Conecte-se conosco

Acre

Câmara Municipal de Brasileia Realiza 16ª Sessão Ordinária do 2º ano Legislativo

Publicado

em

Câmara Municipal de Brasileia Realiza 16ª Sessão Ordinária do 2º ano Legislativo

Câmara Municipal de Brasileia Realiza 16ª Sessão Ordinária do 2º ano Legislativo

Assessoria – CMB

A Câmara Municipal de Brasiléia realizou na manhã desta terça-feira (02) a Décima Sexta Sessão Ordinária de 2014. Com a presença de Vereadores do Poder Legislativo, que usaram a Tribuna para apresentação de indicações em prol dos munícipes de Brasiléia.

DSC_0015

Vereador Marquinho (PSDB)

Vereador Marquinho (PSDB) apresentou as seguintes indicações:

  • Solicitou que a Secretaria de Obras, encaminhe o caminhão pipa aos domingos para fazer o aguamento na Avenida Dr. Manoel Marinho Monte;
  • Que a ELETROBRAS, veja a possibilidade de instalar uma rede de energia na Rua Joaquim de Lima no bairro Eldorado;
  • Solicita para a Secretaria de Obras, que seja dado continuidade na limpeza da agrovila do km 26;
  • Que a Prefeitura através da Secretaria Municipal de Educação, disponibilize um transporte para os professores que lecionam na escola do km 26;
  • Solicitou que a direção da Escola Valéria Bispo Sabala, veja a qualidade da água que está sendo ingerida pelos alunos;
  • Que a Secretaria de Obras, faça a reposição de lâmpadas na Rua Angelina Washington no bairro Alberto Castro.
Vereadora Fernanda Hassem (PT)

Vereadora Fernanda Hassem (PT)

Vereadora Fernanda Hassem (PT) apresentou as seguintes indicações:

  • Solicitou que a Secretaria de Obras, realize reparos na iluminação pública da Rua 12 de outubro, bem como nas proximidades da escola Instituto Odilon Pratagi;
  • Que a Secretaria de Obras, providencie iluminação para a Rua Gabriel Acácio no bairro Ferreira da Silva;
  • Solicitou que a Prefeitura através do Setor Competente, realize um melhoramento no prédio onde está servindo como garagem e secretaria de obras;
  • Que a Secretaria de Obras, faça a reposição de lâmpadas nas proximidades da Praça Hugo Polli.
Vereador Bil (PMDB)

Vereador Bil (PMDB)

Vereador Bil (PMDB) apresentou as seguintes indicações:

  • Que este Poder encaminhe um documento para a ELETROACRE, solicitando informações sobre os apagões de longa duração que estão ocorrendo diariamente no km 10 da Estrada do Pacífico;
  • Solicitou que a Secretaria de Obras, realize o trabalho de roçagem nas laterais do “Pinicão” na Rua Maria de Anunciação de Paula Moreira, e que seja feito um planejamento para o melhoramento daquele local com bueiros;
  • Que a Secretaria de Obras, disponibilize o caminhão pipa para fazer o aguamento da Rua Benjamin Constant bairro Centro duas vezes ao dia.
Vereador Rosildo (PT)

Vereador Rosildo (PT)

Vereador Rosildo (PT) apresentou as seguintes indicações:

  • Solicitou ao INCRA, informações de quantos km de ramais foram melhorados pela Prefeitura e quantos foram aprovados nessa etapa;
  • Que o DERACRE, informe a este Poder, quantos litros de óleo diesel foram liberados para a Prefeitura no melhoramento de ramais, e cópias da prestação de contas do uso do material;
  • Que a Prefeitura através da Secretaria de Educação, informe a este Poder quantos professores estão lecionando nas escolas sem formação completa, para que seja feito parcerias para ajudar na formação dos mesmos;
  • Solicitou que a Prefeitura, disponibilize transportes para a escoação da produção dos trabalhadores rurais do ramal do km 59;
  • Que o Governo do Estado juntamente com a Secretaria de Indústria e Comércio, faça um levantamento de viabilidade para fazer o manejo florestal na Reserva Chico Mendes.
Vereadora Tereza (PT)

Vereadora Tereza (PT)

Vereadora Tereza (PT) apresentou as seguintes indicações:

“Parabeniza o Professor Eduardo Silva de Oliveira pelo mérito alcançado nas Olimpíadas de Matemática”

  • Que este Poder encaminhe um documento para o Ex Vereador Antônio Francisco, responsável pelo ITERACRE para o mesmo prestar esclarecimentos sobre o andamento do processo dos títulos definitivos do município de Brasiléia, em especial os do bairro Francisco José Moreira e Ferreira da Silva;
  • Solicitou que a Prefeitura através da Secretaria de Agricultura, disponibilize um incentivo aos agricultores do Polo Agro Florestal, bem como os que trabalham com hortaliças;
  • Que a Prefeitura através da Secretaria de Obras, construa quatro novas pontes no ramal do km 84.
Vereador Mário Jorge (SDD)

Vereador Mário Jorge (SDD)

Vereador Mário Jorge (SOLIDARIEDADE) apresentou as seguintes indicações:

  • Que a direção geral do Hospital de Clinicas Raimundo Chaar, tome providências quanto ao atendimento de má qualidade oferecido para a população;
  • Solicita que a Secretaria de Meio Ambiente, realize uma campanha de conscientização para as pessoas que frequentam o “Balanço” no ramal do Jarinal não jogarem lixo naquela localidade;
  • Que a Prefeitura, inclua no planejamento de ramais o ramal Belmonte no km 13;
  • Solicitou que o ICMBIO, colabore com o município no Programa de melhoramento de ramais, bem como nas áreas de reserva.

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Acre

Motorista brasileiro morre após caminhão-tanque cair no em rio do Paraguai

Publicado

em

Veículo foi encontrado capotado na foz do rio; corpo foi retirado da cabine com apoio de moradores da região

Um motorista brasileiro morreu após o caminhão-tanque que conduzia cair no rio Pilcomayo, no departamento de Boquerón, no Paraguai. O veículo foi localizado capotado na área da foz do rio, após alerta feito por colonos da região.

De acordo com a Polícia Nacional, a vítima foi identificada como Clair Assis dos Santos, de 55 anos, morador da cidade de Loma Plata. O caminhão, de cor vermelha, com acoplado tipo cisterna pertencente à empresa Petrobras, foi encontrado nas primeiras horas da manhã. Por volta do meio-dia, o corpo do motorista foi retirado da cabine com o apoio de vizinhos da área.

Durante a inspeção inicial, as autoridades constataram que o tanque do veículo estava vazio. O corpo foi encaminhado em viatura policial ao Hospital Materno Infantil de Villa Choferes del Chaco, onde passará por exame forense para determinar a causa exata da morte.

O acidente ocorreu a aproximadamente 300 quilômetros da cidade de Filadélfia, em uma região de difícil acesso e com sinal telefônico limitado, o que dificultou as operações de resgate. Máquinas seguem sendo utilizadas para retirar o caminhão do leito do rio.

As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do capotamento e da queda do veículo no rio. As informações foram confirmadas pelo oficial José González, da Direção Policial de Boquerón.

Com informações de Agro Yguazú Comunicaciones.

Comentários

Continue lendo

Acre

Comunicar na Amazônia: os desafios e as estratégias do sistema público do Acre

Publicado

em

Por Verônica Pimentel*

Comunicar na Amazônia é um desafio que vai muito além da produção de conteúdos. Trata-se de construir pontes entre o Estado e a população em um território marcado por distâncias geográficas, diversidade cultural, limitações de conectividade e realidades sociais distintas.

No Acre, essa missão exige planejamento, integração institucional e sensibilidade para compreender que a informação pública precisa chegar de forma clara, acessível e confiável a todos os cidadãos, independentemente de onde estejam.

Em um cenário nacional cada vez mais digitalizado, é comum associar a comunicação pública às redes sociais e às plataformas online. No entanto, na realidade amazônica, a comunicação se constrói de forma híbrida, combinando meios digitais, rádios públicas, portais institucionais e canais tradicionais, formando um sistema integrado de informação.

Essa diversidade de meios não é uma fragilidade, mas uma estratégia. Ela permite que o poder público alcance populações urbanas, rurais, ribeirinhas e comunidades mais distantes, respeitando as particularidades territoriais, culturais e sociais de cada região.

Nesse contexto, o Sistema Público de Comunicação do Acre foi estruturado para atuar de forma articulada, garantindo unidade institucional, padronização das informações e coerência nas mensagens transmitidas à sociedade. A integração entre redes sociais, rádios públicas e a Agência de Notícias permite ampliar o alcance, fortalecer a credibilidade e reduzir ruídos informacionais.

Antes desse processo de organização, a comunicação institucional era marcada por iniciativas isoladas, baixa padronização e pouca articulação entre os diferentes canais. Esse cenário dificultava o acesso da população às informações oficiais e enfraquecia a percepção de transparência e eficiência do Estado.

A atuação estratégica da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) permitiu a consolidação de diretrizes, fluxos de produção, identidade institucional e mecanismos de monitoramento, transformando a comunicação em uma política pública estruturada, contínua e orientada ao interesse coletivo.

Esse trabalho encontra respaldo nos princípios constitucionais que asseguram o direito fundamental de acesso à informação, a publicidade dos atos administrativos e a transparência na gestão pública, bem como na Lei de Acesso à Informação, que estabelece o dever permanente do Estado de informar a sociedade. Nesse sentido, a atuação da Secom ultrapassa a dimensão operacional e se consolida como instrumento de garantia de direitos coletivos.

Informar, nesse contexto, não é apenas divulgar ações governamentais. É criar condições para que a população compreenda políticas públicas, acompanhe investimentos, participe das decisões e exerça plenamente sua cidadania.

Atualmente, o funcionamento do Sistema Público de Comunicação envolve planejamento editorial, definição de prioridades, acompanhamento de dados, análise de alcance e avaliação permanente dos conteúdos produzidos. Cada informação passa por processos de checagem, adequação de linguagem e contextualização territorial antes de chegar ao público.

Esse cuidado é essencial em um ambiente marcado pela circulação intensa de desinformação. Em regiões onde o acesso à informação é mais limitado, notícias falsas, boatos e conteúdos distorcidos tendem a se espalhar com maior facilidade, impactando decisões individuais e coletivas.

Nesse cenário, o Sistema Público de Comunicação cumpre também uma função educativa, preventiva e mobilizadora. Ao oferecer informações oficiais, verificadas e acessíveis, contribui para a formação cidadã, para a mudança de comportamentos sociais e para o fortalecimento de campanhas de interesse público nas áreas de saúde, educação, segurança, meio ambiente e direitos humanos.

Outro aspecto relevante é a valorização, com investimentos contínuos, das rádios públicas, que atuam como instrumento de inclusão informacional. Em muitas localidades, elas continuam sendo o principal meio de acesso às notícias, aos serviços públicos e às orientações governamentais, cumprindo papel fundamental na integração territorial, especialmente por serem, em diversos casos, o único meio de comunicação em mais de 700 comunidades isoladas, além de atuarem nos 22 municípios do Estado.

Paralelamente, os ambientes digitais ampliam a capacidade de diálogo com a população, permitindo maior interação, transparência e agilidade na divulgação das ações governamentais. A combinação entre tradição e inovação é uma das marcas da comunicação pública no Acre.

Além da dimensão tecnológica, comunicar na Amazônia exige sensibilidade social. A diversidade cultural, os modos de vida, as formas de organização comunitária e as especificidades regionais precisam ser considerados na construção das narrativas institucionais. Não se trata apenas de informar, mas de dialogar com realidades distintas, respeitar identidades e promover inclusão.

Nesse processo, os dados e as métricas assumem papel estratégico. O monitoramento de alcance, engajamento e impacto permite ajustes permanentes nas estratégias, garantindo maior eficiência, maior aderência às demandas sociais e maior efetividade das políticas públicas.

A formação contínua das equipes, a valorização dos servidores e o investimento em inovação também são pilares fundamentais para a sustentabilidade do Sistema Público de Comunicação e para a consolidação de uma comunicação pública responsável.

Comunicar na Amazônia, portanto, é exercer um trabalho técnico, político, jurídico e social. É compreender que a informação pública é um direito fundamental e que sua qualidade impacta diretamente a democracia, a participação social e a confiança nas instituições.

Mais do que divulgar ações governamentais, o Sistema Público de Comunicação do Acre constrói pontes entre gestão e população. Fortalece vínculos sociais, consolida uma cultura de transparência, amplia o acesso aos direitos e contribui para a transformação de realidades por meio da informação.

Em um território desafiador e diverso, comunicar com responsabilidade, sensibilidade e estratégia é uma forma concreta de promover cidadania, inclusão e desenvolvimento. Na Amazônia, informar é também cuidar, educar, mobilizar e fortalecer a democracia.

Ao final, permanece uma convicção: na Amazônia, comunicar é, acima de tudo, cuidar das pessoas por meio da informação. É fortalecer direitos, promover cidadania e consolidar a democracia.

*Verônica Pimentel é chefe do Departamento de Marketing e Inovação da Secretaria de Estado de Comunicação do governo do Acre (Secom); publicitária; especialista em Marketing Digital e Comportamento do Consumidor; mestranda em Comunicação Digital, com ênfase em Marketing Político.

The post Comunicar na Amazônia: os desafios e as estratégias do sistema público do Acre appeared first on Noticias do Acre.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

Comentários

Continue lendo

Acre

Em 16 anos, carne e grãos desafiam hegemonia do extrativismo e redesenham a economia acreana

Publicado

em

Por Marky Brito e Joquebede Oliveira*

A economia acreana passou por uma transformação profunda nos últimos 16 anos, deixando para trás a histórica dependência do extrativismo e abrindo espaço para uma agropecuária cada vez mais competitiva. É o que revela o recém-lançado relatório da Seplan, Panorama do Comércio Exterior do Acre: Evolução e Tendências (2010–2025), que detalha como carne e grãos passaram a redesenhar a estrutura produtiva e o perfil exportador do estado.

Carne bovina, carne suína e soja passaram a liderar a pauta exportadora, impulsionando um ciclo de crescimento que reposiciona o Acre no cenário do comércio internacional. Nesse período, o estado acumulou US$ 490 milhões em superávit e registrou crescimento médio anual de 11% nas exportações — quase três vezes a média brasileira.

O ponto de partida, no entanto, foi desafiador. Entre 2010 e 2014, ainda sob os efeitos da crise financeira global, o Acre enfrentou retração média de 23,2% ao ano nas exportações. A pauta era altamente concentrada: madeira e castanha respondiam por 85% das vendas externas, e o Reino Unido absorvia quase metade de tudo o que o estado exportava. A queda abrupta das exportações madeireiras expôs a fragilidade desse modelo e abriu caminho para uma reestruturação que ganharia força nos anos seguintes.

A partir de 2015, o estado iniciou um processo de diversificação, com a entrada gradual das proteínas animais. Mas a virada decisiva ocorreu entre 2020 e 2022, quando a soja registrou crescimento médio anual de 242%, saltando de US$ 1,2 milhão para US$ 14,3 milhões. Esse avanço marcou a transição definitiva de uma economia baseada em produtos florestais para uma matriz agropecuária mais robusta e integrada às cadeias globais.

O triênio mais recente consolidou essa mudança. Entre 2023 e 2025, as exportações cresceram 46,9% ao ano, alcançando o recorde histórico de US$ 98,9 milhões em 2025. A carne bovina assumiu a liderança da pauta, seguida pela soja e pela carne suína. O desempenho do último trimestre reforça essa tendência: outubro registrou US$ 8,86 milhões em vendas; novembro, mesmo com retração sazonal, já superava todo o acumulado de 2024; e dezembro encerrou o ano com alta de 20,9%, impulsionado pela castanha e pela carne bovina.

Outro aspecto marcante é a interiorização da atividade exportadora. Em 2010, Rio Branco concentrava 61% das vendas externas. Em 2025, o mapa mudou: Brasileia assumiu a liderança, com US$ 26,66 milhões, impulsionada pela carne suína e pela castanha; Senador Guiomard tornou-se o principal polo da carne bovina; e Rio Branco passou a ocupar a terceira posição, com uma pauta mais diversificada. O movimento indica que o desenvolvimento econômico deixou de se concentrar na capital e avançou para áreas de fronteira e municípios estratégicos.

A geografia comercial também se redesenhou. O Acre deixou de mirar prioritariamente a Europa e passou a se conectar com mercados mais próximos e dinâmicos. O Peru tornou-se o principal destino anual das exportações, com 27,2% do total, funcionando tanto como comprador quanto como corredor logístico para outros mercados. Emirados Árabes Unidos e Turquia consolidaram-se como compradores da carne bovina acreana, ampliando a presença do estado no Oriente Médio.

No campo logístico os avanços são significativos. A participação da via rodoviária nas exportações saltou de 2,2% em 2010 para 27,6% em 2025, impulsionada pela atuação da unidade da Receita Federal de Assis Brasil e pela consolidação do corredor para o Pacífico. Embora a via marítima ainda responda pela maior parte do escoamento, o futuro acesso ao porto de Chancay, no Peru, abre uma oportunidade histórica para o Acre se conectar diretamente ao mercado asiático e à costa oeste dos Estados Unidos.

Apesar dos avanços, persistem gargalos que limitam o potencial de expansão. A BR-364 e a BR-317 seguem como pontos críticos, com trechos vulneráveis e manutenção insuficiente. A modernização aduaneira nas fronteiras com Peru e Bolívia é urgente, assim como obras estruturantes, como o Anel Viário de Brasileia. A ferrovia planejada para conectar o Brasil ao Pacífico via Acre surge como solução estratégica para superar as fragilidades das rodovias federais e reduzir custos logísticos.

A trajetória da balança comercial entre 2010 e 2025 mostra um estado que começa a transformar sua localização estratégica em vantagem competitiva. O Acre deixa de ser periferia econômica e passa a se posicionar como corredor logístico e comercial da Amazônia, peça-chave da Rota de Integração Quadrante Rondon.

Neste cenário, o superávit recorde de US$ 93,72 milhões em 2025 aponta para a possibilidade de um ciclo duradouro de desenvolvimento, desde que os investimentos em infraestrutura e facilitação comercial avancem. O desafio para 2026 será consolidar essa virada, garantindo que o “Feito no Acre” chegue cada vez mais longe, com mais competitividade e maior valor agregado, possibilitando maior distribuição de renda entre os acreanos.

Acesse aqui o relatório Panorama do Comércio Exterior do Acre: Evolução e Tendências: 2010-2025.

*Marky Brito é engenheiro florestal (UFRA), com MBA em Gestão de Projetos (FGV), e é diretor de Desenvolvimento Regional (DIRDR/Seplan)

Joquebede Oliveira, é economista (Ufac) e chefe da Divisão de Estatísticas e Monitoramentos de Indicadores (Dimei/Seplan).

The post Em 16 anos, carne e grãos desafiam hegemonia do extrativismo e redesenham a economia acreana appeared first on Noticias do Acre.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

Comentários

Continue lendo