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TJAC, MPE e Sesacre firmam parceria para melhorar atendimento

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Técnicos da área de saúde serão escalados para auxiliar os magistrados e representantes do MP e da Defensoria Pública em questões que envolvam a prestação de serviço público de saúde.

i051682_272Pelo acordo realizado entre as partes, a Secretária Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) deverá ceder técnicos da área de saúde, com experiência na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), para auxiliar os magistrados e representantes do Ministério Público Estadual (MPE) e da Defensoria Pública em questões que envolvam a prestação de serviço público de saúde.

O Tribunal de Justiça do Acre, o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) celebraram no dia 21 de dezembro o Termo de Cooperação Técnica nº 17/2012, que prevê a disponibilização de subsídios técnicos aos magistrados, promotores e defensores públicos em demandas e procedimentos que tenham como objeto a prestação de serviço público de saúde.

O documento foi assinado pelo desembargador-presidente do TJAC, Adair Longuini; pelo juiz de Direito da 1ª Vara da Fazenda Pública, Anastácio Menezes; pelo representante do Ministério Público, promotor Romeu Cordeiro; pelo defensor público geral Dion Nóbrega; pelo representante da Justiça Federal no Estado, juiz federal Régis Araújo; pelo procurador-geral do Estado, em exercício, Armando Melo; e pelo secretário adjunto de saúde, médico José Amsterdam.

Conforme o acordo, a Sesacre deverá ceder técnicos da área de saúde, com experiência na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), para auxiliar os magistrados e representantes do MP e da Defensoria Pública em questões que envolvam a prestação de serviço público de saúde.

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A iniciativa do TJAC faz parte das recomendações propostas aos tribunais brasileiros pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)/Fotos: Ascom TJAC

Desse modo, questões como fornecimento de medicamentos e insumos em geral, exames, procedimentos de urgência e emergência, leitos em unidades de terapia intensiva (UTI), entre outras, serão tratadas com o apoio técnico dessa equipe especializada.

Os técnicos deverão ser dotados de “capacidade de resolução das providências a serem adotadas nos processos judiciais e demais procedimentos” e terão suas despesas pagas pela própria Sesacre. Além disso, eles também deverão prestar informações e esclarecimentos sempre que solicitados.

Ao Tribunal de Justiça caberá a disponibilização e manutenção de um espaço físico adequado para que os técnicos da Sesacre possam realizar suas atividades. O local deverá receber a denominação de Núcleo de Apoio Técnico (NAT).

Também caberá ao TJAC promover a capacitação técnica, por meio do Centro de Capacitação dos Servidores do Poder Judiciário (Cecap) e da Escola Superior da Magistratura do Acre (Esmac), dos técnicos e magistrados quanto ao funcionamento, estrutura e políticas públicas desenvolvidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O TJAC deverá, ainda, permitir aos técnicos da Sesacre manusear os processos judiciais que tenham como objeto a prestação de serviço básico de saúde.

Não haverá transferência de recursos entre os entes participantes. Todas as despesas são decorrentes da Lei Orçamentária Anual (LOA), com previsão no Plano Plurianual (PAA).

A cooperação técnica terá vigência pelo período de 12 meses, prorrogando-se sucessiva e automaticamente até o limite de 60 meses, salvo em caso de manifestação contrária por qualquer uma das partes.

Fórum da Saúde

A iniciativa do TJAC faz parte das recomendações propostas aos tribunais brasileiros pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no âmbito do Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde – Fórum da Saúde.

Instituído em agosto de 2010, o Fórum da Saúde trabalha ativamente no monitoramento e resolução das demandas judiciais da saúde e foi instituído pela Resolução nº 107 do CNJ.

Ele é composto por representantes dos Comitês Estaduais da Saúde – formados por juízes e servidores dos tribunais brasileiros –, bem como por representantes do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, secretarias estaduais e municipais de Saúde, além de acadêmicos, especialistas em Direito Sanitário e membros da sociedade civil.

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Nível do Rio Acre volta a cair e confirma tendência de vazante em Rio Branco

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Sem registro de chuvas nas últimas 24 horas, rio permanece bem abaixo das cotas de alerta e transbordo na capital

O nível do Rio Acre apresentou nova redução nesta quarta-feira (7), conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. As medições realizadas ao longo do dia confirmam a tendência de vazante e indicam um cenário de estabilidade na capital acreana.

De acordo com os dados oficiais, às 5h20 o manancial marcou 10,37 metros. Na medição seguinte, realizada às 9h, o nível caiu para 10,29 metros, mantendo a trajetória de queda ao meio-dia, quando atingiu 10,23 metros.

A Defesa Civil informou que, nas últimas 24 horas, não houve registro de chuva em Rio Branco, com índice pluviométrico de 0,00 milímetro, fator que contribuiu diretamente para a redução gradual do volume do rio.

Mesmo com as variações observadas, o Rio Acre permanece bem abaixo da cota de alerta, estabelecida em 13,50 metros, e da cota de transbordo, fixada em 14,00 metros, afastando, neste momento, riscos de alagamentos na capital.

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Acre fica fora do ranking dos 100 melhores hospitais públicos do SUS no Brasil

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Levantamento nacional aponta desigualdade regional na saúde; apenas Pará e Amazonas representam a Região Norte na lista

Um levantamento nacional divulgado nesta semana revelou que o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem hospitais classificados entre os 100 melhores do País no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Acre, também ficaram fora do ranking Amapá, Rondônia e Roraima, na Região Norte, além de Alagoas, Mato Grosso e Paraíba, evidenciando a desigualdade regional na distribuição de unidades hospitalares de referência.

O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A avaliação considerou hospitais federais, estaduais e municipais com gestão integral pelo SUS, com dados coletados entre agosto de 2024 e julho de 2025.

De acordo com o ranking, São Paulo lidera a lista nacional, concentrando 30% dos hospitais selecionados. Em seguida aparecem Goiás, com dez unidades, Pará e Santa Catarina, com sete cada, além de Pernambuco e Rio de Janeiro, com seis hospitais cada.

Na Região Norte, apenas os estados do Pará e do Amazonas conseguiram inserir unidades entre as 100 melhores, com sete e três hospitais, respectivamente. Os demais estados da região, incluindo o Acre, ficaram de fora da seleção. Ao todo, os hospitais avaliados estão distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal, com forte concentração nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Segundo o Ibross, os critérios utilizados na avaliação incluíram acreditação hospitalar, indicadores de mortalidade, taxa de ocupação, número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo médio de internação. A lista integra a primeira edição do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, que ainda irá selecionar os dez melhores hospitais públicos do País, com divulgação prevista para o mês de maio.

Ao comentar o resultado, o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o levantamento reflete um problema histórico enfrentado pelo País, especialmente nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Segundo ele, a ausência de hospitais acreanos no ranking revela uma desigualdade estrutural acumulada ao longo de décadas. Ainda assim, destacou que o governo estadual tem adotado medidas para mudar esse cenário.

“O Acre tem desafios importantes, mas estamos trabalhando para fortalecer a rede pública de saúde, com investimentos, modernização das unidades, regionalização dos serviços e melhoria contínua da assistência. Nosso objetivo é garantir que a população do interior tenha acesso ao mesmo padrão de cuidado oferecido nos grandes centros”, afirmou o secretário.

Com informações de AC24horas

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Acre

Rio Acre segue em queda e permanece bem abaixo da cota de alerta em Rio Branco

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Sem chuvas nas últimas 24 horas, nível do manancial recuou ao longo do dia, aponta Defesa Civil

Foto: Sérgio Vale

A Defesa Civil Municipal de Rio Branco divulgou, nesta quarta-feira (7), novo boletim com a atualização do nível do Rio Acre, que confirmou a tendência de queda do manancial ao longo do dia, mantendo-se bem abaixo da cota de alerta estabelecida para a capital.

De acordo com os dados, às 5h20 o rio marcou 10,37 metros. Já às 9h, o nível baixou para 10,29 metros. Ao meio-dia, a medição apontou 10,23 metros e, às 15h, o nível chegou a 10,15 metros, consolidando o recuo gradual das águas.

A Defesa Civil informou ainda que não houve registro de chuvas nas últimas 24 horas em Rio Branco, com volume acumulado de 0,00 milímetro, fator que contribui para a estabilidade e diminuição do nível do rio neste período.

A cota de alerta do Rio Acre na capital é de 13,50 metros, enquanto a cota de transbordo é de 14,00 metros. As informações foram repassadas pelo coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão.

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