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Cotidiano

Unidades de Saúde do Acre serão obrigadas a fornecerem informações sobre estoque de medicamentos

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Outra Lei também sancionada no DOE desta sexta-feira, 27, foi a de Nº 3.397, que obriga as unidades básicas de saúde a disponibilizarem informações referentes ao estoque de medicamentos.

Nas informações devem constar ainda a quantidades existentes na unidade, bem como as informações de todas as outras unidades mais próximas.

O Artigo 2º da Lei dá um prazo para as unidades de saúde de 120 (cento e vinte) dias para se adequarem as normas.

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Cotidiano

Grave acidente na BR-364 em Mato Grosso deixa acreano morto e um ferido

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Colisão entre cinco caminhões e um carro provocou interdição da rodovia e mobiliza equipes de resgate

Um trágico acidente na BR-364, próximo a Jaciara, em Mato Grosso, resultou na morte do acreano Jailson Araújo, de 30 anos, natural de Cruzeiro do Sul (AC). A colisão, que envolveu cinco caminhões e um carro, ocorreu na tarde de terça-feira (1º) e causou comoção entre familiares e amigos da vítima.

Segundo informações preliminares, o acidente começou com uma batida frontal entre uma carreta carregada de madeira e um veículo de passeio. O impacto desencadeou uma reação em cadeia, envolvendo outros caminhões que transitavam pela rodovia. Jailson, que dirigia uma das carretas, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Outra vítima ficou ferida e foi socorrida para um hospital da região. Os demais motoristas envolvidos saíram ilesos.

Devido à gravidade da colisão, a BR-364 precisou ser interditada para a realização da perícia e remoção dos veículos. A liberação total da via ocorreu apenas na madrugada de quarta-feira (2), após o trabalho das equipes de resgate e limpeza.

A morte precoce de Jailson Araújo gerou grande comoção na comunidade de Cruzeiro do Sul, onde era bastante conhecido. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades, que buscam esclarecer as circunstâncias da tragédia e reforçar medidas de segurança viária.

 

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Cotidiano

Obras da nova maternidade de Rio Branco avançam para a segunda fase

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As obras da Maternidade Marieta Messias Cameli, em Rio Branco, seguem para a segunda fase. A primeira etapa está em fase de acabamentos, com serviços de instalação elétrica, de gás e ar-condicionado, pintura e revestimentos. Já na segunda, avançam as construções dos prédios anexos e a fundação do prédio principal.

O fiscal da obra e diretor de Execução e Fiscalização da Secretaria de Obras Públicas, Denis Amorim, explica o andamento dos trabalhos. “A primeira etapa está próxima dos acabamentos. Na segunda fase, trabalhamos no momento nos prédios anexos, com a parte de contrapiso, pilares, vigas, fundações, laje do primeiro pavimento, bem como da infraestrutura, com instalações de esgoto e elétricas, e sistema de proteção contra descargas atmosféricas [SPDA]”, disse.

A maternidade está sendo construída em cinco etapas. Quando concluída, terá 150 leitos de enfermaria clínica e obstétrica, 16 salas de pré-parto, parto e pós-parto, sete salas de cirurgia e parto cesariano, além de leitos de UTI adulto, UTI neonatal e unidades de cuidados intermediários. Também contará com a Casa da Gestante, Bebê e Puérpera, para atendimento de gestantes de alto risco.

De acordo com o secretário de Obras Públicas, Ítalo Lopes, os blocos prontos são entregues gradualmente para a Secretaria de Saúde. “O governador Gladson Cameli tem determinado celeridade nas obras, visando trazer quanto antes eficiência e modernização ao Acre. A nova maternidade terá uma estrutura digna de ser referência no país e poderá beneficiar a população a cada etapa que concluirmos”, afirmou.

Mais de 60 operários trabalham na construção. O pedreiro José Francisco Marques afirma que a obra gerou empregos para profissionais que estavam sem trabalho. “É a oportunidade de trabalho que tem ajudado no sustento da minha família, assim como tem sido para outros que também estavam desempregados”, disse.

As informações são da Agência de Notícias do Acre.

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Xapuri é escolhida pelo CNJ para sediar programa Justiça Itinerante na Amazônia Legal em 2025

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Iniciativa levará serviços jurídicos e cidadãos à população em junho; cidade foi selecionada por indicadores sociais e ambientais, junto com Boca do Acre (AM)

Os critérios para a escolha das duas cidades foram o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), as taxas de desmatamento, de pobreza, de assentamentos, de unidades de conservação e a população indígena. Foto GM/Xapuri

Xapuri, no Acre, foi um dos dois municípios selecionados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para receber a 3ª edição do Programa Justiça Itinerante Cooperativa na Amazônia Legal, prevista para junho deste ano. A outra cidade escolhida foi Boca do Acre, no Amazonas.

Serviços oferecidos:

Documentação civil básica
Regularização fundiária e ambiental
Atendimento previdenciário e trabalhista
Ações para infância, juventude e populações indígenas

Critérios de seleção:

O CNJ considerou:

  • Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)
  • Taxas de desmatamento e pobreza
  • Presença de assentamentos e unidades de conservação
  • População indígena local
Resultados da edição 2024:

Na última edição, realizada em Lábrea e Humaitá (AM), o programa realizou:

14 mil atendimentos
Serviços em 7 eixos temáticos
Atendimento a comunidades remotas

“Esta é uma oportunidade para levar cidadania a populações que enfrentam dificuldades de acesso aos serviços judiciários”, destacou representante do CNJ. Em Xapuri, a expectativa é beneficiar especialmente:

  • Comunidades rurais
  • Populações tradicionais
  • Famílias em situação de vulnerabilidade
Próximos passos:

As instituições locais já começam a articular a logística para receber a caravana itinerante, que deve mobilizar:

  • Juízes
  • Servidores do judiciário
  • Representantes de órgãos parceiros

A iniciativa reforça o compromisso do Poder Judiciário em reduzir as desigualdades regionais e garantir acesso à justiça na Amazônia Legal. Em breve serão divulgadas datas específicas e locais de atendimento em Xapuri.

Por que Xapuri foi escolhida?
  • Histórico de desafios fundiários
  • Presença de comunidades extrativistas
  • Necessidade de serviços jurídicos especializados

Os serviços foram oferecidos com base nos eixos temáticos da cidadania, previdenciário, trabalhista, ambiental, fundiário, da infância e indígena.

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