Brasil
Cameli defende ações para comércio entre Brasil e Peru
O senador Gladson Cameli (PP-AC) defendeu na tribuna do Senado, nesta tarde,05,a implantação de ações capazes de concretizar o comércio pela Interoceânica, eixo rodoviário que liga Brasil ao Peru e traz possibilidade de um intercâmbio comercial benéfico ao Acre. Entre os caminhos apontados pelo progressista estão investimentos em um centro alfandegário, melhorias na BR-317 e, a desburocratização nas transações comerciais na fronteira entre Assis Brasil e Iñapari.
De acordo com o senador, os empresários brasileiros e peruanos anseiam pela implantação de um centro alfandegário integrado entre os dois países. “Há um projeto da Iniciativa para Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (I.I.R.S.A.), que prevê a construção de um Centro Binacional de Atenção Fronteiriça (CEBAF) entre as cidades de Assis Brasil e Iñapari, que infelizmente ainda não prosperou”, apontou.
Para o senador, o investimento no eixo rodoviário é uma oportunidade de estabelecer um novo comércio para os acreanos e tornar mais fácil a vida das quase 800 mil pessoas que vivem no Acre. “Esse eixo rodoviário recente traz a possibilidade de um intercâmbio comercial benéfico ao Acre, como o que ocorreu durante as enchentes do ano passado. Na pior fase da cheia de 2014, a rodovia Interoceânica foi essencial para diminuir o sofrimento dos acreanos. Num cenário de grave desabastecimento, cerca de duas mil toneladas de artigos peruanos chegaram ao Acre por essa estrada”, disse o senador, ressaltando que naquela época, em razão do quadro emergencial, a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) permitiu que transportadoras do Acre trouxessem produtos peruanos ao Brasil com mais facilidade e menos burocracia.
Cameli disse ainda que no âmbito logístico, há o problema do custo de fretamento. “Os caminhões partem carregados, seja do Brasil ou do Peru, mas retornam vazios, encarecendo o transporte. Uma solução seria criar condições para que produtos brasileiros da Região Norte, como castanha e madeira, fossem transportados para os portos do Peru nos mesmos caminhões que trazem mercadorias para o Brasil”, destacou.
Outra questão logística a ser solucionada diz respeito à manutenção da rodovia no Acre. “A sinalização da BR-317
está deficiente em alguns trechos e a erosão está prejudicando outros. A preservação adequada da rodovia é o mínimo que podemos esperar, se desejamos solidificar o comércio com os peruanos”, cobrou Cameli.
A burocracia também foi apontada pelo parlamentar como um dos maiores entraves para a viabilidade comercial da Estrada do Pacífico, dificultando a exportação dos fornecedores peruanos para o país. “As normas brasileiras são complexas, e a obtenção de licenças de importação é bastante demorada. Desfazer o nó burocrático é crucial para tornar viável o comércio rodoviário entre Acre e Peru. Já é hora de deixar o comércio internacional florescer naquela região em tempos normais, sem a necessidade de enchentes”, finalizou.
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Dique da Vale se rompe entre Congonhas e Ouro Preto, em Minas Gerais

Um dique da mineradora Vale se rompeu neste domingo (25/1), entre as cidades de Congonhas e Ouro Preto, em Minas Gerais.
A água chegou a cerca de 1,5 m de altura, interrompeu a captação de água e paralisou as operações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que possui uma represa nas proximidades.
O rompimento acontece no dia em que a tragédia de Brumadinho, também em Minas Gerais, completou 7 anos.
Cerca de 200 trabalhadores que estavam no local, neste domingo, foram retirados em segurança.
Segundo informações, a represa da CSN estaria segurando a água proveniente do rompimento, evitando o agravamento da situação.
De acordo com a Vale, o ocorrido não tem qualquer relação com as barragens da empresa na região, que seguem sem alterações nas suas condições de estabilidade e segurança e monitoradas 24 horas por dia, 7 dias por semana.
“A Vale esclarece que, na madrugada deste domingo (25), houve extravasamento de água com sedimentos de uma cava da mina de Fábrica, em Ouro Preto (MG). O fluxo alcançou algumas áreas de uma empresa. Pessoas e a comunidade da região não foram afetadas. Como é praxe nessas situações, a Vale já comunicou os órgãos competentes e prioriza a proteção das pessoas, comunidades e meio ambiente. As causas do extravasamento de água estão sendo apuradas”, diz o texto.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Gayer diz que após derrubada de veto da dosimetria, pauta será anistia

O deputado federal, Gustavo Gayer (PL-GO), afirmou neste domingo (24/1), que a prioridade da oposição no Congresso Nacional será derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê penas mais brandas para os acusados de tentativa de golpe de Estado no caso do dia 8 de janeiro.
De acordo com Gayer, a articulação para a derrubada do veto acontecerá já nas primeiras semanas de trabalho legislativo, que retorna em fevereiro.
“A anistia ela continuará sendo uma pauta. Agora, primeiro ponto, derrubar o vento da dosimetria. Logo agora no início das sessões, nós estamos trabalhando, articulando para que nas primeiras duas semanas a gente já consiga derrubar o veto”, disse durante a caminhada promovida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Ele afirmou também que o movimento iniciado por Nikolas dá espaço não apenas para a anistia, mas para “todas as pautas que realmente importam pra população brasileira, que há muito tempo tem medo até de defender por ser perseguido”.
O deputado citou a liberdade de expressão, o fim da corrupção e o desejo por um sistema judiciário mais sério.
“Obviamente, as injustiças, os prisioneiros, [o ex-presidente Jair] Bolsonaro, continuam sendo a nossa prioridade”. afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Nikolas inicia o último dia da caminhada pela liberdade

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou, neste domingo (25/1), o último dia da mobilização intitulada “caminhada da liberdade”, que saiu do interior de Minas Gerais, na segunda-feira (19/1), em direção a Brasília (DF).
O ponto de partida foi o Park Way, a cerca de 20 km do destino final. No local, os apoiadores usavam trajes verde e amarelo e bandeiras do Brasil amarradas ao corpo.
Ambulantes também vendiam camisetas com mensagens de “Fora Lula”, “Acorda Brasil” e homenagens ao ex-mandatário e ao senador e pré candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Bandeiras brasileiras com união de Estados Unidos e Israel também eram comercializadas.
O grupo saiu por volta das 9h40 em direção à Praça do Cruzeiro, onde está prevista uma manifestação em prol do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos presos do 8 de Janeiro.
A mobilização contou, ao longo de seu percurso, com a presença de aliados políticos e apoiadores do ex-presidente.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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