Cotidiano
Acre tem a menor participação da cultura no mercado de trabalho do Brasil, aponta IBGE
Setor cultural representa apenas 2,7% dos empregos no estado, enquanto média nacional é de 5,8%; São Paulo, Rio e Ceará lideram ranking

O levantamento reforça tanto a força da cultura como segmento econômico nacional quanto os desafios enfrentados por estados com menor estrutura produtiva, como o Acre. Foto: captada
Enquanto o Brasil fechou 2024 com 5,9 milhões de pessoas empregadas no setor cultural – o maior número da série histórica –, o Acre voltou a figurar entre os piores desempenhos do país, com a menor participação da cultura no mercado de trabalho: apenas 2,7% dos ocupados. Os dados são do Sistema de Informações e Indicadores Culturais (2013–2024) do IBGE, divulgados nesta sexta-feira (12).
Em nível nacional, a cultura representa 5,8% dos empregos, mantendo o patamar recorde de 2023. No entanto, a desigualdade regional é acentuada: São Paulo (7,6%), Rio de Janeiro (7%) e Ceará (7%) lideram o ranking, enquanto Acre (2,7%), Amapá (2,8%) e Rondônia (2%) aparecem na última colocação.
A pesquisa também revela que 43% dos profissionais da cultura trabalham por conta própria, proporção bem superior à média geral da economia (25,2%). Além disso, o rendimento médio no setor caiu 2% em 2024, para R$ 3.266, enquanto a renda geral da economia subiu 3,5%.
A desigualdade de gênero também é maior na cultura: mulheres recebem, em média, R$ 2.560, enquanto homens ganham R$ 3.898 – diferença de 34%, superior aos 22% registrados na economia como um todo.
Os números reforçam os desafios do setor cultural no Acre, onde a baixa participação reflete a necessidade de políticas de fomento, formalização e incentivo para que a atividade cultural gere mais emprego e renda no estado.
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Acre deve ter chuvas acima da média em janeiro, segundo previsão do Inmet
Instituto alerta para volumes até 50 mm acima do histórico, com calor intenso e risco de chuva forte em curtos períodos. Cenário se repete em outros estados da Região Norte

Os volumes de chuva no Acre podem superar a média climatológica em até 50 milímetros, favorecendo a recarga hídrica de rios, igarapés e do solo. Foto: arquivo
O Acre inicia 2026 sob influência de um regime climático mais úmido que o habitual, com previsão de chuvas acima da média histórica ao longo de janeiro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os volumes podem superar a média em até 50 milímetros, favorecendo a recarga hídrica de rios e solo, em um cenário que também inclui temperaturas elevadas e risco de precipitações intensas em curtos intervalos.
A condição se estende a outros estados da Região Norte, como Amazonas, Amapá e Rondônia, enquanto áreas do sul de Roraima e centro-sul do Tocantins devem registrar índices abaixo do normal. O calor acima da média também está previsto para a região, embora de forma menos intensa do que em Tocantins e Pará.
No restante do país, o padrão é desigual: o Nordeste enfrentará um janeiro mais seco, o Centro-Oeste terá chuvas volumosas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Sudeste terá excesso de precipitação em São Paulo e sul de Minas, e o Sul deve registrar chuvas acima da média na maior parte dos estados.
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Galvez enfrenta o Grêmio em duelo decisivo pelo grupo 2 da Copa São Paulo
O Galvez enfrenta o Grêmio nesta segunda, 5, a partir das 14 horas(hora Acre), na Arena da Plínio Marin, em Votuporanga, interior de São Paulo, em um duelo decisivo para os acreanos pelo grupo 2 da Copa São Paulo. O Imperador perdeu na estreia por 2 a 1 para o Votuporanguense e somente um triunfo contra os Gaúchos vai manter as chances de classificação.
Sem mudanças
O técnico Eriano Santos comandou treinamentos leves e resolveu manter a equipe.
“Não podemos cometer os mesmos erros do primeiro tempo do jogo de estreia. Precisamos manter o nosso padrão e ter o máximo de atenção na marcação”, disse o treinador do Galvez.
Outra partida
Na outra partida do grupo 2, o Votuporanguense joga contra o Falcon, de Sergipe, na Arena Plínio Marin, a partir das 16h15(hora Acre).
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Diretoria da Adesg muda o preparador físico próximo da estreia
A diretoria da Adesg resolveu mudar o preparador físico para a disputa do Campeonato Estadual. Por problemas particulares, Jorge Henrique deixa o Leão e Bruno Felipe, ex-Independência, assume o trabalho.
“Não tínhamos a intenção de mudar, mas foi necessário. O Bruno Felipe trabalhou na Adesg na última temporada e sabemos a qualidade do profissional”, disse o diretor de futebol, Erismeu Silva.
Dois períodos
O elenco da Adesg inicia a semana de trabalho nesta segunda, 5, com treinamentos em dois períodos. A equipe estreia no Estadual contra Humaitá na quinta, 18, na Arena da Floresta.
Último amistoso
A Adesg vai enfrentar o Rio Branco no sábado, 10, no último amistoso da fase de preparação.



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