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Brasil

Ala do Republicanos quer neutralidade da sigla na disputa presidencial

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Divulgação
Imagem da arte do partido

Uma ala do Republicanos quer que o partido se mantenha neutro na disputa nacional deste ano em relação à Presidência da República. Em 2022, o partido integrou a base de apoio da tentativa de reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e elegeu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, colocando fim a 28 anos de gestões do PSDB no comando do estado.

A avaliação de um grupo do partido é de que a neutralidade vai facilitar a construção de palanques estaduais, uma vez que ficará liberado a fazer alianças com partidos mais ligados à direita e outros mais ligados à esquerda.

Nesta semana, o presidente do partido, Marcos Pereira, disse que as possibilidades para o partido são apoiar uma candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) ou manter a neutralidade. Pereira admitiu esta semana que uma aliança com Lula seria “difícil” porque o partido é de centro-direita.


Alas diferentes do Republicanos

  • No partido, existem nomes de peso que devem caminhar em projetos separados independente da definição da sigla;
  • De um lado, está Tarcísio, que vai caminhar com a candidatura de Flávio, depois de ser preterido por Bolsonaro como seu candidato à sucessão;
  • De outro, está o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que tenta emplacar seu pai, Nabor Wanderley, como candidato ao Senado na Paraíba com o apoio de Lula. Caso consiga, Motta deve subir em palanques para defender a reeleição do presidente.

A escolha na sigla não será simples e deve ser adiada ao máximo pela cúpula do partido. A previsão é que qualquer acordo no plano nacional só seja fechado depois que encerrar a janela partidária, em abril.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Brasil

Liquidação do Master não gerou efeitos sistêmicos, diz BC

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Banco Central

A liquidação de instituições financeiras ligadas ao caso do Banco Master não provocou efeito sistêmico no sistema financeiro brasileiro, segundo avaliação do Banco Central (BC) divulgada nesta quinta-feira (19/3). Apesar disso, a autoridade monetária alertou para o aumento de riscos no cenário global.

De acordo com a ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), o BC concluiu que os mecanismos de proteção existentes foram suficientes para absorver os impactos da quebra das instituições associadas ao conglomerado.

“A liquidação extrajudicial de instituições integrantes do Conglomerado Master não gerou efeitos sistêmicos no âmbito do SFN. Os mecanismos de proteção existentes associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foram acionados conforme o modelo institucional vigente, evidenciando a capacidade de absorção de choques e a resiliência do sistema financeiro”, diz o texto.

O caso envolve uma série de liquidações iniciadas após o colapso do grupo liderado pelo Banco Master, que veio à tona no fim de 2025, em meio a investigações sobre fraudes financeiras.

Desde então, diversas instituições ligadas direta ou indiretamente ao grupo foram retiradas do mercado pela autoridade monetária.

Segundo o BC, mudanças recentes no funcionamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), responsável por proteger depositantes e investidores, ajudaram a conter os efeitos da crise e reduzir a vulnerabilidade de instituições mais dependentes de captação.

Isso significa que o episódio não gerou um “efeito dominó” no sistema bancário, cenário que costuma preocupar reguladores em casos de quebra de instituições financeiras.

Apesar da avaliação positiva no cenário doméstico, o BC destacou que o ambiente internacional segue desafiador. A combinação de juros elevados em economias avançadas, tensões geopolíticas e incertezas sobre o crescimento global pode afetar as condições financeiras também no Brasil.

“As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco”, aponta o comunicado.

Esse contexto, segundo a autoridade monetária, exige atenção contínua, já que choques externos podem pressionar mercados, crédito e fluxo de capitais, mesmo com o sistema financeiro nacional considerado resiliente.

Contexto do caso Master

A crise envolvendo o Banco Master levou à liquidação de várias instituições e acionou o FGC para ressarcir investidores, em um dos maiores episódios recentes do sistema financeiro brasileiro. Investigações apontam suspeitas de fraudes, manipulação de ativos e problemas de gestão no grupo.

Entre as medidas adotadas, o Banco Central determinou intervenções, regimes especiais e liquidações extrajudiciais para garantir uma saída ordenada dessas empresas do mercado e evitar impactos mais amplos

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Reading Reading TCE-AC abre consulta pública para definir prioridades de fiscalização em 2026/2027

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População pode indicar áreas que devem ser priorizadas pelo Tribunal até o dia 6 de abril; formulário está disponível online

Segundo a secretária de Controle Externo, Fernanda Santana, a proposta é ampliar a participação cidadã no planejamento institucional. Foto: captada 

O Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) iniciou nesta quinta-feira (19) a consulta pública que irá subsidiar a elaboração do Plano Anual de Controle Externo (PACE) para o ciclo 2026/2027. A iniciativa convida a sociedade a indicar as áreas que devem ser priorizadas nas fiscalizações do próximo período.

A consulta ficará disponível até o dia 6 de abril, por meio de formulário online, e integra a estratégia do Tribunal de fortalecer o controle social e alinhar sua atuação às demandas reais da população.

Participação cidadã

Segundo a secretária de Controle Externo, Fernanda Santana, a proposta é ampliar a participação cidadã no planejamento institucional. “Queremos que o cidadão seja nosso braço direito, contribuindo para que as fiscalizações estejam cada vez mais conectadas às necessidades da sociedade”, destacou.

Resultados do ciclo anterior

O atual PACE (2025/2026), construído com base na consulta pública anterior, apontou saúde e educação como áreas de muito alta prioridade, seguidas por temas como água e saneamento, compras públicas e meio ambiente. A partir dessas definições, o Tribunal estruturou 134 ações de fiscalização, das quais 95% já foram concluídas.

Como resultado, ao longo de 2025, foram emitidos 1.274 relatórios técnicos de controle externo, representando um aumento de 29,4% em relação ao ano anterior, evidenciando a efetividade do planejamento orientado pela participação social.

Como participar

A participação na nova consulta pode ser feita pelo link:

👉 https://forms.office.com/r/Lc2TxRnniS

O formulário ficará disponível até 6 de abril de 2026.

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Detran-AC publica edital com notificação de suspensão e cassação de CNH de condutores

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Motoristas listados têm até 18 de abril para entregar habilitação ou recorrer à Jari; bloqueio no Renach ocorre em 3 de maio

O edital informa que as penalidades foram aplicadas em razão do esgotamento dos prazos legais ou do indeferimento de recursos apresentados pelos condutores. Foto: captada 

O Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran-AC) publicou, na edição desta quinta-feira (19) do Diário Oficial do Estado (DOE), o edital nº 10/2026 que notifica condutores sobre a aplicação de penalidades de suspensão e cassação do direito de dirigir .

De acordo com o documento, assinado pela presidente do órgão, Taynara Martins Barbosa, a medida ocorre após tentativas frustradas de notificação via correspondência. Com isso, os motoristas listados passam a ser oficialmente comunicados da decisão administrativa, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e na Resolução nº 723/2018 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Motivo das penalidades

O edital informa que as penalidades foram aplicadas em razão do esgotamento dos prazos legais ou do indeferimento de recursos apresentados pelos condutores.

Prazos e procedimentos

Os notificados têm até o dia 18 de abril de 2026 para:

  • Entregar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na Divisão de Suspensão e Cassação (DSC), localizada na sede do Detran, em Rio Branco; ou

  • Apresentar recurso junto à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari).

Consequências do não cumprimento

O órgão alerta que, caso não haja a entrega do documento ou a interposição de recurso dentro do prazo estipulado, a penalidade será automaticamente executada, com bloqueio da CNH no Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach) a partir do dia 3 de maio de 2026.

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