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“Antes era um ramal que só tinha nome de ramal”, destaca morador após prefeitura de Brasileia concluir 1ª etapa do ramal do km 59
Após mais de 50 dias de trabalhos intensos, equipe determinada e grande logística de obras no ramal do quilômetro 59 tem sua primeira etapa concluída. Já são mais de 60 quilômetros beneficiados que antecedem a ponte sobre o rio Xapuri.
Trabalho realizado pela Prefeitura de Brasileia por meio da Secretaria de Obras que realizaram limpeza, piçarramento nos pontos críticos e patrolamento da via. Sendo 38 km no ramal principal e outros 22 no ramal da Pinda, indo até às margens do rio.
Morador desde criança do ramal da Pinda o produtor José Rodrigues, fala sobre a obra, “antes era um ramal que só tinha nome de ramal. Agora está bem melhor, o ramal está bem feito”, diz o morador.
Mais à frente, quase no final da via, o morador, José Marçal, desabafa após ver os benefícios no ramal. “Antigamente, eu cansei de fazer montantes de produtos a beira do ramal e não ter carro para escoar o produto. Agora tô achando que vai ter condições da gente trabalhar”, relata Marçal.
Trabalho realizado com recursos próprios, torna melhor a acessibilidade dos moradores e transporte dos produtos. A obra muda a realidade dos moradores e produtores da região.
“Estamos chegando no final do km 59, e nosso piçarramento chegando na ponte do rio Xapuri. Atravessamos os tratores para o outro lado do rio para dar seguimento nas obras”, destaca o Secretário de Obras, Francisco Lima.
Construção da Ponte
Ao mesmo tempo que as obras avançam na recuperação do ramal, outra equipe da gestão trabalha há mais de dois meses na construção da nova ponte sobre o rio Xapuri.
A obra avança cada dia mais, com apoio do Bate Estaca do Governo do Acre. Mais de 50% da obra já está concluída, faltando apenas três colunas e o assoalhamento.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.








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