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Acre

Workshop destaca importância do programa Calha Norte para as prefeituras

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Teve início nessa terça-feira (14), na Associação dos Municípios do Acre (Amac), um workshop de grande importância para os gestores municipais do estado. O evento contou com a presença de diversos prefeitos dos 22 municípios acreanos, além de representantes de instituições como o Sebrae, Defensoria Pública e Assembleia Legislativa do Acre, além da presença do prefeito da capital e do coordenador do programa Calha Norte, general Ubiratan Poty.

Ubiratan: “A gente tem que fazer o reconhecimento da bancada do Acre” (Foto: Assecom)

O programa Calha Norte, conduzido pelo Ministério da Defesa, tem sido um dos principais apoiadores das prefeituras do estado, reconhecendo a importância dessas instituições como pilares fundamentais para a vida das pessoas. Com um foco especial nas prefeituras, o programa visa aprimorar a gestão dos recursos públicos, garantindo que sejam empregados de forma mais eficiente em benefício das comunidades locais.

“A gente tem que fazer o reconhecimento da bancada do Acre que tem colocado sistematicamente, anualmente, recursos para aplicação em políticas públicas no estado do Acre, nos municípios, nas comunidades. É um recurso que a gente olha com muita atenção”, disse o coordenador Ubiratan Poty.

Durante o workshop foram debatidos diversos temas desde saneamento básico até a pavimentação de ruas e construção de escolas. Cada município teve a oportunidade de apresentar suas demandas e projetos, enquanto especialistas e representantes do programa Calha Norte ofereciam orientações e sugestões para otimizar a execução dessas iniciativas, de acordo com as exigências legais brasileiras.

Bocalom: “O Calha Norte sempre traz coisas boas para os nossos municípios” (Foto: Assecom)

O evento também proporcionou uma análise individualizada de cada município, desde Santa Rosa do Purus até Assis Brasil, identificando os desafios enfrentados e buscando soluções específicas para cada caso. Projetos como a construção de creches, capelas mortuárias e medidas para prevenir desbarrancamentos de rios foram alguns dos temas abordados, demonstrando a abrangência e a relevância das ações realizadas no âmbito do programa Calha Norte. O prefeito de Rio Branco e presidente da Associação de Municípios do Acre (Amac) elogiou o modo como o programa é realizado com o apoio total por parte de toda equipe do programa.

“A presença aqui do Calha Norte comandado pelo General Poty é sempre bem-vinda porque sempre traz coisas boas para os nossos municípios. Os convênios que a gente firma, em Brasília, as melhores execuções que a gente tem é via Calha Norte. Porque eles acompanham de perto, desde na hora da aprovação em Brasília dos projetos, eles ficam o tempo todo nos orientando, orientando a Amac, a todos os municípios, a todas as prefeituras, no sentido de preparar o melhor projeto e depois, na hora da execução, eles acompanham de perto e depois acompanham de perto também a prestação de contas”, conclui o prefeito.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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