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Acre registra aumento de 11,23% nos atendimentos por síndromes gripais em 2025

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Foram 26.506 consultas até dezembro; circulação simultânea de rinovírus, influenza, Covid-19 e VSR elevou demanda, principalmente entre jovens de 20 a 29 anos

Nos hospitalizados, os vírus mais identificados foram rinovírus, VSR, SARS-CoV-2 e adenovírus, associados a quadros de pneumonia, bronquite e bronquiolite. O monitoramento em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasiléia. Foto: captada 

O Acre registrou um aumento de 11,23% na procura por atendimentos relacionados à síndrome gripal em 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), até a 49ª semana epidemiológica (encerrada em 13 de dezembro) foram contabilizadas 26.506 consultas por quadros gripais no estado — ante 23.830 em 2024.

O crescimento foi mais expressivo entre jovens de 20 a 29 anos, faixa etária que liderou a busca por atendimento nas unidades sentinelas. As análises laboratoriais apontam circulação simultânea de diversos vírus, com predominância de rinovírus, influenza B, Covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR), influenza A e adenovírus, o que contribuiu para a maior demanda ambulatorial.

Em contrapartida, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) diminuíram: foram 2.355 notificações em 2025, contra 2.707 em 2024. Entre os hospitalizados, os vírus mais identificados foram rinovírus, VSR, SARS-CoV-2 e adenovírus, associados a quadros de pneumonia, bronquite e bronquiolite. O monitoramento é feito por unidades sentinelas em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasiléia.

Perfil dos atendimentos:
  • Faixa etária mais afetada: Jovens de 20 a 29 anos, que lideraram a busca por atendimento em unidades sentinelas com sintomas leves;

  • Vírus em circulação: Rinovírus, influenza B, Covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR), além de influenza A e adenovírus;

  • Redução nos casos graves: Notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) caíram de 2.707 (2024) para 2.355 (2025).

Análise laboratorial:

Exames confirmam a presença simultânea de múltiplos vírus, o que explica a pressão sobre serviços ambulatoriais. Entre os pacientes hospitalizados por SRAG, os agentes mais identificados foram rinovírus, VSR, SARS-CoV-2 e adenovírus, associados a pneumonia, bronquite e bronquiolite.

Monitoramento:

A vigilância é feita por unidades sentinelas instaladas na UPA do 2º Distrito (Rio Branco), UPA Jacques Pereira (Cruzeiro do Sul) e Hospital Raimundo Chaar (Brasiléia). Essas bases permitem o acompanhamento em tempo real do comportamento das síndromes respiratórias no estado.

A Sesacre reforça a importância de medidas preventivas, como lavagem das mãos, uso de máscara em ambientes fechados e vacinação – especialmente contra influenza e Covid-19 – para reduzir a transmissão.

A secretaria deve reforçar campanhas de imunização no início de 2026 e ampliar a testagem em unidades básicas de saúde. Enquanto isso, a população é orientada a buscar atendimento precoce em caso de sintomas respiratórios persistentes.

A coexistência de múltiplos vírus – fenômeno conhecido como “viroma respiratório” – exige maior capacidade diagnóstica e terapêutica da rede pública, especialmente em períodos de transição entre estações.

O monitoramento da circulação viral no Acre é realizado por meio das unidades sentinelas instaladas na UPA do 2º Distrito, em Rio Branco, na UPA Jacques Pereira, em Cruzeiro do Sul, e no Hospital Raimundo Chaar, em Brasiléia. Foto: captada 

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Rio Acre mantém vazante e registra 10,79 metros ao meio-dia em Rio Branco

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

O nível do Rio Acre continuou em tendência de vazante neste domingo, 04, em Rio Branco (AC). De acordo com boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal, o manancial marcou 10,79 metros na medição realizada ao meio-dia, permanecendo bem abaixo das cotas de alerta e de transbordo.

Ainda segundo os dados oficiais, às 5h18 da manhã o rio estava em 11,02 metros. Já na segunda medição do dia, às 9h, o nível caiu para 10,85 metros, confirmando a redução gradual ao longo das horas.

A Defesa Civil informou que não houve registro de chuva nas últimas 24 horas na capital acreana, com índice pluviométrico zerado.

Atualmente, a cota de alerta do Rio Acre é de 13,50 metros, enquanto a cota de transbordo é de 14 metros.

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Geração de empregos no Acre desacelera e acende alerta para 2026

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Dados do Caged mostram perda contínua de ritmo após pico no pós-pandemia e 2025 registra pior desempenho desde a crise da Covid-19

Foto: Jardy Lopes

O Acre encerrou os últimos cinco anos com saldo positivo na geração de empregos formais, porém os números mais recentes do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam um cenário de desaceleração contínua que acende um sinal de alerta para 2026. Dados consultados na última sexta-feira (2) revelam que 2025 apresentou o pior desempenho desde 2020, ano marcado pela crise sanitária da Covid-19.

Mesmo sob os impactos diretos da pandemia, 2020 fechou com saldo positivo de 2.604 vagas formais, impulsionado principalmente pelos setores de Serviços (1.251) e Comércio (1.019).

Em 2021, a economia acreana registrou forte reação. Foram 8.033 empregos com carteira assinada, o melhor resultado da série analisada, com destaque para Serviços (3.355), Comércio (2.424) e Construção Civil (1.251).

O ano de 2022 manteve saldo elevado, com 7.601 vagas, mas já indicava perda de fôlego. O crescimento passou a se concentrar em poucos setores, enquanto a Indústria praticamente estagnou, criando apenas 28 postos de trabalho.

A desaceleração tornou-se mais evidente em 2024. Apesar do saldo positivo de 6.688 vagas, o resultado representou nova queda em relação aos anos anteriores. Além disso, a Agropecuária entrou no campo negativo, com saldo de –43 empregos, sinalizando fragilidade em um setor historicamente relevante para o estado.

Os dados de 2025 reforçam o cenário preocupante. O Acre criou 5.482 empregos formais, o menor saldo dos últimos cinco anos — desconsiderando 2020, quando a economia enfrentava uma crise sem precedentes. O resultado confirma uma trajetória de enfraquecimento do mercado de trabalho, com redução tanto no saldo total quanto na capacidade de geração de vagas fora do setor de serviços.

Embora Serviços ainda concentre a maior parte das novas vagas (4.022), o desempenho dos demais setores foi considerado tímido. O Comércio criou 926 empregos, a Indústria apenas 88, e a Construção Civil somou 266 postos, indicando dificuldade de diversificação e menor dinamismo econômico no estado.

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Rio Acre baixa para 10,85 metros e permanece fora da cota de alerta

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

O nível do Rio Acre registrou nova redução neste domingo, 04, de acordo com boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. Às 5h18, o manancial marcava 11,02 metros e, às 9h, apresentou nova queda, atingindo 10,85 metros.

Segundo o relatório, não houve registro de chuvas nas últimas 24 horas, com índice pluviométrico de 0,00 milímetros, o que contribuiu para a manutenção da tendência de vazante do rio.

Mesmo com a redução, a Defesa Civil segue em monitoramento permanente. A cota de alerta para o Rio Acre é de 13,50 metros, enquanto a cota de transbordo é de 14,00 metros. No momento, o nível permanece abaixo dos parâmetros considerados de risco para alagamentos na capital.

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