Acre
Caravana Transpetro Ubu em Movimento leva apresentação de espetáculo, oficinas e exibição de documentário em Brasiléia e Epitaciolândia
A oficina “Princípios do Teatro Popular e de Rua” pretende apresentar princípios que estiveram presentes no processo de criação do espetáculo “Ubu”

Após passar por Rio Branco, é a vez de Brasiléia e Epitaciolândia receber, entre os dias 28 e 31 de julho, o projeto “Caravana Transpetro Ubu em Movimento”, dos grupos potiguares Clowns de Shakespeare, Facetas e Asavessa, com realização do Ministério da Cultura (MinC) e patrocínio da Transpetro, através da Lei Rouanet. Epitaciolândia receberá parte da programação.
As ações da Caravana são gratuitas e contam com apresentações da obra “Ubu: o que é bom tem que continuar!” com acessibilidade em Libras e audiodescrição, uma oficina com acessibilidade em Libras, e a exibição de um documentário com acessibilidade por LSE (Legendas para Surdos e Ensurdecidos).
Vale destacar que a ação, selecionada pelo Programa Transpetro em Movimento e que possui patrocínio da Transpetro, será realizada em três regiões do Brasil: Norte, Centro-Oeste e Sudeste.
Para Diogo Spinelli, integrante do Clowns de Shakespeare, é uma alegria muito grande estar voltando para Brasiléia. “Conseguir voltar para Brasiléia trazendo desta vez um espetáculo, poder rever as pessoas dali e de uma certa maneira retribuir para a cidade tudo o que ela nos deu é de grande alegria”, disse. Em 2022 o grupo esteve em Brasiléia junto ao grupo Boliviano Teatro de Los Andes para fazer a pesquisa para a criação de uma obra conjunta entre os dois coletivos.
Sobre espetáculo, oficinas e documentário
“Ubu: o que é bom tem que continuar!” é um espetáculo de rua que tem como ponto de partida os personagens Pai e Mãe Ubu, da clássica obra “Ubu Rei”, de Alfred Jarry, e suas rocambolescas armações em uma insaciável busca pelo poder. Situando-se como uma possível continuação do trabalho de Jarry, “Ubu: O que é bom tem que continuar!” desloca esses personagens para um país/lugar-nenhum com ares latino-americanos, chamado Embustônia.
A oficina “Princípios do Teatro Popular e de Rua” pretende apresentar princípios que estiveram presentes no processo de criação do espetáculo “Ubu: o que é bom tem que continuar!”, bem como toda a experiência de criação cênica do grupo Clowns de Shakespeare. A oficina é ofertada para maiores de 16 anos, e é necessário realizar inscrição pelo formulário disponível no Instagram do grupo Clowns de Shakespeare (@teatroclowns).
O documentário “Um filme sem fim” é resultado de um recorte pessoal e afetivo do diretor Carito Cavalcanti acerca da trajetória de quase trinta anos do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare.
Confira a programação em Brasiléia e Epitaciolândia:
Oficina “Princípios do Teatro Popular e de Rua”
Data: 28 e 29/07
Local: Centro Cultural de Brasiléia – Sebastião Dantas
Endereço: Rua Vitória Salvatierra, nº 1090
Horário: 18h às 21h
Exibição do documentário “Um Filme Sem Fim”
Local: Centro Cultural de Brasiléia – Sebastião Dantas
Endereço: Vitória Salvatierra, nº 1090
Data: 29/07
Horário: 21h
Apresentação de “Ubu: o que é bom tem que continuar!” em Epitaciolândia:
Local: Praça 28 de abril
Data: 30/07
Horário: 19h30m
Apresentação de “Ubu: o que é bom tem que continuar!” em Brasiléia:
Local: Praça Hugo Poli
Endereço: Avenida Prefeito Rolando Moreira, 577-689
Data: 31/07
Horário: 18h

Ficha técnica completa
Direção e dramaturgia: Fernando Yamamoto
Elenco: Caju Dantas, Diogo Spinelli, José Medeiros, Paula Queiroz e Rodrigo Bico
Figurino e adereços: Marcos Leonardo
Cenografia: Fernando Yamamoto e Rafael Telles
Dramaturgia Musical: Marco França e Ernani Maletta.
Composições: Músicas de Marco França (exceto “Marcha Da Votação”, de Ernani Maletta) e letras de Fernando Yamamoto.
Colaboradores Musicais: Franklyn Novaes, Maria Clara Gonzaga, Júlio Lima e Caio Padilha.
Colaboração Dramatúrgica: Camilla Custódio
Produção: Talita Yohana
Coordenação: Renata Kaiser
Consultoria e desenho de projeto Lei Rouanet: Ana Paula Medeiros/ Alma do Minho
Desenvolvimento Web: Val Queiroz

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Acre
Renda per capita no Acre é a 2ª pior do Brasil em 2025, aponta IBGE; estado registra R$ 1.392
Média nacional ficou em R$ 2.316; Acre supera apenas Maranhão (R$ 1.219) e Ceará (R$ 1.390) no ranking das 27 unidades da federação

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foto: art
O rendimento domiciliar per capita para o Brasil, em 2025, ficou em R$ 2.316. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.
Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínuadivulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com dados do IBGE, a renda per capita no Acre foi de R$ 1.392,00 em 2025, uma das piores do Brasil. O estado aparece à frente apenas do Maranhão (R$ 1.219) e do Ceará (R$ 1.390). A pesquisa mostra que as menores médias estão concentradas nas regiões Nordeste e Norte. O Distrito Federal lidera o ranking nacional com R$ 4.538, enquanto São Paulo aparece em segundo lugar com R$ 2.956.
Critérios da pesquisa
A PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada pelo IBGE desde janeiro de 2012. O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores, considerando rendimentos de trabalho e de outras fontes, inclusive pensionistas e empregados domésticos.
Os números divulgados resultam da soma dos rendimentos brutos recebidos no mês de referência da pesquisa, com base nas primeiras entrevistas realizadas ao longo dos quatro trimestres de 2025.
A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).
Renda Domiciliar per Capita – Brasil (2022–2025)
| Ano | Renda Média (Brasil) |
|---|---|
| 2022 | R$ 1.625 |
| 2023 | R$ 1.893 |
| 2024 | R$ 2.069 |
| 2025 | R$ 2.316 |
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O país registrou crescimento contínuo no período, com alta de R$ 691 (42,5%) entre 2022 e 2025.
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Nove estados e o Distrito Federal superaram a média nacional.
Renda Domiciliar per Capita – Acre (2025)
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Renda per capita no Acre | R$ 1.392 |
| Posição no ranking nacional | 26º lugar (entre 27 UFs) |
| Comparativo com a média nacional | R$ 924 abaixo da média (R$ 2.316) |
| Estados com menor renda | Maranhão (R$ 1.219), Ceará (R$ 1.316) e Acre (R$ 1.392) |
Maiores e Menores Rendas por UF (2025)
| Posição | Unidade da Federação | Renda per capita |
|---|---|---|
| 1º | Distrito Federal | R$ 4.538 |
| 2º | São Paulo | R$ 2.956 |
| 3º | Rio Grande do Sul | R$ 2.839 |
| 4º | Santa Catarina | R$ 2.809 |
| 5º | Rio de Janeiro | R$ 2.794 |
| … | … | … |
| 25º | Ceará | R$ 1.316 |
| 26º | Acre | R$ 1.392 |
| 27º | Maranhão | R$ 1.219 |
Análise dos Dados
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Crescimento nacional consistente: A renda per capita brasileira apresentou evolução real nos últimos quatro anos, refletindo recuperação econômica e políticas de transferência de renda.
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Acre abaixo da média nacional: Com R$ 1.392, o estado está 42% abaixo da média do país (R$ 924 de diferença).
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Concentração regional: As maiores rendas permanecem no Centro-Sul (DF, SP, Sul e Sudeste), enquanto as menores se concentram no Norte e Nordeste.
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Posição no ranking: O Acre ocupa a 26ª posição, à frente apenas do Maranhão, mas atrás do Ceará e de todos os demais estados das regiões Norte e Nordeste com dados disponíveis.
Fonte dos Dados
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Pesquisa: PNAD Contínua – Rendimento de todas as fontes
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Órgão: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
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Ano-base: 2025
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Divulgação: 27 de fevereiro de 2026
Esses dados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à geração de emprego, formalização do trabalho e transferência de renda no Acre, especialmente para reduzir as desigualdades regionais persistentes.
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Acre
Bocalom revela conversa com Valdemar da Costa Neto e diz que permanência no PL depende de reunião com Márcio Bittar
Prefeito afirma que presidente nacional do partido “ficou perplexo” com carta da direção estadual que o excluiu da disputa ao governo; decisão deve sair nesta semana

Bocalom informou que a conversa com o Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido. Foto: captada
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), revelou à imprensa acreana que conversou pessoalmente com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, sobre a possibilidade de disputar o governo do Acre pelo partido, mesmo após resistência por parte do senador Márcio Bittar e de boa parte da direção da sigla no estado.
De acordo com Bocalom, a permanência no PL não está definida e dependerá de uma conversa que deve ocorrer nesta semana entre Valdemar e o senador Márcio Bittar (PL), um dos maiores interessados no assunto, já que o parlamentar sonha em contar com o apoio do governo Gladson na disputa ao Senado.
Conversa com Valdemar
Bocalom informou que a conversa com Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido:
“Eu realmente não tinha conversado com o nosso presidente Valdemar em momento nenhum sobre essa situação. Tudo isso estava sendo coordenado lá pelo senador Márcio Bittar. Aí eu fui a Brasília e tivemos uma conversa muito boa, de mais de uma hora. Foi uma conversa muito sincera. Estávamos eu e o João Marcos. Eu vi nele o nosso presidente como um paizão, nos recebeu muito bem. Fiquei muito feliz e ele nos deixou aberta a conversa de que vai falar com o senador Márcio Bittar a respeito dessa situação na semana que vem”, declarou.
Desejo de permanência
Bocalom garantiu que deseja permanecer no PL e afirmou que faz parte da “verdadeira direita” no Acre:
“Então eu estou tranquilo. Podemos, até com certeza, ficar no PL, que é o lugar onde eu quero estar. Eu gostaria muito de estar no PL, todo mundo junto, porque nós somos direita para valer e de verdade neste estado. Juntamente com o senador Márcio Bittar, conseguiríamos formar uma bela chapa de deputado federal e, com certeza, Brasília e o Acre vão ganhar com isso”, comentou .
Carta da direção estadual
Por fim, o prefeito disse que Valdemar não estava ciente da carta que o PL do Acre divulgou com a intenção de priorizar apenas a disputa ao Senado no estado:
“Eu mostrei a carta para o presidente e ele ficou perplexo. Ele não sabia da carta. Então vamos ver agora qual será a posição. A carta foi dada aqui pelo presidente regional, Edson Bittar. Diziam que tinha anuência da nacional, mas o que deu para ver lá em Brasília é que o presidente não sabia disso. Até semana que vem ele vai dar a definição. O João estava junto comigo e viu tudo o que aconteceu”, concluiu.

Cumprindo agenda em Brasília, o prefeito Tião Bocalom, teve encontro com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Foto: captada
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Acre
Guerra entre EUA e Irã deve elevar preço da gasolina e do diesel no Acre
Presidente da CDL afirma que combustíveis já começaram a subir e alerta para novos reajustes durante o conflito





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