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Vídeo: Dois casos de Coronavirus são confirmados pelo governo da Bolívia
Duas mulheres, uma de Santa Cruz e outra de Oruro que estiveram na Itália com idades acima de 65 anos estão isoladas
Da redação, com El Deber
O ministro da Saúde, Aníbal Cruz, confirmou hoje dois primeiros casos de coronavírus na Bolívia. Um dos casos foi confirmado em San Carlos (Santa Cruz) e o outro em Oruro.
Segundo o ministro, os dois pacientes estavam na Itália e atualmente estão isolados, recebendo o tratamento correspondente.
No caso da paciente de Oruro, o ministro informou que é uma mulher de 65 anos que chegou ao país da Itália, entrando pelo Aeroporto Internacional Viru Viru, em Santa Cruz.
A mulher está em quarentena dentro de sua casa com outros parentes. Dois dias após sua chegada ao país, ele começou a sentir os sintomas, ou seja, febre, tosse e mal-estar, então foi a um centro de saúde, onde eles colheram amostras que depois eram enviadas ao laboratório. Os testes confirmaram que ele tem coronavírus.
O caso da paciente de San Carlos indicou que é uma mulher com mais de 65 anos de idade, com residência prolongada na Itália; Aparentemente, chegou no sábado, 29 de fevereiro, em Santa Cruz e passou as verificações no aeroporto porque não havia sintomatologia.
A mulher foi hospitalizada na segunda-feira de emergência no hospital do município de San Carlos (norte da capital de Santa Cruz), após apresentar um quadro de aumento térmico (febre) e dificuldades respiratórias. Ela chegou ao país há alguns dias de Milão.
Quando o pessoal do Serviço Departamental de Saúde (sede) foi a essa localidade para revisá-lo, ele informou que a idosa disse que sentia um mal-estar e sensação de falta de ar. Além disso, ele fez o teste de coronavírus e o enviou ao Cenetrop.
Na segunda-feira, o chefe da sede, Marcelo Ríos, disse que “no momento o paciente não atendia à definição do caso porque a febre já havia desaparecido e não tinha outra manifestação”, no entanto, eles decidiram mantê-la sob observação até cumprir os 14 dias de rigor, fato que já foi cumprido. O resultado do Cenetrop já confirmou que, de fato, o paciente tem Covid-19.
Na época, Ríos destacou que o hospital de San Carlos, onde o paciente permanecia isolado e sob observação, mantinha um bom protocolo de biossegurança. Por sua vez, ele disse que a investigação que haviam iniciado também chegara à família da mulher.
O protocolo foi ativado com cautela, desde que a pessoa chegou da Itália, um país em que 631 pessoas morreram devido ao coronavírus e existem 8.514 casos confirmados pelo Covid-19.
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Remédios devem ter reajuste no preço de até 3,81% a partir de 1.º de abril
A estimativa é do Sindusfarma e se baseia no cálculo definido todos os anos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos
O preço dos remédios deve ter reajuste médio de 1,95% a partir de 1º de abril. Segundo estimativa do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), o aumento anual deve variar entre 1,13% e 3,81%.
Assim, a alta média (1,95%) ficará abaixo da inflação medida pelo IPCA, de 3,81% no acumulado de 12 meses (março de 2025 a fevereiro de 2026).
A estimativa se baseia na fórmula de cálculo elaborada pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), ligada à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O governo federal ainda dará o aval ao índice de reajuste, que atinge 13 mil produtos. O aumento anual entra em vigor em 1.º de abril de 2026.
O reajuste não é automático nem imediato. Segundo o Sindusfarma, a concorrência entre as empresas do setor influencia os preços, já que medicamentos com o mesmo princípio ativo e da mesma classe terapêutica são oferecidos por diversos fabricantes e vendidos em milhares de pontos de venda em todo o país.
“O consumidor deve pesquisar os preços nas farmácias e drogarias antes de comprar o medicamento prescrito”, orienta Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma.
“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, esses aumentos podem demorar meses ou nem acontecer”, explica o executivo.
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Emboscada termina com dois jovens mortos no segundo distrito de Rio Branco
Polícia aponta possível ligação com guerra entre facções; vítimas tinham 17 e 19 anos
Uma emboscada registrada na madrugada desta sexta-feira (27) resultou na morte de dois jovens no bairro Belo Jardim 2, no segundo distrito de Rio Branco.
Segundo informações da polícia, o jovem Cleildson Quirino Lima, de 19 anos, conhecido como “Boladão”, recebeu uma ligação de um suposto amigo solicitando um encontro na rua 11 de Fevereiro, sob a justificativa de repassar uma quantia em dinheiro.
Ao sair de casa para encontrar o adolescente Eduardo Mateus Leal, de 17 anos, conhecido como “Capetinha”, Cleildson foi surpreendido por diversos disparos de arma de fogo e morreu ainda em frente à residência.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas apenas pôde constatar o óbito da vítima. A área foi isolada pela Polícia Militar para preservação da cena do crime, enquanto o Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) realizou os primeiros levantamentos. O Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo.
Cerca de duas horas depois, por volta das 5h30, um segundo corpo foi encontrado nas proximidades, ao lado de um terreno. A Polícia Militar foi novamente acionada e identificou a vítima como sendo Eduardo Mateus Leal.
De acordo com as investigações preliminares, Eduardo estaria acompanhado de outros seis suspeitos e teria participado da emboscada contra Cleildson. A principal linha de apuração aponta que o adolescente pode ter sido morto pelos próprios comparsas durante a ação.
No local, peritos encontraram diversas cápsulas de pistola calibre 9 milímetros. A polícia também informou que os dois jovens teriam ligação com organizações criminosas, e o crime pode estar relacionado à disputa entre facções.
Investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE) estiveram na área coletando informações. O caso será conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que seguirá com as investigações para identificar e prender os envolvidos.
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Moradores denunciam escuridão, abandono e falta de saneamento em rua do bairro José Hassem
Sem iluminação, tomada pelo mato e com acúmulo de lixo, via se torna intrafegável e preocupa moradores com segurança e saúde















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