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Carlinhos do Pelado comemora sucesso do Festival de Praia. “Aqui não é só lazer e cultura. Gera emprego e renda para centenas de famílias que vivem do comércio local.

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“Ver essa multidão aqui, depois de 20 anos, é motivo de muita satisfação”

Depois de duas décadas, o Festival de Praia voltou a movimentar Brasiléia, reunindo milhares de pessoas entre os dias 12, 13e 14 de setembro, em uma programação repleta de cultura, música, esporte e lazer. O evento, resgatado pelo prefeito Carlinhos do Pelado e realizado pela Prefeitura de Brasiléia, foi marcado por muita diversão e também pelo fortalecimento da economia local.

Foram mais de 10 atrações musicais entre bandas, cantores e DJs, além de atividades culturais e esportivas como escolha do garoto e a garota verão, torneio de futevôlei e corrida de motocross, que trouxe pilotos do Acre, de outros estados e até do Peru. O jovem competidor peruano Nicolás Rivera se destacou na categoria infanto-juvenil e conquistou o primeiro lugar.

O prefeito Carlinhos do Pelado destacou a importância do evento para a juventude e para os trabalhadores da cidade: “O Festival de Praia não é só lazer e cultura. Ele gera emprego e renda para centenas de famílias que vivem do comércio local. Ver essa multidão aqui, depois de 20 anos, é motivo de muita satisfação. É a prova de que Brasiléia gosta e valoriza sua tradição e é uma cidade para todos ”, afirmou.

Entre os empreendedores, a aprovação também foi imediata. Janete Souza, expositora da praça de alimentação, ressaltou a oportunidade: “Eu trabalho com venda de lanches, churrasquinho no espeto e bebidas. Durante esses três dias consegui dobrar meu faturamento. Foi uma chance incrível na verdade uma grande oportunidade para todos nós, pequenos empreendedores”, contou.

Os jovens também comemoraram a volta do festival. O estudante Carlos Eduardo, de 18 anos, agradeceu ao prefeito pela iniciativa. “A gente precisava de eventos assim, que reúnem música, esporte e diversão. Foi tudo muito bem organizado e deu pra curtir bastante com os amigos”, disse.

A programação de domingo contou com sete apresentações no palco principal, incluindo Trio Arrocha, Samba do Carlão, Arthur dos Teclados e o show de encerramento com Jhow de Abreu e Banda, além da animação dos DJs Thiago Rodrigues e Herbe Renan.

Uma das grandes atrações foi o tobogã, que divertiu centenas de pessoas, entre elas o prefeito Carlinhos do Pelado. Animado, o gestor entrou na brincadeira, mergulhou nas águas do Rio Acre e reviveu memórias da juventude. “Há 20 anos eu comia o piranambu cozido aqui na beira da praia. Hoje, reviver esse momento com o povo é uma alegria imensa”, disse o prefeito, logo após provar novamente do peixe.

O clima de descontração continuou no palco, quando Carlinhos surpreendeu o público ao cantar “Trem das Onze”, clássico do samba canção de Adoniran Barbosa, eternizado pelo grupo Demônios da Garoa em 1964. O gesto arrancou aplausos e mostrou a sintonia do prefeito com a população.

Nas redes sociais a servidora pública, Márcia Karine Pessoa postou texto relatando as boas lembranças ali vivenciadas e de um susto passado por ela e sua amiga ao procurarem suas bicicletas no local que haviam deixado para se divertir. “Fui à praia hoje e me veio tantas lembranças boa. Que infância maravilhosa tivemos. Fiz questão de tirar foto dessa árvore. Ela fez parte da minha adolescência. Fui prestigiar o festival mas a Mariusinha (lembram dela?). Fomos cada uma em nossa bike, descemos, tomamos banho e jogamos bola, quando subimos cadê as bicicletas? Enlouquemos porque sabíamos q seria pêia na certa se chegássemos em casa sem elas. Mas como assim q elas sumiram? Naquela época nem tinha roubo de bike, aí olhamos e as pessoas riam olhando pra nós, e a gente quase chorando até que alguém apontou pra essa bendita árvore, olhamos pra cima e lá estavam duas bicicletas bem atrepadas entre os galhos mais altos”, postou ela.

Em resumo, a secretária de Cultura Arlete Amaral, aproveitou para agradecer e convida a população, pois vem mais em 2026. “Esse ano superou as nossas expectativas, foram inúmeras atrações no festival de praia”. Esse evento não constava no nosso calendário, estava há mais de 20 anos sem acontecer festival de praia em Brasiléia e nosso prefeito Carlinhos do Pelado pediu para que eu, (Arlete), o Clebson Venâncio e o Chiquinho Chaves planejasse essa festa e corresse atrás de parcerias e assim fizemos. Somos gratos a todos os parceiros e a população que se fez presente. Com certeza depois desse sucesso, 2026 o povo já aguarda a gente anunciar a data do festival e as novidades”, comemorou a secretária.

Com grande participação do público e aprovação popular, o Festival de Praia se consolida novamente como um dos maiores eventos culturais e de lazer da região do Alto Acre, movimentando a fronteira e resgatando uma tradição antiga que marca a história de Brasiléia.

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Prêmio da Mega-Sena acumula e sobe para R$ 20 milhões; confira dezenas

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência BrasilFoto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas hoje no concurso 2958 da Mega-Sena.

O que aconteceu

Os números sorteados foram 07 – 09 – 14 – 35 – 42 – 49.

186 apostas acertaram cinco dezenas e ganharam R$ 8.982,02 cada.

Houve 6.825 jogos vencedores com quatro números; cada um deles leva R$ 403,49.

O próximo concurso será realizado na terça-feira, com prêmio estimado de R$ 20 milhões.

Como faço para participar do próximo sorteio da Mega-Sena?

Você precisa fazer uma aposta de seis a 20 números nas lotéricas credenciais pela Caixa, ou no site especial de loterias do banco. Participam do próximo concurso todas as apostas registradas até 20h do dia do sorteio.

Quanto custa apostar na Mega-Sena?

Depende de quantos números você pretende colocar no jogo. A aposta mínima custa R$ 6, e você tem direito de escolher seis dezenas de 1 a 60. Se quiser colocar um número a mais para aumentar as chances de acerto, o preço do jogo sobe para R$ 42.

 

Fonte: UOL

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Falta de orientação causa confusão no primeiro dia do vestibular de Medicina da Ufac

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Candidatos relataram dificuldade para localizar blocos de prova e apontaram falhas na sinalização e no apoio no campus

Foto: Witalo Lima/Cedida

Candidatos que participaram do primeiro dia de provas do vestibular de Medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac), neste domingo (11), relataram dificuldades para localizar os blocos onde os exames foram aplicados no campus de Rio Branco. A situação gerou correria e apreensão, principalmente entre candidatos que não conhecem a universidade.

Ao longo da manhã, foi possível observar estudantes circulando pelo campus sem saber exatamente para onde se dirigir. Muitos eram de outros estados ou não residem na capital acreana e estavam entrando pela primeira vez na Ufac, o que aumentou a dificuldade de orientação.

Segundo relatos, no principal ponto de acesso ao campus havia poucos servidores para orientar os candidatos, o que contribuiu para a desorganização. O trânsito intenso e a grande circulação de veículos também dificultaram o deslocamento, sobretudo para quem precisou acessar o local a pé.

A situação teria sido agravada pelo fato de alguns aplicadores e integrantes da equipe responsável pela prova não conhecerem bem o campus, resultando em orientações desencontradas. Houve casos de candidatos que foram direcionados a mais de um bloco antes de encontrarem o local correto de realização do exame.

A falta de sinalização clara e de pessoal suficiente foi outro ponto criticado pelos participantes. Um dos relatos aponta que uma candidata só conseguiu chegar ao bloco correto após ajuda externa. “Minha esposa só conseguiu chegar ao bloco certo porque eu entrei dentro da Ufac de carro e rodei os blocos até encontrar um funcionário para informar onde era o local da prova; se não, ela tinha perdido”, afirmou.

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Entrevista de Márcio Bittar gera crise no PL ao omitir apoio a Tião Bocalom para governador

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Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”

Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”. Foto: captada 

Uma entrevista do senador Márcio Bittar (PL) ao programa GAZETA ENTREVISTA, na TV Gazeta, gerou mal-estar político no Acre ao omitir qualquer menção ao prefeito Tião Bocalom (PL) como candidato ao governo do estado em 2026. Bittar afirmou que sua prioridade é a reeleição ao Senado e destacou não ter problemas com os pré-candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), sem referir-se a Bocalom.

A omissão foi rapidamente rebatida por secretários municipais de Rio Branco, que afirmaram ao Blog do Crica que Bocalom não é apenas candidato, mas “candidatíssimo” ao Palácio Rio Branco, independentemente do cenário. Em resposta, o prefeito reafirmou sua disposição: “Meu respeitado amigo Luís, eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”.

A tensão expõe uma segunda crise pública entre Bittar e Bocalom — a primeira ocorreu quando o senador chamou Alan Rick de “governador de férias”. Analistas locais avaliam que, para evitar desgaste eleitoral, os dois precisarão “se afinar” nos próximos meses.

Reação imediata:
  • Secretários municipais saíram em defesa de Bocalom, reforçando que ele é candidato ao governo “independente do cenário”;

  • Tião Bocalom respondeu ao Blog do Luís: “Eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”;

  • O episódio é a segunda crise pública entre os dois: a primeira ocorreu quando Bittar chamou Alan Rick de “governador de férias”.

Análise do discurso:

A omissão de Bittar foi interpretada em bastidores como um sinal de desalinhamento ou até de preferência velada por outros nomes ao governo. O senador pode estar protegendo sua própria reeleição, evitando atrelá-la a uma candidatura majoritária que considere arriscada ou divisiva.

O PL é a principal base de Bocalom, mas Bittar – figura nacional do partido – tem influência decisiva sobre as estratégias estaduais. A falta de sintonia ameaça a unidade da legenda em um ano eleitoral crucial.

A tendência é que Bittar e Bocalom tenham que se reunir para acertar discursos e definir se o PL lançará candidatura própria ou apoiará Mailza Assis – hipótese que ganha força com a omissão do senador.

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