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Acreanos são presos em Cobija; grupo planejava sequestros e roubos, diz polícia

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Com o governador Gladson Cameli estabelecendo como uma de suas prioridades o combate aos crimes transfronteiriços desde o início da gestão

Um dos alvos, segundo o serviço de inteligência do governo boliviano, seria o Hotel Victória. Os brasileiros presos devem ser condenados e expulsos da Bolívia para cumprimento de pena no Brasil.

POR TIÃO MAIA

Pouco mais de uma semana de assinado, o Fórum Binacional de Segurança entre os brasileiros e bolivianos, na fronteira de Pando com o Alto Acre, com o objetivo de unir esforços contra crimes transfronteiriços, começaram a dar resultados.

A polícia e a promotoria de Justiça de Cobija, a capital boliviana de Pando que faz fronteira com os municípios de Epitaciolândia e Brasileia, apresentaram, no último final de semana, pelo menos cinco acreanos que integravam uma quadrilha composta também por bolivianos para cometerem assaltos na fronteira.

O grupo era integrado por dois homens, duas mulheres e um menor, informou a polícia. De acordo comas autoridades bolivianas, o grupo, liderado pelos bolivianos, pretendiam cometer assaltos e sequestros na Avenida 6 de Agosto, uma das principais ruas de Cobija, onde está o centro financeiro da cidade. Um dos alvos, segundo o serviço de inteligência do governo boliviano, seria o Hotel Victória. Os brasileiros presos devem ser condenados e expulsos da Bolívia para cumprimento de pena no Brasil.

Na semana que passou, sob a liderança do secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar Santos, um grupo de autoridades brasileiras do Acre participou do encontro com representantes das polícias Civil e Militar, policiais penais e Corpo de Bombeiros, além de representantes da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, com autoridades equivalentes da Bolívia. Entre as principais discussões entre os países, foi o intercâmbio de informações de inteligência, em relação aos sistemas penitenciários, estratégias de combate ao tráfico de pessoas e, principalmente, a luta contra o narcotráfico.

O coronel Paulo Cézar disse que o Acre vive uma condição praticamente única em sua fronteira, conectado a dois países, com a necessidade de uma ação do Estado para minimizar os impactos da violência. Com o governador Gladson Cameli estabelecendo como uma de suas prioridades o combate aos crimes transfronteiriços desde o início da gestão, o governo se prepara para ter seu primeiro Centro Integrado de Comando e Controle ainda neste primeiro semestre, junto a um pacote de ações pontuais por meio do Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (Vigia), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Uma das preocupações das autoridades dos dois países é combate à ação das facções e recuperação de veículos brasileiros que são roubados no Acre e levados para Cobija. A governadora de Pando, Paola Tarraxas, disse que o compromisso do governo local também seria o combate ao crime, principalmente coibindo a expansão de grupos faccionados do Brasil que estariam buscando refúgio e expansão de suas ações para o território boliviano.

Neste sentido, a ação entre autoridades dos dois países começou a dar resultados, com a prisão de brasileiros e bolivianos integrando uma quadrilha comum. Além de presos, os brasileiros foram apresentados à sociedade na fronteira em vídeos produzidos pelas autoridades bolivianas.

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Prefeito Jerry Coreia participa de reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre

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O prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, participou de uma importante reunião institucional no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), em Rio Branco. O encontro contou com a presença da presidente da Corte, a conselheira Dulce Mattos, e da conselheira Nalu Gouveia.

Durante a reunião, foram discutidos temas estratégicos para a região do Alto Acre, com destaque para a situação e os encaminhamentos relacionados ao Hospital Regional do Alto Acre, outro ponto central da pauta foi a redefinição dos limites territoriais do Estado, uma demanda histórica que impacta diretamente diversos municípios acreanos e que necessita de amplo debate e encaminhamentos institucionais.

O prefeito Jerry Correia ressaltou a importância de que essa pauta avance de forma integrada, envolvendo o Tribunal de Contas, a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o Governo do Estado, as prefeituras e os municípios afetados. Segundo ele, o diálogo entre as instituições é essencial para garantir segurança jurídica, planejamento adequado e melhorias efetivas para a população.

Ao final do encontro, o gestor municipal destacou sua satisfação com a forma como os prefeitos são acolhidos e orientados pelo Tribunal de Contas do Estado. “É muito importante contar com a orientação técnica do TCE-AC. Saímos fortalecidos para tomar decisões responsáveis e alinhadas com a legalidade e o interesse público”, afirmou o prefeito.

A Prefeitura de Assis Brasil reforça seu compromisso com o diálogo institucional e com a busca de soluções que promovam o desenvolvimento regional e a melhoria da qualidade de vida da população.

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Com mais de 880 pedidos de refúgio, vice-governadora Mailza cria câmara técnica para reforçar assistência a imigrantes no estado

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Vice-governadora Mailza Assis destaca que concurso impacta na qualidade do ensino no Acre. Foto: Alexandre Lima

A vice-governadora do Acre e secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Mailza Assis, por meio da Comissão Intergestores Bipartite do Acre (CIB-AC), aprovou a criação de uma câmara técnica (CT) voltada à análise de custos e à viabilidade de cofinanciamento estadual para o enfrentamento da situação migratória no Acre.

A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira, 15, prevista na Resolução CIB/AC nº 03, de 12 de dezembro de 2025.

“Com a criação da câmara técnica, o governo, em parceria com os municípios, busca fortalecer a resposta institucional ao fenômeno migratório, assegurando planejamento, sustentabilidade financeira e oferta de serviços socioassistenciais adequados à população em situação de migração e refúgio”, explica.

A iniciativa se dá em um contexto de crescimento de demanda por proteção social a pessoas migrantes e refugiadas no estado. Atualmente, o Acre contabiliza 888 pedidos de refúgio, o que reforça a necessidade de planejamento técnico e financeiro, para garantir atendimento adequado na rede socioassistencial.

De acordo com a resolução, a CT terá como principal atribuição realizar estudos e elaborar documentos que apontem os custos envolvidos e a viabilidade de cofinanciamento estadual das ações voltadas à população migrante. O trabalho deverá subsidiar decisões da gestão estadual e pactuações entre Estado e municípios no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Os critérios, prazos, formas de financiamento e demais definições de repasse serão construídos pela CT e apresentados para análise da gestão da SEASDH. Após essa etapa, as propostas serão submetidas à pactuação na própria CIB/AC.

A resolução se fundamenta em marcos legais e normativos da política de assistência social, como a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), a Norma Operacional Básica do Suas e a legislação estadual que organiza o sistema no Acre, garantindo respaldo jurídico à implantação da nova instância técnica.

De acordo com a chefe do Departamento de Gestão do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas), Regiane Ferreira, a CT vai entrar em contato com os municípios do Acre que fazem fronteira com outros países, para otimizar suporte e apoio.

“Com a criação da câmara técnica, o Estado vai estudar, com os municípios, a viabilidade de reforçar a quantidade de recursos, bem como direcioná-los prioritariamente para esse fim. Atualmente o estado já passa recursos e a ideia é dar um reforço. Os municípios solicitaram para a gente um recurso maior e não havia como avaliarmos quanto se gasta com esse fim. Será feito um estudo de viabilidade, custos e se o Estado vai ter orçamento. Após a câmara se reunir e discutir tudo isso, com a participação de representantes dos municípios, vai-se chegar a um dividendo comum para suporte”, informa Regiane.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Deputado Tadeu Hassem destaca ações sociais e institucionais na fronteira

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O deputado estadual Tadeu Hassem cumpriu agenda na região de fronteira nesta semana, com participação em ações voltadas à mobilidade urbana, inclusão social e fortalecimento de serviços públicos nos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia.

Em Brasiléia, foram entregues coletes reflexivos para mototaxistas e capacetes para motoboys por meio do projeto Motociclista Consciente, além de habilitações do programa CNH Social, do Governo do Acre. As iniciativas visam garantir mais segurança no trânsito, inclusão social e oportunidades para trabalhadores que dependem da motocicleta como instrumento de trabalho.

Durante a atividade, o parlamentar parabenizou os mototaxistas do município pela organização da categoria, destacando o trabalho do presidente do sindicato, Manoel Antônio, e reconhecendo a atuação dos profissionais que enfrentam diariamente os desafios do trânsito.

Tadeu Hassem também agradeceu ao governador Gladson Cameli pela execução dos programas, ressaltando que as ações fortalecem a cidadania e impactam diretamente a vida de quem mais precisa.

Ainda na fronteira, o deputado esteve em Epitaciolândia, onde participou da inauguração da nova sede da Defensoria Pública do Estado. A unidade representa um avanço significativo no acesso à Justiça para a população local. O parlamentar fez menção especial à defensora pública-geral, Juliana Cordeiro, pelo trabalho desenvolvido à frente da instituição.

Segundo Tadeu Hassem, o mandato segue à disposição da população, apoiando iniciativas que promovem dignidade, fortalecem políticas públicas e contribuem para o desenvolvimento do Acre.

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