Conecte-se conosco

Brasil

Bocalom tem 58% dos votos válidos na véspera da eleição e pode vencer no 1º turno, diz Quaest

Publicado

em

A Quaest ouviu 904 pessoas nos dias 4 e 5 de outubro. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número de registro AC-05593/2024.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número de registro AC-05593/2024.

A poucas horas da votação deste domingo (5), o prefeito de Rio Branco e candidato à reeleição Tião Bocalom (PL) tem 58% contra 32% de Marcus Alexandre (MDB), nos votos válidos, segundo a pesquisa Quaest divulgada pela TV Acre. O levantamento indica vitória de Bocalom no primeiro turno.

Na última pesquisa Quaest de 2024 para prefeito de Rio Branco, encomendada pela Rede Amazônica Acre, foi divulgada neste sábado (5) e mostra o candidato Tião Bocalom com 58% e Marcus Alexandre (MDB) com 32%, nos votos válidos.

Pela margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos, o cenário indica vitória de Bocalom no 1º turno das Eleições 2024.

Em seguida aparecem empatados Dr. Jenilson (PSB) com 5% e Jarude (Novo) também com 5%.

Foram entrevistadas 904 pessoas no período de 4 a 5 de outubro, com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número de registro AC-05593/2024.

Veja os números em votos válidos:

  • Tião Bocalom (PL): 58%
  • Marcus Alexandre (MDB): 32%
  • Dr. Jenilson (PSB): 5%
  • Jarude (Novo): 5%
Como a Quaest calcula os votos válidos?

Para calcular os votos válidos, que é a forma como o TSE divulga o resultado das eleições, a Quaest levou em consideração as intenções de voto da pesquisa, o padrão e o perfil de comparecimento eleitoral na cidade de Rio Branco.

Além disso, nos votos válidos, considera também o nível de probabilidade de os eleitores saírem de casa para votar, ou seja, o nível de engajamento dos eleitores de cada candidato. Por conta disso, nos votos válidos, Bocalom (PL) aparece à frente de Alexandre (MDB).

“Na Quaest nós combinamos dados oficiais do TSE, que retratam o padrão e o histórico de comparecimento nas últimas eleições, com perguntas para identificar a motivação, o interesse e o grau de participação de cada eleitor em eleições anteriores. Reunindo esses dois dados é que a gente cria o modelo, quase um algoritmo, no qual a gente atribui para cada indivíduo na amostra, um peso, uma probabilidade, uma chance de ir votar no domingo”, explicou Felipe Nunes, diretor da Quaest.

“É dessa forma que a gente pretende tornar a pesquisa ainda mais precisa e informativa, para o eleitor que vai votar no domingo”.

Estimulada

Na pesquisa estimulada, em que os entrevistados recebem uma lista com nome e partido dos candidatos, Tião Bocalom (PL) aparece com 50% e Marcus Alexandre (MDB) com 33%. Jarude (Novo) aparece com 6% e Dr. Jenilson (PSB) aparece com 5%

  • Tião Bocalom (PL): 50% (eram 47%)
  • Marcus Alexandre (MDB): 33% (eram 36%)
  • Jarude (Novo): 6% (eram 5%)
  • Dr. Jenilson (PSB): 5% (eram 4%)
  • Indecisos: 2% (eram 4%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 4% (eram 4%)
Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Tião Bocalom (PL) aparece com 45% e Marcus Alexandre (MDB) Com 27%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

  • Tião Bocalom (PL): 45%
  • Marcus Alexandre (MDB): 27%
  • Jarude (Novo): 4%
  • Dr. Jenilson (PSB): 4%
  • Indecisos: 18%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 2%
Segundo turno

Caso nenhum candidato obtenha 50% mais um voto válido no primeiro turno, a eleição terá segundo turno.

Em uma projeção com os dois candidatos mais citados na pesquisa para primeiro turno, Tião Bocalom (PL) aparece com 58% e Marcus Alexandre com 36%.

  • Tião Bocalom (PL): 58%
  • Marcus Alexandre (MDB): 36%
  • Indecisos: 2%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 4%

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Brasil

Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025

Publicado

em

O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet

O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet.

A região Norte apresentou o maior índice de crescimento do Brasil com 117,2 milhões de reais captados em 2025.

Comparando com os dados de 2023, a região teve um aumento de 81,4%, quando alcançou 64,6 milhões de reais em recursos.

O Norte vem numa crescente de captação de recursos via Lei Rouanet.

O aumento foi de 48,1%, quando registrou 79,1 milhões de reais na comparação com 2024. Destaca o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Henilton Menezes.

“Mesmo estados pequenos que historicamente não tinham projetos sendo executados, como Amapá, Acre, Roraima, Rondônia (+)
Hoje todos esses estados têm projetos sendo executados”.

Pelo terceiro ano consecutivo, a lei de incentivo do Ministério da Cultura bateu recorde de captação. / O volume total de recursos captados em 2025 atingiu a marca de 3,41 bilhões de reais, via renúncia fiscal.

Esse valor representa um aumento de 12,1% em relação ao captado em 2024.

A quantidade de propostas recebidas também cresceu. O secretário do MinC comenta.

“Durante o ano de 2025, mais de 25 mil propostas foram recepcionadas para serem transformadas em projetos, o que denota que de fato a formação que nós estamos oferecendo para novos proponentes está dando resultado”.

No Brasil, atualmente, 4.866 projetos culturais estão em execução em todos os 26 estados e no Distrito Federal.

Desde o primeiro ano da gestão da ministra Margareth Menezes, os números da Lei Rouanet demonstram o fortalecimento do mecanismo como principal instrumento de fomento cultural do país. Explica Henilton Menezes.

“Antes havia uma concentração muito grande nas capitais, mas hoje nós temos uma quantidade bastante significativa de projetos que são executados em cidades pequenas, cidades do interior”.

Outro dado que prova o crescimento da Lei Rouanet está no aumento do número de empresas patrocinadoras.

A quantidade de investidores cresceu 55,1% ao longo dos últimos quatro anos. / Em 2022 eram 4.029 e, em 2025, foram 6.250 pessoas jurídicas.

O Governo do presidente Lula segue ampliando o alcance das políticas públicas para que os recursos da cultura continuem chegando a todas as pessoas.

“Fizemos também no ano de 2025, ações de indução do investimento com programas especiais, realizando programas como o Programa Rouanet nas Favelas, o Programa Rouanet Nordeste, Programa Rouanet da Juventude, que são ações, que levam para quem não tem essa possibilidade, recursos já com patrocinadores garantidos”.

A Lei Rouanet completou 34 anos em 2025 e soma um investimento de 33,6 bilhões de reais em valores nominais ou 60,5 bilhões de reais em valores atualizados. //

Para mais informações sobre a lei acesse o site do MinC.

Comentários

Continue lendo

Brasil

Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos

Publicado

em

Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada 

O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.

A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada 

A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.

Veja vídeo reportagem com Kike Navala:

Comentários

Continue lendo

Brasil

PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

Publicado

em

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ministro do Supremo Tribunal Federal STF José Antonio Dias Toffoli Metrópoles

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.

A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.

A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.

Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.

“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.

Queda de braço

As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.

Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.

Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.

Toffoli reduz prazo para depoimentos

Além da controvérsia sobre a perícia, Toffoli também reduziu de cinco para dois dias o prazo para a realização dos depoimentos dos investigados. As oitivas, que estavam previstas para ocorrer entre 23 e 28 de janeiro, deverão agora ser concentradas em dois dias consecutivos.

A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.

Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.

O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.

A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

Comentários

Continue lendo