Os pacientes portadores de HIV no Acre podem estar encontrando dificuldades no tratamento da doença. A informação foi repercutida pela Agência de Notícias da Aids.

Uma matéria feita pelo Intercept Brasil mostra que o desabastecimento afeta várias capitais brasileiras. O 3 em 1, principal aliado no tratamento dessas pessoas, foi substituído por uma combinação de comprimidos em Santa Catarina, Pernambuco, Ceará, Acre, Alagoas e no Rio de Janeiro.

Em resposta à publicação, o Ministério da Saúde disse que “não há interrupção na assistência às pessoas com HIV, nem falta de antirretroviral em nenhum lugar do país”.

O que ocorre é que, nesses lugares, a entrega dos remédios pode não estar sendo feita de forma integral.

“Mesmo com receita para quatro caixas, em média, apenas uma caixa era entregue por vez, obrigando os portadores da doença na capital a enfrentar filas todos os meses para conseguirem os comprimidos”, diz uma publicação do Jornal Opção, que denunciou a falta dos remédios em Goiânia. Por lá, a situação já foi normalizada. A reportagem da ContilNet não conseguiu localizar, no Acre, um responsável para falar sobre o caso.

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