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Três pessoas são presas com mais de 115 kg de droga durante barreira policial na BR-364 na entrada de Tarauacá
Apreensão ocorreu na BR-364, a 30 quilômetros da entrada de Tarauacá, nesta quarta-feira (14). Trio tinha saído de Cruzeiro do Sul com destino a Rio Branco, mas foi parado em uma barreira policial.

Droga estava escondida em caminhonete e foi apreendida na tarde desta quarta-feira (14) – Foto: Arquivo/Gefron
Por Aline Nascimento
Três homens foram presos na tarde desta quarta-feira (14) na BR-364, a 30 quilômetros da entrada de Tarauacá, interior do Acre, com mais de 115 quilos de cocaína. A apreensão foi feita pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Polícia Civil.
Os suspeitos seguiam em dois carros, sendo um deles uma caminhonete. A polícia já investigava essas pessoas e esperava por elas em uma barreira montada na BR-364. Os veículos também foram apreendidos e levados para a delegacia da cidade.

A polícia usou carros descaracterizados para fazer a barreira na altura do Rio Gregório. Na caminhonete a droga estava escondida na lataria e nas portas.
O coordenador do Gefron, delegado Rêmullo Diniz, explicou que o Núcleo de Inteligência identificou que o trio estava a caminho da cidade nesta quarta. Eles tinham saído de Cruzeiro do Sul e seguiam para Rio Branco.
“A droga estava dentro da caminhonete, o outro carro era apenas o batedor que verificava se tinha ou não polícia na pista. A droga foi escondida pela porta, estrutura metálica, por todo canto. A Polícia Civil de Tarauacá vai investigar para que o inquérito ganhe volume”, frisou.
Ainda segundo Diniz, os suspeitos confessaram que receberiam R$ 5 mil cada um pelo transporte do entorpecente. “Esse é o papo de todos, mas as investigações e apurações dirão melhor”, concluiu.

Trio foi parado em uma barreira policial na tarde desta quarta-feira (14) em Tarauacá – Foto: Arquivo/Gefron
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Após sucesso de atendimentos, Polícia Civil retorna a escola e amplia emissão gratuita da CIN em Rio Branco
Devido ao sucesso e à grande demanda pelos serviços ofertados na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), a equipe do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC) retornou à Escola Estadual Doutor Pimentel Gomes, neste sábado, 14, no bairro São Francisco, em Rio Branco, e realizou mais 50 atendimentos à população. Todos os serviços foram prestados de forma totalmente gratuita, reforçando o compromisso da instituição com o acesso à cidadania.

A primeira ação ocorreu no último dia 7 de fevereiro, durante a programação do Juntos Pelo Acre, quando o Instituto de Identificação contabilizou 108 atendimentos ao público na mesma unidade de ensino. Diante da alta procura e da necessidade da comunidade, a PCAC decidiu promover o retorno da equipe para assegurar que mais pessoas pudessem emitir o novo documento oficial.
O programa Juntos Pelo Acre é coordenado pela vice-governadora Mailza Assis e tem como objetivo levar serviços essenciais diretamente às comunidades, especialmente às regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa integra diversos órgãos estaduais, promovendo cidadania, inclusão social e acesso facilitado a direitos básicos, como documentação civil, atendimentos de saúde e orientações jurídicas, fortalecendo a presença do Estado junto à população.

O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César, destacou a importância da ação. “A grande procura demonstra o quanto a população precisa desse serviço. Nosso compromisso é garantir que todos tenham acesso à Carteira de Identidade Nacional, um documento fundamental para o exercício pleno da cidadania. Retornar à escola foi uma forma de atender essa demanda e assegurar que ninguém ficasse sem o documento”, afirmou.
Já o delegado-geral da PCAC, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição. “A Polícia Civil também exerce uma função cidadã. Ao levarmos a emissão gratuita da CIN às comunidades, estamos promovendo dignidade, inclusão e fortalecendo a política pública de acesso à documentação básica para todos os acreanos”, enfatizou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Mulher é assassinada 12 horas após ter medida protetiva contra marido

Uma mulher foi assassinada na sexta-feira (13/2), poucas horas após denunciar o companheiro por violência doméstica, na cidade de Ipirá, no Centro-Norte da Bahia.
Liliane Bastos Azevedo, de 25 anos, foi esfaqueada pelo marido, Aroldo Cintra Aragão, por volta das 14h, cerca de 12 horas depois de ter sido agredida e ameaçada ao se recusar a manter relações sexuais com ele.
Durante a madrugada, Liliane registrou boletim de ocorrência por violência doméstica no site da Delegacia Virtual e solicitou medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha.
Leia reportagem completa no Correio.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Câmara Criminal mantém condenação de agricultor por homicídio na Transacreana
Por maioria, desembargadores rejeitam recurso da defesa e confirmam pena de mais de 18 anos em regime fechado


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