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AC inicia campanha de vacinação contra o sarampo e quer imunizar mais de 3 mil pessoas
Campanha começou nesta segunda (10) e segue até o dia 13 de março. Público-alvo são crianças dos 5 aos 19 anos

Crianças a partir dos 5 anos devem tomar a vacina contra o sarampo na primeira campanha de 2020 — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Por Aline Nascimento
Mais de três mil pessoas, entre 5 a 19 anos, devem ser imunizadas na primeira campanha contra o sarampo deste ano. A vacinação começou na segunda-feira (10) e segue até o dia 13 de março.
No próximo dia 15, a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) organiza o ‘Dia D’ da ação. A ideia é fazer um grande chamamento para a campanha e imunizar o maior número possível do público-alvo.
Dos mais de três mil esperados, a Sesacre explicou que 2.571 mil têm idade entre 5 a 9 anos. Já dos 10 aos 14 anos são esperados 1.227 mil adolescentes.
Em entrevista à Rádio CBN Amazônia Rio Branco, a chefe do Núcleo Estadual de Imunização da Sesacre, Renata Aquiles, explicou que nem todos devem tomar a vacina, mas é importante ir até uma unidade de saúde saber se precisa ou não.
“Meta de vacinação é levado em consideração o público não vacinado e o Estado é um do que têm a menor meta, o que nos leva a entender que é uma população que já está previamente vacinada”, frisou.
Do total que deve tomar a vacina, o maior número se encontra na capital acreana, Rio Branco. O segundo maior público está em Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade do Acre. Mais de 420 pessoas devem tomar a vacina no município.
“A proposta da campanha que iniciou hoje tem como objetivo a vacinação da população que está suscetível ao vírus do sarampo, que são de 5 a 19 anos. Essas pessoas precisam ter registrado duas doses, com intervalo de 30 dias”, relembrou.
A doença
Sarampo é uma doença infecciosa grave, causada por um vírus, que pode ser fatal. Sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas.
A única maneira de evitar o sarampo é pela vacina.
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MDB Mulher prepara recurso para barrar Dado Dolabella no partido

A presidente nacional do MDB Mulher, Kátia Lôbo, afirmou nesta quinta-feira (5/3) que pretende apresentar um recurso contra a filiação do ator Dado Dolabella ao partido. Segundo ela, o pedido de impugnação deverá ser protocolado em breve.
Kátia disse ao Metrópoles que o recurso deverá ser analisado pela direção estadual do partido no Rio de Janeiro. A dirigente avaliou que a filiação do ator não está de acordo com o estatuto da legenda.
O documento que rege o funcionamento do partido estabelece que filiações podem ser indeferidas em algumas hipóteses, como conduta pessoal indecorosa ou incompatibilidade com os “postulados e a orientação política” do MDB.
Dado Dolabella acumula condenações por agressões contra mulheres. A primeira ocorreu em 2010, quando foi condenado por lesão corporal contra uma ex-namorada e uma camareira. Ele admitiu ter cometido as agressões.
No ano passado, em outro caso, o ator foi condenado por tapas e socos contra o rosto de outra ex-namorada. A pena fixada foi de dois anos e quatro meses de detenção, em regime aberto. A defesa de Dolabella recorreu.
“Equilíbrio da família”
O ator se filiou ao MDB na última terça-feira (3/3) com a promessa de disputar uma vaga de deputado federal nas eleições de 2026 pelo Rio de Janeiro. Ao lado do presidente estadual do partido, Washington Reis, ele afirmou que pretende “restabelecer o equilíbrio na família”. Pouco depois, em suas redes sociais, Dolabella se classificou como um “injustiçado” e vítima do “sistema”.
A presidente do MDB Mulher afirmou que a filiação do ator é uma notícia que “revolta e contraria tudo o que o MDB Mulher quer transmitir às mulheres”.
“Estamos trabalhando para isso [barrar a entrada de Dado no partido]. É um clamor de mulheres e homens. Há manifestações de todos os lados, dentro e fora do partido, e em todo o país”, declarou Kátia Lôbo ao Metrópoles.
Segundo a dirigente, os setores contrários à filiação de Dado Dolabella estão “amparados pelo estatuto do partido”.
O Metrópoles procurou o presidente do MDB do Rio de Janeiro, Washington Reis, mas ele não se manifestou até a publicação desta reportagem.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).
As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.
O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.
Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.
Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.
“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.
Relembre o caso
O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.
O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.
A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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