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Caçador fica ferido após sofrer um tiro acidental durante caçada na zona rural em Rio Branco
As autoridades locais ressaltam a importância da segurança no manuseio de armas durante atividades de caça e recomendam cautela para evitar acidentes semelhantes.

Antônio Silva Loureto, 44, é atendido após sofrer um disparo acidental no ombro durante uma caçada na Reserva Cunha Gomes, zona rural de Rio Branco/Foto: cedida
Com Ithamar Souza
Na noite de sábado, 28 de setembro, um caçador de 44 anos, identificado como Antônio Silva Loureto, sofreu um tiro acidental enquanto retornava para casa após uma atividade de caça na Reserva Cunha Gomes na zona rural de Rio Branco. O incidente ocorreu quando o homem estava em uma área de mata, onde havia abatido uma cotia e tentava caçar uma paca.
Segundo relatos do próprio Antônio, ao guardar sua arma de fogo no vara do trap (um tipo de armadilha), o armamento disparou acidentalmente, atingindo seu ombro e causando um sangramento significativo. Assustado com a situação, ele decidiu se dirigir para casa e informar sua esposa sobre o acidente.
Imediatamente, a esposa acionou um pastor da comunidade que possuía um veículo e ofereceu ajuda. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamado e interceptou o carro que transportava o homem ferido, realizando os primeiros socorros no local.
Antônio foi então encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde chegou em estado clínico estável e sem risco de morte. As autoridades locais ressaltam a importância da segurança no manuseio de armas durante atividades de caça e recomendam cautela para evitar acidentes semelhantes.

O incidente ocorreu quando o homem estava em uma área de mata, onde havia abatido uma cotia e tentava caçar uma paca.
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Embarcações são furtadas em comunidade ribeirinha de Marechal Thaumaturgo; uma já foi recuperada
Caso ocorreu na comunidade São Salvador, acima da sede do município. Proprietário teve dois botes levados; polícia segue em buscas para localizar segunda embarcação

Com as investigações realizadas, as equipes conseguiram recuperar o bote de 12 metros, localizado na comunidade Triunfo. Foto: captada
Furto de botes mobiliza forças de segurança em Marechal Thaumaturgo
Um furto de embarcações foi registrado na comunidade São Salvador, localizada na zona rural de Marechal Thaumaturgo, interior do Acre. O crime ocorreu em uma área situada acima da sede do município, de difícil acesso, comum na região do Alto Juruá.
De acordo com as primeiras informações, dois botes – um de 12 metros e outro de 8 metros – pertencentes a Francisco do Carmo da Silva foram levados. Após investigações iniciais, as equipes conseguiram recuperar a embarcação de 12 metros, encontrada na comunidade Triunfo.
As buscas seguem em andamento para localizar o segundo bote, que ainda não foi recuperado. Não há informações sobre suspeitos ou motivação do crime até o momento.
Segurança em áreas ribeirinhas é desafio constante
O furto de embarcações é recorrente em regiões de difícil acesso no interior do Acre, onde o transporte fluvial é essencial para deslocamento de famílias, escoamento de produção e acesso a serviços básicos. A ocorrência reacende o debate sobre a fragilidade da segurança patrimonialem comunidades distantes dos centros urbanos.
A polícia civil da região deve investigar o caso e aprofundar as diligências para localizar o segundo barco e identificar os responsáveis.
Destaques:
- Dois botes foram levados da comunidade São Salvador
- Uma embarcação de 12 metros foi recuperada na comunidade Triunfo
- Buscas continuam para localizar o segundo barco
- Região de difícil acesso exige logística especial para ações de segurança
Marechal Thaumaturgo, localizado no Vale do Juruá, tem como principal via de transporte os rios. A dependência de embarcações torna a população local especialmente vulnerável a furtos desse tipo, que afetam diretamente a subsistência e mobilidade das famílias ribeirinhas.

As buscas seguem em andamento para localizar o segundo barco, que ainda não foi recuperado. Foto: captada
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Três homens vão a júri por assassinato de membro de facção atraído por perfil falso em Rio Branco
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) pronunciou, em publicação do diário oficial desta segunda-feira (30), três homens acusados do homicídio qualificado de uma vítima que tentava migrar de facção criminosa em Rio Branco. A decisão foi da Câmara Criminal, que deu provimento ao recurso do Ministério Público e reverteu a decisão decretada pelo juízo de primeiro grau.
Os pronunciados são Jadeson Silva do Nascimento, Darcifran de Moraes Eduíno Júnior e Francivaldo Barrozo de Chaves, conhecido pelo apelido de “abacate”. Os três vão a julgamento perante o Tribunal do Júri.
De acordo com os autos, a vítima foi atraída por meio de um perfil falso criado em rede social por uma testemunha identificada como Bruna Apurinã. A vítima manifestou interesse em deixar a facção à qual pertencia e ingressar em grupo rival. As informações foram repassadas ao grupo criminoso, que determinou a execução.
Segundo depoimentos colhidos durante a investigação, o corréu Mateus confirmou que a testemunha Bruna enganou a vítima por mensagens e que a ordem para a execução partiu de um membro da organização. O armamento usado no crime também teria sido fornecido por Francivaldo.
A desembargadora Denise Bonfim, aplicou o princípio do “in dubio pro societate”, segundo o qual, na fase de pronúncia, a dúvida deve ser resolvida em favor da sociedade e não do réu. Para o colegiado, há provas de materialidade e indícios suficientes de autoria para submeter os acusados ao julgamento pelo júri popular.
Jadeson e Darcifran foram indicados por homicídio qualificado e integração a organização criminosa. Francivaldo responde por homicídio qualificado.
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TJAC reduz pena de condenado por tentativa de feminicídio no Acre

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