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Bolivianos bloqueiam pontes e ruas em protesto contra preço da carne brasileira
Os motos taxistas da cidade de Cobija, capital do estado de Pando (Bolívia), que faz divisa com o Brasil através do Acre, bloquearam o acesso as pontes da Amizade (Epitaciolândia) e Wilson Pinheiro (Brasiléia), na manhã desta quarta-feira, dia 31 de março.
O motivo, segundo um dos representantes da categoria, comunicou ao oaltoacre que, seria o preço da carne que está sendo vendida por um preço considerado muito cara na cidade, principalmente a brasileira que é exportada para o lado boliviano.
As pontes que dão acesso ao lodo boliviano por Brasiléia e Epitaciolândia foram bloqueadas como forma de chamar atenção das autoridades de Pando, como prefeito, governador e vereadores. Uma reunião estaria prevista para as 14 horas (hora boliviana).

Várias ruas e avenidas na cidade de Cobija tiveram bloqueios em protesto devido ao alto preço da carne na cidade – Foto: Alexandre Lima
“Estamos realizando um protesto pacífico, estamos impedindo apenas o tráfego de veículos pelas ruas de Cobija e acesso nas pontes. Nosso protesto está previsto para dois dias e poderá se estender por mais, caso as autoridades não tomem alguma providencia”, disse Seu Luís.
Na cidade de Cobija, várias ruas e avenidas foram interditadas impedindo o trânsito de veículos e alguns motos taxistas foram hostilizados para que aderissem ao protesto, sob alegação de que o protesto é para todos.
O comandante da Polícia Nacional Boliviana esteve reunido com representantes na divisa com Epitaciolândia, pedindo para que liberassem as pontes, mas, tudo iria depender da reunião que acontece na tarde desta quarta-feira, dia 31.

Comandante da Polícia Nacional Boíviana em Pando, esteve no local para negociar – Foto: Alexandre Lima

Acesso pela ponte no lado de Epitaciolândia também foi bloqueado para veículos – Foto: Alexandre Lima
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.






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