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Aleac autoriza governo a extinguir Igesac e transferir funcionários para a Sesacre
Depois de mais de 12 anos de polêmicas os trabalhadores contratados pelo antigo Pro-Saúde poderão finalmente ter paz. Isso graças a uma iniciativa do governador Gladson Cameli juntamente com a Assembleia Legislativa (Aleac) que conseguiram montar uma engenharia para garantir o emprego de mais de mil servidores da saúde.
Eles deverão ser transferidos diretamente para a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). O que vai permitir essa solução é projeto aprovado pela Aleac, nesta quarta, dia 1º, que permite ao governo do Estado extinguir o Instituto de Gestão de Saúde do Acre (Igesac).
Entenda o caso: o atual governo para manter os empregos dos contratados do Pro-Saúde criou o Igesac. No entanto, questões de legislação, criaram embaraços nesse processo. Assim o governo resolveu extinguir o Igesac e contratar diretamente esse servidores pela Sesacre.
O presidente da Aleac, deputado Nicolau Júnior (PP) afirmou que a solução encontrada é um alívio para esse trabalhadores com origem no Pró-Saúde.
“Esse problema vem de muito tempo desde gestões passadas. São funcionários do Pró-Saúde que o governador Gladson Cameli tem feito de tudo para mantê-los empregados. Esse projeto que foi aprovado pela Aleac permite acomodar esses trabalhadores na Sesacre. Isso trará a tranquilidade para cerca mil pais e mães de famílias acreanas em todo o estado, mostrando o compromisso do governador com essas pessoas”, avaliou o presidente.
Para se chegar a um consenso houve muito diálogo até o projeto chegar ao plenário da Aleac. “Foram semanas de negociações com os trabalhadores e os sindicatos da Saúde, mas conseguimos chegar a um consenso. Com o projeto que aprovamos poderemos deixar essas pessoas mais seguras dos seus empregos”, disse Nicolau.
O líder do governo na Aleac, Pedro Longo (PV), explicou como esse processo deverá ajudar a solucionar o problema desses servidores.
“Com esse projeto o governo fica autorizado a extinguir o Igesac. Mas com a sanção da Lei os trabalhadores do Igesac passam a ser servidores da Sesacre. Deixam de ter qualquer vínculo com o Igesac e passam a ser funcionários com carreiras celetistas dentro do governo. Esse foi o acordo costurado entre governo, deputados e os sindicatos”, avaliou Longo.
O líder falou ainda como será a relação desses funcionários com a Sesacre.
“Eles são considerados concursados, mas estarão no regime de celetistas porque a Lei permite o servidor ser estatutário ou celetista. Isso significa que na medida que eles forem se aposentando não serão substituídos. Ao contrário de outras carreiras na Sesacre como, por exemplo, de um médico ou de uma enfermeira, que quando abre uma vaga poderão ser substituídos. No caso desses servidores com origem no Pró-Saúde e, posteriormente, no Igesac, isso não acontecerá. Eles estarão com os empregos garantidos, mas na medida que se aposentarem ou pedirem demissão esses cargos serão extintos”, finalizou o líder.
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.








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