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Cotidiano

Acre institui Política Estadual de Proteção a Órfãos do Feminicídio com auxílio financeiro

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Decreto estabelece benefício para crianças e adolescentes que perderam mães para violência de gênero; medidas incluem apoio integral e intersetorial

A política será executada de forma intersetorial e articulada, com ênfase na proteção integral e na promoção da dignidade das crianças e adolescentes. Foto: ilustrativa 

O governo do Acre publicou nesta terça-feira (28) o Decreto nº 11.778/2025, que cria a Política Estadual de Proteção e Atenção Integral aos Órfãos e Órfãs de Feminicídio. A norma estabelece diretrizes e critérios para a concessão de um auxílio financeiro destinado a crianças e adolescentes que perderam a mãe em decorrência de feminicídio, com caráter complementar para garantir apoio material básico.

Principais disposições do decreto:
  • Beneficiários: menores de 18 anos que residam no Acre e tenham ficado órfãos por feminicídio

  • Requisitos: comprovação de residência no estado e situação de vulnerabilidade socioeconômica

  • Solicitação: requerimento formal à Secretaria de Estado da Mulher (Semulher) pelo representante legal

  • Exceção: não se aplica a órfãos que sejam adotados, pois a adoção altera a condição civil

A política será executada de forma intersetorial e articulada, com ênfase na proteção integral e promoção da dignidade das crianças e adolescentes. A Semulher está autorizada a firmar convênios e parcerias com outras secretarias, órgãos do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselhos Tutelares e organizações da sociedade civil para garantir a efetividade das ações.

O decreto entra em vigor imediatamente, cabendo à Semulher editar normas complementares com orientações sobre procedimentos, critérios e forma de pagamento do auxílio. A medida representa um avanço na proteção às vítimas indiretas da violência de gênero no estado.

O decreto também autoriza a Semulher a firmar convênios e parcerias com outras secretarias, órgãos do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselhos Tutelares e organizações da sociedade civil. Foto: cedida 

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Ivan Mazzuia quer tirar treinamentos do Marinho Monte

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Com a definição da data do confronto diante do Águia, em Marabá, no Pará, na quarta, 25, às 18 horas (hora Acre), pela 2ª fase da Copa do Brasil, o técnico Ivan Mazzuia quer tirar os próximos treinamentos do Marinho Monte. A ideia é trabalhar na Arena da Floresta, Tonicão e CT do Cupuaçu. “Vamos oficializar os pedidos nesta quarta(18) e o objetivo é elevar o nível …

O post Ivan Mazzuia quer tirar treinamentos do Marinho Monte apareceu primeiro em PHD Esporte Clube.

Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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Atletas flagram sucuri gigante durante treino de canoagem em MS. Veja vídeo

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Material cedido ao Metrópoles
imagem colorida de sucuri flagrada durante treino de canoagem em Bonito (MS)

O presidente da Confederação Brasileira de Canoagem Rafael Girotto e outros três atletas viveram momentos emocionantes no último domingo (15/2) ao encontrarem umasucuri gigante durante um treino de canoagem. Eles faziam o trecho da Barra do Rio Mimoso até a foz do Rio Formoso, na região conhecida como Baixo Formoso, em Bonito (MS).

Ao Metrópoles, Girotto informou que, na hora do flagra, estava acompanhado dos atletas Gabriel Girotto, Joelson Ricaldes e Paulinho Reis, e que, em um primeiro momento, o grupo não percebeu que se tratava de uma cobra.

“A gente avistou de longe, a gente imaginou que era um bote até, um outro caiaque, alguma coisa, ‘acho que tem um caiaque ali’ e tal. Quando a gente chegou perto, foi uma surpresa: era uma sucuri, né, bem grande, parecia ter se alimentado de algum animal e estava ali fazendo a digestão, tomando sol”, explica o canoísta.

O atleta relata, ainda, que o que mais impressionou foi o tamanho da serpente e que, na hora, a primeira reação do grupo foi gravar o momento.

“Ela é bem grande, assim, a gente chegou até a ficar surpreso com o tamanho dela, né, e a gente conseguiu fazer essas imagens aí, tomando uma certa distância, por precaução e por segurança nossa e também do animal. Mas foi uma grata surpresa ir para um treino e um passeio de domingo, em meio ao Carnaval. Enquanto o Brasil está comemorando o Carnaval, ali em Bonito ainda a natureza se mantém praticamente intacta, né, e bem preservada, com toda a sua tranquilidade”, diz ele.

Apesar da surpresa, Girotto diz que não é a primeira vez que se depara com sucuris, mas, segundo ele, nunca havia visto uma tão grande. O grupo fez questão de manter certa distância do animal para evitar qualquer reação.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ucraniano desclassificado de Olímpiadas de Inverno recebe doação de US$ 200 mil

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Após desclassificação nos Jogos de Inverno de Milano Cortina, o atleta de skeleton Vladyslav Heraskevych recebeu nesta terça (17) uma doação de cerca de US$ 200 mil do dono do clube de futebol ucraniano Shakhtar Donetsk.

A desclassificação do atleta de 27 anos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) aconteceu pelo uso de capacete que retratava atletas ucranianos mortos na guerra com a Rússia. As imagens no capacete violavam as regras sobre expressão durante a competição.

“Vlad Heraskevych foi privado da oportunidade de competir pela vitória nos Jogos Olímpicos, mas retorna à Ucrânia como um verdadeiro vencedor”, afirmou o presidente do Shakhtar, Rinat Akhmetov, em comunicado do clube. A doação foi realizada no valor equivalente ao prêmio em dinheiro que a Ucrânia pagaria a atletas que conquistam medalha de ouro nos Jogos, segundo a Reuters.

O atleta também recebeu elogios do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Recurso na Corte Arbitral do Esporte

Heraskevych havia recebido autorização para treinar com o capacete em Cortina d’Ampezzo, onde fica o centro de esportes de gelo. Na véspera do início da competição, o Comitê Olímpico decidiu que ele não poderia utilizar durante a competição. O atleta tentou recorrer na Corte Arbitral do Esporte, mas perdeu poucas horas antes da prova.

A alternativa fornecida pelo COI foi o uso de uma braçadeira preta e a exibição do capacete antes e depois da corrida, mas não durante a competição. O argumento seria que o uso violaria as regras que vetam manifestação políticas nas áreas de competição.

O atleta foi desclassificado, então, quando a Federação Internacional de Bobsled e Skeleton decidiu que as imagens no capacete violavam as regras sobre a expressão de atletas nos Jogos.

 

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