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ApexBrasil lança estudos sobre comércio exterior e investimentos de estados amazônicos em meio à COP 30

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Publicações sobre Pará e Rondônia apontam milhares de oportunidades de exportação nos estados e reforçam o papel da Amazônia na economia verde global

Em sintonia com o debate internacional da COP 30, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou dois novos estudos da série Oportunidades de Exportação e Investimentos, desta vez dedicados aos estados do Pará e Rondônia. As publicações evidenciam o potencial econômico e sustentável da região amazônica, identificando milhares de oportunidades de exportação nos estados e apontando caminhos estratégicos para a atração de investimentos estrangeiros comprometidos com a economia verde e a bioeconomia florestal.

Os estudos reforçam o papel estratégico do Brasil e da Amazônia na transição global para uma economia de baixo carbono. Em 2024, o Pará foi o maior exportador da região Norte, com US$ 23 bilhões em vendas externas, enquanto Rondônia apresentou crescimento de 4,1% nas exportações, em relação ao ano anterior.

A indústria extrativa se consolida como principal macrossetor da pauta exportadora do Pará, representando 70,1% das exportações de 2024. Já em Rondônia, é a agropecuária que responde pela maior porcentagem: 49,5%. Quanto aos produtos, destacam-se o café não torrado em Rondônia, cujas exportações cresceram 644% dentre 2023 e 2024 e especiarias no Pará, que cresceram 55,6% no mesmo período.

Oportunidades de exportação

Além dos produtos tradicionais, os levantamentos revelam forte potencial de expansão em setores sustentáveis, como madeira e derivados. O Mapa de Oportunidades da ApexBrasil identificou para o Pará e Rondônia, 1.702 e 1.234 oportunidades respectivamente em mercados como Estados Unidos, México, França, China, Arábia Saudita e Vietnã.

Os estudos também destacam cadeias produtivas de base florestal e bioeconômica, capazes de gerar emprego, renda e valor agregado com baixo impacto ambiental. Entre os setores com potencial a ser explorado estão:

· Rondônia: produção de lavouras temporárias e produtos florestais não madeireiros;

· Pará: fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais, com oportunidades na transição energética.

Investimentos estrangeiros

No campo dos investimentos estrangeiros diretos (IED), Pará e Rondônia vêm se consolidando como destinos emergentes para projetos de inovação e tecnologia sustentável. Entre 2019 e 2024, foram anunciados US$ 277,6 milhões em novos investimentos, com destaque para os setores de software, serviços financeiros e economia digital. Estados Unidos, Espanha e Alemanha lideram o ranking de países investidores.

Estudos Estaduais

Segundo a ApexBrasil, os Estudos Estaduais têm como objetivo apoiar governos locais, empresas e entidades empresariais na formulação de estratégias de desenvolvimento sustentável e inserção internacional, alinhadas aos compromissos climáticos que o Brasil apresentará na COP 30.

“Essas publicações reforçam que a Amazônia não é apenas vital para o equilíbrio climático, mas também uma fronteira estratégica para a bioeconomia e o comércio sustentável. Pará e Rondônia têm potencial para ser modelos de uma nova economia verde, que concilia prosperidade, conservação e inovação”, afirma Jorge Viana, presidente da ApexBrasil.

Os estudos sobre Pará e Rondônia integram o ciclo 2025 dos Estudos Estaduais, que já contemplaram Ceará, Maranhão, Alagoas, Tocantins, Bahia, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Amapá, Rio Grande do Sul e Amazonas.

Os conteúdos estão disponíveis para download gratuito no site da ApexBrasil:

Oportunidades de Exportação e Investimentos – Pará: https://apexbrasil.com.br/content/apexbrasil/br/pt/solucoes/inteligencia/estudos-e-publicacoes/perfil-e-oportunidades-de-exportacao-e-investimentos-nos-estados/oportunidades-de-exportacao-e-investimentos—para—2025.html

Oportunidades de Exportação e Investimentos – Rondônia: https://apexbrasil.com.br/content/apexbrasil/br/pt/solucoes/inteligencia/estudos-e-publicacoes/perfil-e-oportunidades-de-exportacao-e-investimentos-nos-estados/oportunidades-de-exportacao-e-investimentos—rondonia—2025.html

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Mega-Sena 2969 pode pagar prêmio de R$ 144 milhões nesta quinta-feira

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Divulgação/Agência Brasil
Imagem colorida de bilhete da mega-sena - Metrópoles

A Caixa Econômica sorteia, nesta quinta-feira (5/2), o concurso 2669 da Mega-Sena, com prêmio estimado em R$ 144 milhões.

O sorteio será realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo, às 21h. As apostas podem ser feitas até às 20h.

No último sorteio, realizado na terça-feira (3/2), ninguém acertou os seis números e o prêmio acumulou. 82 apostas acertaram cinco dezenas e os sortudos vão receber prêmios a partir de R$ 52 mil.

Como apostar na Mega-Sena

Para jogar, é preciso escolher de seis a 15 dezenas por cartela. O jogo simples da Mega-Sena, com seis números, custa R$ 6 e oferece uma chance em 50.063.860 de ganhar o prêmio principal. Com 15 números, a probabilidade aumenta para 1 em 10.003 por cartela.

As apostas podem ser feitas online, para maiores de 18 anos, ou presencialmente em casas lotéricas e agências da Caixa, até às 20h do dia do sorteio. O cadastro online exige registro no site oficial, cartão de crédito e confirmação por e-mail.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Dino autoriza mineração sob controle indígena em terras demarcadas

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Gustavo Moreno/STF
Flávio Dino vota após Moraes pedir condenação de Bolsonaro e aliados - metropoles 3

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nessa terça-feira (3/2), em decisão cautelar, a exploração mineral em terras indígenas do povo Cinta Larga, desde que a atividade seja conduzida sob controle do próprio povo originário e cumpra exigências ambientais, sociais e legais.

A medida atende a um pedido dos Cinta Larga, que vivem em territórios de Mato Grosso e Rondônia, e estabelece prazo de dois anos para que o Congresso Nacional regulamente o tema.

A ação foi apresentada ao STF em outubro pela Coordenação das Organizações Indígenas do Povo Cinta Larga, que apontou omissão do Legislativo na regulamentação do artigo 231 da Constituição. A lei prevê a participação das comunidades indígenas nos resultados da exploração mineral em seus territórios.

Na decisão, Dino considerou que a ausência de uma lei específica desde 1988 contribuiu para a expansão do garimpo ilegal, a atuação de organizações criminosas e a intensificação da violência em terras indígenas. Para o ministro, a omissão estatal criou um cenário em que a mineração ocorre de forma clandestina, sem benefícios às comunidades e com graves danos ambientais.

Segundo o magistrado, a decisão busca romper um ciclo histórico em que a exploração ilegal gera destruição ambiental e pobreza, enquanto os povos indígenas permanecem excluídos dos benefícios econômicos. “Não é compatível com a Constituição manter um modelo em que sobram aos indígenas apenas os danos e a violência”, afirmou.

Prazo para editar nova lei

Ao reconhecer formalmente a omissão inconstitucional do Congresso, o magistrado fixou prazo de dois anos para a edição de uma lei que regulamente a exploração mineral em terras indígenas. Caso o Legislativo não cumpra o prazo, as regras provisórias estabelecidas pelo STF seguirão em vigor.

A autorização concedida pelo Supremo, entretanto, é limitada e condicionada.

A exploração mineral poderá ocorrer em até 1% da área total da terra indígena demarcada e dependerá de consulta livre, prévia e informada às comunidades afetadas, conforme a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Também será exigido licenciamento ambiental, estudos de impacto e planos de recuperação das áreas exploradas.

A decisão assegura a participação integral dos povos indígenas nos resultados econômicos da atividade. Os recursos deverão ser destinados prioritariamente à proteção territorial, à recuperação ambiental e a projetos coletivos nas áreas de saúde, educação e sustentabilidade.

A aplicação dos valores ficará sob fiscalização de órgãos federais, como Funai, Ibama, Agência Nacional de Mineração (ANM) e Ministério Público Federal.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Corpo encontrado no Rio Acre é identificado como Adevaldo das Chagas Bezerra, de 56 anos

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Vítima estava envolta em lona, levantando suspeita de desova; polícia investiga morte e aguarda laudo do IML

Segundo o 2º sargento Carvalho, responsável pela operação, um ribeirinho avistou o corpo próximo à margem do rio e acionou imediatamente o 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros. Foto: captada 

O corpo resgatado do Rio Acre na noite de terça-feira (3), na região do Panorama, em Rio Branco, foi identificado como Adevaldo das Chagas Bezerra, de 56 anos. A vítima foi localizada por um ribeirinho e retirada da água pelo Pelotão Náutico do Corpo de Bombeiros.

Segundo o 2º sargento Carvalho, que comandou a operação, o corpo estava enrolado em uma lona — detalhe que levanta suspeita de desova. Adevaldo usava uma camiseta de jogador de basquete e não apresentava sinais avançados de decomposição, indicando que a morte ocorreu poucas horas antes do resgate.

Após o isolamento da área, a perícia realizou os primeiros levantamentos no bairro da Base, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames que determinarão a causa da morte. O caso foi assumido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga as circunstâncias do crime e possíveis envolvidos. O atendimento inicial foi feito pela Equipe de Pronto Emprego da Polícia Civil.

O corpo de Adevaldo das Chagas Bezerra, de 56 anos, foi encontrado boiando às margens do Rio Acre, na noite da última terça-feira,3, na região do Panorama, em Rio Branco. Foto: captada 

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