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Alemanha é tetra! Com gol de Götze, seleção alemã vence a Argentina por 1 a 0

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Gol foi marcado aos sete minutos do segundo tempo da prorrogação

O Globo/RIO — Tetracampeã! A Alemanha venceu a Argentina por 1 a 0, gol de Götze, e conquistou a Copa do Mundo pela quarta vez. A Argentina lutou, marcou muito, mas sucumbiu à superioridade alemã. Foi a primeira vez que uma seleção europeia foi campeã fora da Europa.

A Alemanha venceu também as Copas de 1954, 1974 e 1990.

O gol da vitória saiu aos sete minutos do segundo tempo da prorrogação. Schürlle arrancou pela esquerda e cruzou na área. Götze matou no peito e chutou de primeira, sem chances para Romero.

Este foi o 171° gol desta Copa do Mundo, igualando o recorde de gols marcados em Mundiais, junto com a Copa da França, em 1998.

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POSSE DE BOLA X MARCAÇÃO

O jogo foi marcado por uma oposição clara: a Alemanha teve a bola, enquanto a Argentina mostrou poder de marcação e velocidade na transição para o ataque. Em um primeiro tempo equilibrado, as duas seleções tiveram chances claras de marcar. Higuaín, aos 20 minutos, finalizou muito mal depois de receber um presente de Kroos. O alemão cabeceou para trás, mas a bola passou pelos zagueiros e não teve força para chegar a Neuer. O atacante argentinou ficou sozinho na cara do goleiro, mas bateu para fora. Higuaín teve ainda um gol bem anulado, pois estava impedido no instante em que Lavezzi deu o passe, aos 29 minutos.

Aos 39, Messi arrancou pela direita, deixou os marcadores para trás e tocou fraco na saída de Neuer. A bola passou pelo goleiro, mas Boateng salvou em cima da linha. Três minutos depois, Mascherano errou um passe no meio, e a Alemanha teve espaço para o contra-ataque. Müller partiu na direita e tocoupara Klose. O atacante ajeitou para Kroos, que bateu fraco, para boa defesa de Romero.

A melhor chance alemã veio já nos acréscimos da primeira etapa. Kroos bateu escanteio, e Hoewedes cabeceou na trave. Pouco antes, Schürlle, que entrara no lugar de Kramer, levou perigo em um chute de fora da área, mas Romero fez a defesa.

GÖTZE MARCA NO FIM

O segundo tempo apresentou uma dinâmica parecida, mas a Argentina perdeu velocidade aos poucos. Com a entrada de Agüero no lugar de Lavezzi, a equipe de Alejandro Sabella passou a jogar com dois atacantes mais fixos — Agüero e Higuaín. Logo aos dois minutos, Messi bateu cruzado e levou perigo. O camisa 10 levou perigo de novo aos 29, quando recebeu na esquerda, cortou para o meio e bateu para fora. Já a Alemanha desperdiçou uma boa oportunidade aos 25, quando Schürlle recebeu dentro da área, mas se atrapalhou e deixou a bola para Romero. Dez minutos depois, em uma jogada bem organizada, Özil tocou para Kroos na entrada da área, mas o jogador bateu fraco, à esquerda do gol de Romero. Pouco antes do fim, Götze, que entrara no lugar de Klose, foi fominha e resolveu chutar de fora da área, quando a melhor opção era o passe para Kroos.

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Após 24 anos, equipe comandada por Joachin Löw volta a levantar a taça; gol da vitória foi marcado por Götze já no segundo tempo da prorrogação

Com as duas seleções nitidamente esgotadas fisicamente, o primeiro tempo da prorrogação foi equilibrado. Logo com um minuto, Schürlle teve uma boa chance, mas chutou em cima de Romero. Aos seis, Rojo lançou Palacio. Hummeles falhou, não cortou o passe, e a bola sobrou para o atacante argentino. Mas Palácio dominou mal, deixou a bola escapar e só conseguiu dar um toque por cima de Neuer, mas a bola foi para fora.

Aos sete minutos do segundo tempo, Schürlle arrancou e cruzou para Götze, que marcou o gol do tetracampeonato alemão. A Argentina ainda tentou levar a partida para os pênaltis, mas a cabeçada de Messi saiu rente ao travessão.

ALEMANHA 1 X 0 ARGENTINA

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data/Horário: 13/07/2014, às 16h

Árbitro: Nicola Rizzoli (Itália)

Público: 74.738 torcedores presentes

Cartões amarelos: Schweinsteiger, Hoewedes, Mascherano, Agüero

Cartão vermelho:

Gols: Götze (7’/2°T da prorrogação)

ALEMANHA: Neuer; Lahm, Boateng, Hummles e Hoewedes; Kramer (Schürlle, 31’/1°T) e Schweinsteiger; Kroos, Özil (Mertesacker, 15’/2°T da prorrogação) e Müller; Klose (Götze, 42’/2°T). Técnico: Joachim Löw.

ARGENTINA: Romero; Zabaleta, Garay, Demichelis e Rojo; Mascherano, Lucas Biglia e Enzo Pérez (Gago, 42’/2°T); Messi, Lavezzi (Agüero, intervalo) e Higuaín (Palácio, 32’/2°T). Técnico: Alejandro Sabella.

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“Hoje é a Venezuela, amanhã pode ser o Brasil”, diz Cesário Braga em ato no Lago do Amor

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Cesário Braga afirmou ser “radicalmente contra o regime do Maduro”, mas defendeu autodeterminação e condenou ação militar estrangeira sem aval internacional

O ato ocorreu em meio à repercussão internacional da invasão dos Estados Unidos à Venezuela e da prisão de Nicolás Maduro e de sua esposa, ocorrida na madrugada do último sábado (3). Foto: captada 

Com Whidy Melo

O ex-presidente do PT no Acre e atual superintendente do Ministério do Desenvolvimento Agrário no estado, Cesário Braga, participou de um ato público no Lago do Amor, em Rio Branco, no domingo (4), em solidariedade ao povo venezuelano e em defesa do princípio da autodeterminação dos povos. Em entrevista, ele deixou claro que a mobilização não significava apoio ao governo de Nicolás Maduro, mas uma posição contrária à invasão de um país por outro, fora das normas do direito internacional.

“Sou radicalmente contra o regime do Maduro, que eu considero uma ditadura. Assim como sou radicalmente contra a invasão de um país por outro país, sem nenhum motivo óbvio que não seja o roubo dos minérios daquele país”, afirmou Cesário Braga. O ato reuniu manifestantes que repudiaram a ação militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Maduro, ocorrida na madrugada de sábado (3), segundo informações amplamente divulgadas.

Segundo ele, o episódio envolvendo a Venezuela acende um alerta também para o Brasil. “Nós não somos somente o segundo país do planeta em terras raras, mas somos um grande produtor de petróleo e temos reservas imensas de água potável. Hoje é a Venezuela e amanhã pode ser o Brasil”, completou.

Cesário também criticou o que chamou de desconhecimento da população sobre a gravidade do conflito internacional. “Estamos falando de uma invasão feita fora das regras do direito internacional, com a justificativa única de se apropriar dos recursos naturais da Venezuela. O Donald Trump não falou de outra coisa que não fosse a apropriação do petróleo. Nós estamos aqui defendendo a soberania do povo venezuelano”, disse.

O ato ocorreu em meio à repercussão internacional da invasão dos Estados Unidos à Venezuela e da prisão de Nicolás Maduro e de sua esposa, ocorrida na madrugada do último sábado (3). A mobilização reuniu militantes, estudantes, dirigentes partidários e integrantes de movimentos sociais do Acre.

Entre as organizações presentes estiveram o Partido Comunista Brasileiro (PCB), Unidade Classista, Movimento Estudantil Popular (MEP), Movimento de Unidade Popular (MUP), União da Juventude Comunista (UJC), União Nacional dos Estudantes (UNVE), União da Juventude Socialista (UJS) Acre, Movimento Sem Parar, Juventude Pátria Livre (JPT) e o Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR).

Em entrevista, Cesário destacou que a mobilização não representa apoio ao governo de Nicolás Maduro, mas uma posição contrária à invasão de um país por outro, à margem das normas do direito internacional. Foto: captada 

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Moradora denuncia danos em cemitério e pede ação contra vandalismo em Sena Madureira

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Aldileide Vieira relata danos em outros túmulos, incluindo o memorial da própria filha

Aldileide afirmou que familiares já acionaram a polícia em outras ocasiões, mas que, até o momento, nenhuma medida definitiva foi adotada para conter o problema. Foto: captada 

A moradora Aldileide Vieira usou as redes sociais no domingo (4) para denunciar atos recorrentes de depredação no cemitério de Sena Madureira. Segundo o relato, túmulos vêm sendo danificados com frequência, incluindo o da própria filha, o que tem causado revolta e sofrimento às famílias que visitam o local.

De acordo com Aldileide, ao chegar ao cemitério, ela encontrou fotografias de outros sepultamentos quebradas e afirmou já ter precisado pagar mais de uma vez pelo conserto da imagem instalada no túmulo da filha. Ela destacou que o problema não se resume ao prejuízo financeiro, mas, principalmente, ao desrespeito com a memória dos entes queridos.

A denunciante relatou ainda que situações semelhantes já ocorreram em outros túmulos, inclusive de famílias que enfrentam luto recente. Segundo ela, os danos estariam sendo causados por um homem que frequenta o local e faz uso de drogas. O suspeito, conforme o relato, entra no cemitério com frequência, consome entorpecentes e acaba quebrando fotos e objetos instalados nos memoriais. No decorrer do vídeo ainda mostra o suposto autor enquanto encontra-se deitado em uma calçada próximo ao local.

Aldileide afirmou que familiares já acionaram a polícia em outras ocasiões, mas que, até o momento, nenhuma medida definitiva foi adotada para conter o problema. Ela cobra providências do poder público e defende ações como vigilância permanente, instalação de câmeras de segurança ou maior controle de acesso ao cemitério.

“O cemitério é um espaço de respeito, memória e dor para muitas famílias. As pessoas vêm visitar seus entes queridos e encontram os túmulos destruídos”, desabafou.

A moradora finalizou o apelo pedindo que as autoridades intervenham antes que a situação se agrave e gere conflitos maiores.

Suposto autor dos danos/ Foto: Reprodução

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Após Venezuela, Trump diz que operação na Colômbia seria “boa ideia”

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Presidente americano também voltou a sugerir ação dos Estados Unidos no México e avaliou que Cuba parece “estar prestes a ruir”

Donald Trump assistindo à operação militar na Venezuela que culminou na captura do ditador Nicolás Maduro. Foto: Reprodução/Truth Social

Da Reuters, em Washington (EUA)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou, neste domingo (4), a Colômbia com alguma ação militar americana, um dia após forças dos EUA invadirem a Venezuela para capturar o presidente Nicolás Maduro e sua esposa sob acusação de ligação com o narcotráfico internacional.

“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos”, afirmou Trump a bordo do avião presidencial em direção à capital Washington, fazendo referência ao presidente colombiano, Gustavo Petro.

“Ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, acrescentou. Para além da ameaça militar, a Colômbia realiza eleições presidenciais em maio deste ano; pela Constituição do país, Petro não pode concorrer à reeleição a um segundo mandato consecutivo.

Questionado por jornalistas se os Estados Unidos realizariam alguma operação militar na Colômbia, Trump respondeu: “a ‘Operação Colômbia’ me parece uma boa ideia”.

Trump também sugeriu ações dos EUA no México — mas não chegou a adjetivar negativamente a presidente Claudia Sheinbaum —, citando o tráfico de drogas no país, e afirmou que Cuba “parece estar prestes a ruir” por conta própria, o que descartaria qualquer ação externa americana.

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