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AC 40 e 475: Deputada Dra. Michelle Melo apresenta novamente requerimento buscando melhorias para as Rodovias de Plácido de Castro e Acrelândia

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Na manhã desta quarta-feira, 29, a Deputada Dra. Michelle Melo (PDT), voltou a protocolar na Assembleia Legislativa Estado do Acre (ALEAC), um novo requerimento solicitando melhorias para as rodovias de Plácido de Castro e Acrelândia.

O primeiro requerimento, não atendido, foi apresentado no dia 18 de outubro, e tinha como intuito encaminhar ao senhor Governador do Estado do Acre, junto ao DERACRE – Departamento de Estradas de Rodagens do Acre, para que realize recuperação das Rodovias AC 40 e 475.

Como o documento não foi atendido, a parlamentar apresentou novamente na Assembleia Legislativa, um novo requerimento diante da piora das estruturas das rodovias. No novo documento a deputada também solicita a implantação de sinalizações nas rodovias no intuito de previnir acidentes.

“Quando em outubro, apresentei um requerimento solicitando melhorias nas rodovias de Plácido de Castro e Acrelândia, a situação estava muito ruim e atualmente piorou. O requerimento não foi atendido e novamente me manifesto no intuito melhorar as condições dessas rodovias,” explicou a deputada.

A iniciativa da parlamentar é devido as péssimas condições de trafegabilidade, causando grandes transtornos as pessoas que utilizam essas rodovias diariamente para trafegarem, como também para escoar suas produções.

A deputada falou ainda sobre o número de acidentes relacionados as péssimas condições das rodovias acreanas.

“Os números alarmantes de acidentes nas nossas rodovias comprovam quem precisamos de melhorias emergenciais. Precisamos de mais iluminação, um melhor asfalto e sinalizações específicas no intuito de salvar vidas. Hoje, novamente protocolo um requerimento buscando essas melhorias,” finalizou a parlamentar.

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Polícia Civil apreende celulares usados para criar perfis falsos e divulgar ameaças a escolas em Rio Branco

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Mandado foi cumprido no bairro Vila Acre após investigação identificar postagens sobre supostos ataques; ação preventiva mobilizou Departamento de Inteligência e Delegacia da Criança e do Adolescente

As publicações geraram preocupação na comunidade e mobilizaram as forças de segurança. Foto: captada 

A Polícia Civil do Acre apreendeu, neste domingo (22), aparelhos celulares utilizados na criação de perfis falsos em redes sociais com postagens sobre um suposto ataque a uma escola de Rio Branco. A ação foi coordenada pelo Departamento de Polícia da Capital e do Interior, com apoio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.

O mandado de busca e apreensão foi cumprido no bairro Vila Acre, após investigação identificar a circulação de mensagens e imagens fazendo referência a possíveis ataques a uma unidade escolar da capital. As publicações geraram preocupação na comunidade e mobilizaram as forças de segurança.

Durante a operação, os policiais recolheram celulares que estariam sendo usados para criar e administrar contas falsas. Nessas páginas, eram divulgadas imagens e frases relacionadas a supostos atentados.

A apuração contou com o trabalho do Departamento de Inteligência, responsável pela coleta de dados digitais e análise técnica que permitiu rastrear a origem das ameaças e identificar o equipamento eletrônico utilizado. Com base nas informações levantadas, foi solicitado e cumprido o mandado judicial.

De acordo com o delegado e diretor do Departamento de Polícia da Capital e do Interior, Roberth Alencar, a atuação ocorreu de forma imediata após o conhecimento das postagens:

“A Polícia Civil agiu com rapidez e responsabilidade assim que tomou conhecimento das postagens. Por meio do nosso Departamento de Inteligência, realizamos um trabalho minucioso de coleta e análise de dados digitais, que permitiu identificar a origem das ameaças e o equipamento utilizado. Essa ação demonstra nosso compromisso em agir de forma preventiva, evitando qualquer risco à integridade de estudantes, professores e funcionários das unidades escolares”, afirmou.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do caso e apurar eventual responsabilização dos envolvidos. A instituição destacou que ameaças contra escolas são tratadas com rigor.

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Polícia Militar prende dois suspeitos de arrombar loja no Centro de Cruzeiro do Sul

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Dupla foi flagrada com produtos furtados; estabelecimento teve porta violada

Uma ação rápida da Polícia Militar do Acre resultou na prisão de dois homens suspeitos de arrombar um estabelecimento comercial no Centro de Cruzeiro do Sul, na manhã deste domingo (22).

Segundo informações repassadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), a guarnição foi acionada para averiguar uma denúncia no Beco do Mercado, onde dois indivíduos estariam com uma mochila contendo diversos objetos de origem suspeita.

Durante a abordagem, os policiais encontraram produtos que, após verificação, foram confirmados como sendo fruto de furto. Questionados, os próprios suspeitos informaram que os materiais pertenciam a um comércio localizado em frente ao Super Econômico, conhecido como “Loja do 20 ao 150”.

A equipe se deslocou até o endereço indicado e constatou que a porta do estabelecimento apresentava sinais evidentes de arrombamento, confirmando o crime.

Diante da situação, os dois homens receberam voz de prisão e foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais. Os objetos recuperados deverão ser devolvidos ao proprietário.

A ocorrência reforça a atuação do 6º Batalhão da Polícia Militar no enfrentamento aos crimes patrimoniais na região central do município.

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Saúde descartou R$ 108 milhões em vacinas e medicamentos em 2025

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Apesar da redução em 2025, o governo Lula já incinerou 3,3 vezes mais vacinas, medicamentos e insumos do que toda a gestão Bolsonaro

O Ministério da Saúde incinerou mais de R$ 108,4 milhões em vacinas, medicamentos e insumos em 2025. Só que 17,1% desse montante – o equivalente a R$ 18,5 milhões – continuavam dentro da data de validade.

Houve uma redução do montante se comparado a anos anteriores. O dado, porém, continua bem maior do que o nível pré-pandemia de Covid.

Entre os itens descartados em 2025, há uma bomba de infusão de fluidos, medicamentos, sangue e nutrientes, usada em hospitais, e dois kits completos para monitorar a glicose, que só venceriam em dezembro de 2050. A pasta os adquiriu, respectivamente, por R$ 900 e R$ 58,99 a unidade, em julho de 2019, após decisões judiciais.

Medicamentos e anticorpos monoclonais contra o câncer também acabaram incinerados apesar do prazo de validade em dia. Foi assim, por exemplo, com o blinatumomabe (R$ 141.929,07 a unidade), que trata a Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA); e com o brentuximabe vedotina (preço unitário de R$ 88.905,59), contra linfomas. Tratamentos para doenças raras e vacinas contra a dengue, por exemplo, não ficaram de fora da lista.

A coluna realizou o levantamento a partir de dados fornecidos pelo ministério via Lei de Acesso à Informação (LAI). Segundo a pasta, a taxa de incineração de vacinas, medicamentos e insumos ficou em 1,48% do próprio estoque em 2025. Já a meta para este ano é reduzir para 1%.

Veja o gráfico:

À coluna, a pasta afirmou que “medicamentos e insumos incinerados por não conformidade técnica são repostos ou ressarcidos, conforme cada contrato” e afastou o rótulo de desperdício. A Saúde não respondeu, porém, se houve estorno em relação às vacinas e aos itens adquiridos via judicialização que acabaram descartados ainda dentro do prazo de validade.

Em três anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministério já incinerou R$ 2 bilhões em vacinas, medicamentos e insumos – o que corresponde a 3,3 vezes mais do que os R$ 601,5 milhões em todo o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A Saúde também revisou o dado informado anteriormente para 2022: foram R$ 457,7 milhões em itens descartados, e não R$ 460,7 milhões.

Ao jogar fora mais do que o triplo de vacinas, medicamentos e insumos, a gestão petista mantém o recorde revelado pela coluna em janeiro de 2025, apesar da queda registrada no ano passado. O ápice da série histórica ocorreu ao atingir a marca de R$ 1,3 bilhão em 2023. Imunizantes contra a Covid e anestésicos, amplamente usados durante a pandemia, saltam aos olhos na lista.

O ministério aponta cinco motivos para incinerar vacinas, medicamentos e insumos: flutuações na demanda influenciadas por variações nos cenários de diferentes doenças, aquisição por ordem judicial, mudanças nos quadros epidemiológicos de enfermidades como malária, dengue, tuberculose e hanseníase, atualizações nos protocolos de tratamento e avarias nos itens.

“Suspensão de decisões judiciais, falecimento do autor da ação, mudanças no tratamento prescrito, fornecimento do medicamento por outro ente federado e mudança no peso do autor podem levar ao retorno de medicamentos ao Centro de Distribuição. A reentrada do medicamento pode resultar em bloqueio para nova dispensação devido a expiração de validade, avarias na embalagem ou conservação em temperatura inadequada”, detalhou a pasta quanto à judicialização.

Após a coluna publicar reportagens sobre o recorde de incineração de vacinas, medicamentos e insumos, a Controladoria-Geral da União (CGU) fez uma auditoria no ministério. O resultado apontou para um descontrole do governo federal em relação à aquisição e ao fornecimentos dos itens.

Por isso, a CGU elaborou uma série de recomendações para reverter o cenário de descarte de vacinas, medicamentos e insumos. Sem apresentar detalhes, a pasta informou à coluna que todas as medidas elencadas abaixo “já foram cumpridas ou estão em fase final de execução”:

  • definir limites e o percentual de perda aceitáveis, considerando dados epidemiológicos, de morbidade e a condição de saúde da população;
  • aperfeiçoar sistemas e controles de perda;
  • criar procedimentos para registrar perdas;
  • implementar formas de comunicação de perdas nos estados e nos municípios;
  • controlar insumos recebidos diretamente pelos estados;
  • realizar estudos de logística, de validade mínima e de tempo logístico por estado;
  • aprimorar normativos e governança;
  • criar procedimento para entregas descentralizadas;
  • revisar portaria para definir requisitos obrigatórios e objetivos para receber insumos, considerando o prazo de validade disponível, e doações;
  • determinar que o monitoramento de estoques inclua não só o Centro de Distribuição da pasta, mas também os dos entes subnacionais.

“O Ministério da Saúde implementa diversas medidas para reduzir as perdas de medicamentos. Citam-se, como exemplo, o remanejamento de medicamentos entre programas de saúde e entre unidades da Federação; a doação para outros entes federados e/ou para outros países; a priorização pela formalização de atas de registro de preços, propiciando a execução contratual em momento oportuno; o acompanhamento das incorporações ou alterações de tratamento que alteram o consumo de medicamentos, junto aos programas de saúde; a previsão de substituição em contratos; a previsão de data de validade mínima em contratos; e a aquisição com cronograma de entregas parcelado”, informou em trecho de resposta obtido via LAI.

O que diz o Ministério da Saúde sobre a incineração de vacinas, medicamentos e insumos

Leia a íntegra da nota da pasta enviada à coluna:

“A atual gestão do Ministério da Saúde transformou a gestão dos estoques do SUS, superando o cenário deixado pelo governo anterior, marcado por sistemas defasados e deficiências acumuladas que levaram às perdas apontadas pelo relatório da CGU. As medidas adotadas atendem às recomendações do órgão de controle e consolidam um marco de transparência e eficiência na logística do SUS – absolutamente incomparável com o cenário anterior. Entre elas: modernização digital, criação de uma Sala de Situação, monitoramento contínuo, compras com entregas flexíveis e uso de modelos preditivos.

Com esses avanços, a taxa de incineração em 2025 passou para 1,48% do estoque e deve atingir a meta de 1% em 2026, conforme pactuado junto aos órgãos de controle.

Não cabe falar em desperdício diante do ressarcimento aos cofres públicos e cumprimento de regras sanitárias. A incineração das vacinas contra a dengue e dos diluentes da tríplice viral ocorreu por não conformidade técnica dos produtos. Já os medicamentos judicializados, como o palbociclibe, após devolução pelas pacientes ou justiça, foram descartados uma vez que o retorno ao estoque é proibido, conforme a RDC Anvisa nº 430/2020.

Os medicamentos e insumos incinerados por não conformidade técnica são repostos ou ressarcidos, conforme cada contrato. Todas as ações recomendadas pela CGU já foram cumpridas ou estão em fase final de execução.”

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