lugares mais remotos do país, começando com foco na saúde das mulheres, que são prioridade da nossa gestão”
Adriano Massuda
Secretário-executivo do Ministério da Saúde e ministro em exercício
TODAS AS REGIÕES — No Brasil, os primeiros atendimentos começaram nesta sexta-feira (10) em 15 unidades móveis que estão em locais de difícil acesso, com pouca oferta de serviços especializados de saúde, além de cidades-polo.
Elas estão distribuídas em municípios de 13 estados: Humaitá (AM), Rio Branco (AC), Macapá (AP), Paulo Afonso (BA), Imperatriz (MA), Juiz de Fora (MG), Diamantina (MG), Campo Grande (MS), Lagarto (SE), Registro (SP), Palmas (TO), Senhor do Bonfim (BA), Japeri (RJ) Garanhuns (PE) e Goiânia (GO).
CALENDÁRIO – Em 17 de outubro, mais 12 carretas de saúde da Mulher chegarão a outros municípios, reforçando a ação do Outubro Rosa nestes oito estados: Ceará, Pará, Piauí, Paraná, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Sul e Rondônia, além do Distrito Federal.
E no dia 24, mais uma carreta estará em funcionamento no Rio de Janeiro, na comunidade do Morro do Alemão.
REDUÇÃO DA DESIGUALDADE REGIONAL – Realizada pelo Ministério da Saúde e pela Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AGSUS), a iniciativa do programa Agora Tem Especialistas visa reduzir as desigualdades regionais em relação à assistência especializada. O investimento para a ação no Outubro Rosa é de R$ 18,9 milhões.
ATENDIMENTO HUMANIZADO – Com o atendimento móvel dentro das carretas, o Ministério da Saúde leva serviços de saúde até onde a população está. Formadas por médicos, enfermeiros, técnicos, recepcionistas e agentes do cuidado, as equipes cuidam da saúde da população em locais remotos (a exemplo de Humaitá/AM, que fica no coração da Amazônia); em cidades do Agreste (como Lagarto/SE); em municípios onde a estrutura de saúde é escassa (como Japeri (RJ), que responde pelo menor Índice de Desenvolvimento Humano do estado do Rio de Janeiro); e cidades-polo, que recebem moradores de outros municípios da região (como o Rio Branco/AC Paulo Afonso/BA e Juiz de Fora/MG)
CÂNCER DE MAMA – Para prevenção e diagnóstico de câncer de mama, as carretas oferecem mamografia e ultrassonografia mamária bilateral; punção de mama por agulha grossa; biópsia/exérese de nódulo de mama; e exame anatomopatológico de mama. Já os procedimentos para rastreamento de câncer de colo do útero, estão disponíveis colposcopia; biópsias e exames anatomopatológicos; procedimentos terapêuticos; entre outros. E para a saúde ginecológica de modo geral, as mulheres têm à disposição ultrassonografia transvaginal e pélvica.
CONSULTÓRIO GENEALÓGICO – O consultório ginecológico das carretas do Agora Tem Especialistas também conta com ambiente climatizado destinado à realização de atendimentos clínicos e procedimentos de diagnósticos; sala de espera externa em tenda climatizada, com capacidade para, no mínimo, 60 pessoas sentadas simultaneamente, TV de 42 polegadas, além de bebedouro com fornecimento de água potável. As carretas têm, ainda, sala de pequenos procedimentos ambulatoriais, central de material esterilizado e sala de acolhimento e pré-exame.
150 CARRETAS – O programa prevê o total de 150 carretas circulando por todo o país até 2026. Essa iniciativa integra os dez eixos do Agora Tem Especialistas, que tem como estratégia central a mobilização de toda a estrutura de saúde do Brasil, a pública e a privada.
OUTRAS INICIATIVAS – Além das carretas, estão em andamento outras iniciativas que buscam aumentar a capacidade de o SUS atender a população. Entre elas, destacam-se o reforço de 320 novos médicos especialistas que já estão atendendo a rede pública em 156 municípios (mais profissionais devem atender pelo programa por meio de edital que está aberto); a realização de mutirões com mais de 65,5 mil consultas, exames e cirurgias realizados neste ano (novos mutirões estão previstos); o lançamento do Super Centro para Diagnóstico de Câncer e a aquisição de novos aceleradores lineares, equipamentos usados para tratar a doença (no total, 121 devem ser entregues até o final do próximo ano); a adesão de hospitais privados e filantrópicos para ampliar o atendimento na rede pública; entre outras ações.
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Acre
Colisão entre caminhão e motocicleta deixa mulher fraturada e adolescente ferido em Rio Branco
Acidente ocorreu no bairro Dom Giocondo; vítima foi levada ao pronto-socorro e está estável
Um acidente de trânsito envolvendo um caminhão e uma motocicleta deixou Jairiane Lima de Oliveira, de 32 anos, ferida, e o filho dela, de 14 anos, com escoriações, na tarde desta sexta-feira (20), no cruzamento das ruas Minas Gerais e Pernambuco, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco.
Segundo testemunhas, mãe e filho trafegavam em uma motocicleta Honda CG 160 Titan branca, no sentido centro–bairro, quando um caminhão Ford Cargo branco, que seguia pela rua Pernambuco, acessou a rua Minas Gerais. No momento da conversão, a motocicleta colidiu na lateral e na parte frontal do caminhão, ficando parcialmente sob o veículo.
O motorista do caminhão permaneceu no local e relatou que teria recebido passagem de um carro para entrar na via. De acordo com a versão apresentada, a motociclista, que vinha logo atrás desse automóvel, tentou realizar uma ultrapassagem no instante em que o caminhão fazia a manobra.
Com o impacto, Jairiane sofreu fratura fechada na perna direita, corte na boca e diversas escoriações pelo corpo. O adolescente teve apenas ferimentos leves.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) enviou uma ambulância de suporte avançado. Após ser estabilizada no local, a mulher foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável. O filho não precisou de atendimento médico e acompanhou a mãe até a unidade.
Policiais militares do Batalhão de Trânsito isolaram a área para a perícia, registraram o Boletim de Acidente de Trânsito (BAT) e, após os procedimentos, os veículos foram removidos.
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Acre
Acre registra uma das menores taxas de desemprego da série histórica e governador avalia ambiente favorável no estado
O mercado de trabalho do Acre encerrou o quarto trimestre com um dos melhores resultados da última década, atingindo uma taxa de desocupação de 6,4%, figurando em uma das menores já registradas desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) Trimestral, em 2012. O desempenho reforça o avanço da ocupação no estado e evidencia a força da economia local na geração de oportunidades.

O resultado, divulgado nesta sexta-feira, 20, é um dos menores já registrados desde o início da série histórica, em 2012, e representa uma queda de 1,1 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior, sinalizando melhora consistente no mercado de trabalho acreano.
O levantamento também mostra diferenças importantes entre grupos populacionais. Entre os homens, a taxa de desocupação ficou em 5,7%, enquanto entre as mulheres chegou a 7,9%. Na análise por cor ou raça, o indicador ficou abaixo da média nacional para pessoas pardas (6,7%) e acima para brancos (4,2%) e pretos (10,4%).

O nível de escolaridade segue sendo um fator determinante para o acesso ao emprego. Pessoas com ensino médio incompleto registraram a maior taxa de desocupação (9,1%). Já entre aqueles com nível superior incompleto, o índice foi de 5,5%, praticamente o mesmo observado para quem possui ensino superior completo.
Os dados reforçam a tendência de fortalecimento do mercado de trabalho no Acre, que vem apresentando melhora gradual nos últimos trimestres e ampliando o número de pessoas ocupadas em diferentes setores da economia.
A taxa de informalidade no Acre alcançou 45,2% no quarto trimestre, o que corresponde a 146 mil pessoas ocupadas sem vínculo formal. O indicador considera empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira assinada, além de empregadores e trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.
Entre os empregados do setor privado no estado, 59,1% tinham carteira de trabalho assinada no período, mostrando um avanço da formalização, mas ainda com espaço para crescimento. O percentual de trabalhadores por conta própria chegou a 18,7% da população ocupada, reforçando o peso desse grupo na dinâmica do mercado de trabalho acreano.
No mesmo trimestre, o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi estimado em R$ 2.964. Em relação ao trimestre anterior, não houve variação estatisticamente significativa, quando o valor era de R$ 2.813. Já na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve aumento de 9,8%, frente aos R$ 2.699 registrados anteriormente.
A massa de rendimento real habitual, estimada em R$ 936 milhões, apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior (R$ 914 milhões) e crescimento na comparação com o quarto trimestre de 2024, quando somava R$ 832 milhões.

O governador do Acre, Gladson Camelí, afirmou que os números divulgados pelo IBGE reforçam a resiliência do mercado de trabalho acreano e mostram que o estado segue avançando na geração de renda. Segundo ele, a queda na desocupação e a estabilidade dos rendimentos indicam que “o Acre está consolidando um ambiente mais favorável para quem busca oportunidades e para quem empreende”.
O chefe do Executivo destacou que a informalidade ainda é um desafio, mas ressaltou que o governo tem atuado para ampliar a formalização e fortalecer pequenos negócios.
“Quando vemos que 45% da nossa população ocupada ainda está na informalidade, entendemos que há um caminho importante a percorrer. Mas também reconhecemos que mais de 59% dos trabalhadores do setor privado já têm carteira assinada, e isso mostra que estamos avançando na direção certa”, afirmou.
Ele também comentou o aumento do rendimento médio e da massa salarial. De acordo com o governador, esses indicadores revelam que mais famílias estão conseguindo melhorar sua renda.
“O crescimento do rendimento e da massa salarial significa mais dinheiro circulando, mais consumo e mais dignidade para a população. É esse ciclo positivo que queremos fortalecer”, disse.
O governador concluiu dizendo que os dados reforçam a necessidade de continuar investindo em qualificação profissional, incentivo ao empreendedorismo e políticas de inclusão produtiva, para que o Acre siga reduzindo desigualdades e ampliando oportunidades.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Acre
Em Tarauacá, governador Gladson Camelí assina autorização para a construção de novas unidades habitacionais
Avanços expressivos na área de infraestrutura vêm sendo consolidados para melhorar as condições de vida da população de todo o estado do Acre. Exemplo disso é a construção de novas moradias. O governador Gladson Camelí, assinou nesta sexta-feira, 20, na Praça da Juventude Hilton Carvalho, em Tarauacá, o contrato de execução para a construção de 50 unidades habitacionais isoladas de interesse social (HIS), marcando mais um avanço significativo na política estadual de habitação.

A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo (Sehurb), integra as ações estratégicas do governo voltadas à redução do déficit habitacional e à promoção da dignidade social. O empreendimento está inserido no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV/FNHIS), vinculado ao Termo de Compromisso nº 974078/2024/MCidades.
O investimento total é de R$ 8.653.294,70, sendo R$ 6.500.000,00 provenientes de repasse do governo federal e R$ 2.153.294,70 de contrapartida do governo do Estado, reafirmando a atuação integrada entre as esferas federal e estadual. Cada unidade habitacional possui valor de R$ 173.065,89.

“Cidadania é o que buscamos levar às pessoas. Estamos expandindo as unidades habitacionais para o interior, que antes estavam concentradas apenas em Rio Branco. Em Tarauacá, assinamos mais um compromisso, com investimento de quase R$ 8 milhões para beneficiar 50 famílias. Já realizamos assinaturas em outros municípios e, na próxima semana, teremos novas agendas. O trabalho continua. Eu e a vice-governadora Mailza Assis seguimos unidos para diminuir as desigualdades no nosso estado”, enfatizou Camelí.

De acordo com Camelí, a iniciativa compõe o compromisso de entregar, até o fim da gestão, 2.700 novas unidades habitacionais construídas em quase todos os municípios do Acre, com investimento de R$ 394 milhões, provenientes de diferentes fontes e sempre com contrapartida do Estado. O governador também ressaltou a execução de obras estruturantes, a reforma de prédios públicos e a contratação de mais de 8 mil servidores por concurso, além do impacto positivo na geração de empregos e no fortalecimento da economia.
“Vamos entregar até o final do nosso governo 2.700 novas unidades habitacionais. São R$ 394 milhões investidos para reduzir desigualdades, gerar empregos e melhorar a infraestrutura do Acre”, afirmou.

A vice-governadora Mailza Assis esteve presente na solenidade e destacou a relevância da iniciativa para as famílias do município: “A realização do sonho da casa própria é algo almejado por muitos. Ao mesmo tempo em que cumprimos nossos compromissos, também concretizamos o desejo de diversas famílias de terem sua moradia, garantindo mais dignidade. Essa ação é fruto da parceria entre o governo federal, o governo estadual e o Município, que reconhecem a necessidade de Tarauacá e das famílias que mais precisam desse apoio”, afirmou.

As unidades habitacionais terão área total de 51,82m² e área útil de 45,77m², distribuídas em sala, cozinha, dois quartos, banheiro, varanda e área de serviço. O projeto foi desenvolvido conforme as normas técnicas vigentes, priorizando conforto, acessibilidade, segurança e funcionalidade.
Além da construção das moradias, o projeto contempla infraestrutura urbana completa, incluindo pavimentação, drenagem pluvial, implantação de redes de água e esgoto, calçadas acessíveis e sinalização viária. As intervenções garantem condições adequadas de habitabilidade, promovendo integração ao tecido urbano e melhoria da qualidade de vida dos futuros moradores.
O secretário de Estado de Habitação e Urbanismo, Egleuson Santiago, ressaltou que o planejamento técnico foi estruturado com responsabilidade social e foco na efetividade da política pública.
“Essas unidades são frutos de planejamentos que antecedem as assinaturas e execuções, respeitando padrões de qualidade e garantindo acessibilidade. Estamos priorizando famílias que realmente necessitam, levando moradia adequada, segurança jurídica e estabilidade para quem vive em situação de vulnerabilidade”, destacou.

O público-alvo do programa contempla pessoas com deficiência, famílias com integrantes acometidos por doença crônica incapacitante para o trabalho, idosos, mulheres amparadas por medida protetiva com base na Lei Maria da Penha, famílias residentes em áreas de risco ou insalubres, oriundas de assentamentos irregulares, além de pessoas em situação de rua.

A iniciativa reafirma o compromisso do governo do Estado do Acre com a promoção da cidadania e com a construção de oportunidades, transformando investimentos em benefícios concretos para a população.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE










































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