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Bolsonaro volta a falar em prorrogação limitada do auxílio emergencial

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Bolsonaro fez ainda um balanço do programa e disse que, apenas para o estado, foram destinados mais de R$ 13 bilhões em 2020.

O presidente Jair Bolsonaro durante evento no Maranhão – Foto: CNN Brasil (11.fev.2021)

Murillo Ferrari, da CNN

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a falar nesta quinta-feira (11) sobre a possibilidade de o Governo Federal retomar por alguns meses o pagamento do auxílio emergencial.

“No momento, nossa equipe, juntamente com parlamentares, estuda a extensão por mais alguns meses do auxílio emergencial que, repito, o nome é emergencial”, disse Bolsonaro em Alcântara, no Maranhão, onde participou da entrega de títulos de propriedades rurais.

“Não pode ser eterno porque isso representa um endividamento muito grande do nosso país e ninguém quer o país quebrado. Sabemos que o povo brasileiro quer, na verdade, trabalho”, continuou.

Bolsonaro fez ainda um balanço do programa e disse que, apenas para o estado, foram destinados mais de R$ 13 bilhões em 2020.

“Entendíamos, juntamente com o Parlamento, que havia a necessidade de socorrê-los porque junto com a pandemia houve muito fechamento de postos de trabalho e vocês necessitavam de algo para ajudar na sobrevivência.”

Bolsonaro também prometeu que a Caixa Econômica Federal (CEF) inaugurará uma agência em Alcântara. “Conversando com Pedro [Guimarães, presidente da CEF] ele deu sinal verde acreditando no progresso e no sucesso de toda a região”, prometeu o presidente.

Ações para moradores do campo

O presidente afirmou que nos 2 anos e 1 mês em que está no cargo já foram feitas mais entregas de títulos de posse do que nos 20 anos de governos anteriores.

“É uma marca histórica. Parece que não havia interesse em dar os títulos. [Temos que] dar dignidade ao homem do campo, não fazer política com o homem humilde. Não existe preço de ter um suas mãos um título de propriedade.”

Ele dissse também que, no mesmo período, praticamente não foram registradas invasões do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

“A gente combate as invasões concedendo o título de propriedade aos que tem a posse. Não adianta fazer um plano de reforma agrária e não dar o papel no final para mostrar, para que o proprietário possa trabalhar a terra e deixar para os filhos e netos”, defendeu Bolsonaro..

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EUA negam que mísseis do Irã atingiram porta-aviões Abraham Lincoln

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© U.S. NAVY/ REUTERS

Os Estados Unidos negaram neste domingo (1°) que o porta-aviões USS Abraham Lincoln tenha sido atingido por mísseis do Irã. O navio foi enviado para a costa do Oriente Médio, para reforçar os ataques contra o país persa, iniciados no último sábado (28). Os bombardeios seguem na região

Segundo o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) do Irã, quatro mísseis balísticos foram lançados contra a embarcação neste domingo e teriam atingido o porta-aviões.

Responsável por operações militares na Ásia Central e no Oriente Médio, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) publicou imagens de caças decolando do navio em suas redes sociais e afirmou que os mísseis “não chegaram nem perto”.

“O Lincoln continua lançando aeronaves em apoio à campanha incansável do Centcom para defender o povo americano, eliminando ameaças do regime iraniano”, diz texto divulgado nas redes sociais.

O Centcom também informou que três militares do país morreram e cinco tiveram ferimentos graves durante os ataques ao Irã. “Vários outros” se feriram sem gravidade e devem retornar ao conflito.

Guerra

Estados Unidos e Israel bombardearam diversos alvos em território iraniano, causando centenas de mortes, incluindo autoridades do país. Entre os mortos está o líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei.

Também neste domingo (1º), foi anunciada a formação de um órgão colegiado para substituir Khamenei. Segundo informou o jornal estatal Tehran Times, o conselho é composto pelos chefes do Executivo, presidente Masoud Pezeshkian; do Judiciário, Gholam Hossein Mohseni Ejeie; e do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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Bolsonaristas fazem manifestação no Rio com críticas a Lula e STF

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Reprodução/X
imagem colorida manifestação bolsonarista rj

O ato convocado nacionalmente pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), foi esvaziado no Rio de Janeiro (RJ). Os manifestantes bolsonaristas se reuniram na Praia de Copacabana, na manhã deste domingo (1º/3), para protestar contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além do Rio, houve manifestações na manhã deste domingo em pelo menos seis cidades: Brasília (DF), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), São Bernardo do Campo (SP) e Ribeirão Preto (SP).

Críticas a Lula e STF

No Rio de Janeiro, o ato teve a participação de nomes como os deputados federais do PL Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante, Altineu Côrtes, General Pazuello e o senador Carlos Portinho. Além dos parlamentares, quem também discursou foi o secretário estadual das cidades, Douglas Ruas (PL), escolhido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) como pré-candidato ao governo do Rio.

Na ocasião, Ruas criticou o prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD). O pré-candidato ressaltou que Paes é aliado de Lula, e lembrou de sua participação no desfile da escola Acadêmicos de Niterói.

“2026 é o ano da virada, do Brasil acordar. Está muito claro o que temos do outro lado. O presidente que diz que traficante é vítima, não vamos admitir isso. Ele esteve aqui, e ao lado do Eduardo, sambou, riu e aplaudiu o maior ataque já visto à família brasileira. Nós defendemos a família, eles defendem os vagabundos. Isso tem que ficar claro”, disse Ruas.

Quando convocou a manifestação pelas redes sociais, Nikolas abordou que o tema ficaria restrito a “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”. No entanto, a pauta desagradou a ala bolsonarista que defende moderação para eleger Flávio. Por conta disso, os organizadores também incluíram os pedidos de anistia.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Netanyahu afirma que ofensiva contra o Irã será intensificada

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© FOTO: FRAME/ X/BENJAMIN NETANYAH

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (1º) que a ofensiva militar contra o Irã, iniciada no último sábado (28), vai ser intensificada.

“Nossas forças estão avançando no coração de Teerã com intensidade crescente, e isso só se intensificará ainda mais nos próximos dias.”

Notícias relacionadas:

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã já deixaram centenas de mortos e feridos. Entre as vítimas, o Ministério da Educação do Irã inclui 153 meninas mortas e 95 feridas em um bombardeio aéreo a uma escola em Minab, no sul do país.

Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) anunciou neste domingo o lançamento de um ataque contra o território israelense e pelo menos 27 bases americanas na região do Oriente Médio.

Netanyahu reconheceu o custo humano do conflito para a população israelense, e citou ataques contra duas cidades do país: Tel Aviv e Beit Shemesh.

Benjamin Netanyahu classificou o momento como “dias dolorosos” e prestou condolências às famílias das vítimas. Por fim, desejou uma rápida recuperação aos feridos.

Queda do regime

O político israelense usou sua conta na rede social X para comentar os últimos desdobramentos da campanha militar contra o país persa.

“Acabei de sair de uma reunião com o Ministro da Defesa, o Chefe do Estado-Maior e o chefe do Mossad [Instituto de Inteligência e Operações Especiais de Israel]. Dei instruções para a continuação da campanha”, publicou o líder israelense.

O premiê destacou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. “Ontem [28], eliminamos o ditador Khamenei. Juntamente com ele, eliminamos dezenas de figuras importantes do regime opressor.”

Aliança militar com os EUA

Em vídeo publicado, o mandatário israelense diz que tem mobilizado todo o poder das Forças de Defesa de Israel, “como nunca antes, para garantir a existência do país no futuro”. Além disso, ressaltou a parceria com os Estados Unidos e seu presidente, Donald Trump, a quem chama de amigo.

“Essa combinação de forças nos permite fazer o que eu venho esperando fazer há 40 anos: atacar o regime terrorista em cheio. Eu prometi, e nós vamos cumprir”.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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