Acre
Tadeu Hassem celebra ordem de serviço para pavimentação de ramal em Brasiléia e cobra melhorias em obras do Deracre

Durante a sessão desta quarta-feira (3) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Tadeu Hassem (Republicanos) destacou a assinatura da ordem de serviço para a pavimentação de 13 quilômetros do ramal do km 19, em Brasiléia. O parlamentar participou da solenidade realizada na última terça-feira (2), representando a Aleac, e classificou o ato como “um momento histórico” para a agricultura familiar do município.
Segundo ele, a obra beneficiará diretamente cerca de 3 mil moradores da região, onde estão localizados uma escola municipal e uma unidade de saúde. Hassem ressaltou ainda que a pavimentação não representa apenas melhoria na infraestrutura rural, mas também avanços em áreas essenciais como segurança, educação e saúde.
“Foi um dia histórico para Brasiléia e para os produtores da agricultura familiar. Pela primeira vez o município vai asfaltar um ramal dessa extensão. Esse é um projeto iniciado pela gestão passada, elaborado ainda pela ex-prefeita Fernanda Hassem e sua equipe, e viabilizado por meio de uma emenda de R$ 14 milhões da ex-deputada federal Vanda Milani, a quem agradecemos pelo compromisso com a região”, afirmou.
O deputado também informou que no próximo sábado (6) estará presente na inauguração da chamada “variante” da BR estadual que liga Xapuri à capital Rio Branco. São 17 quilômetros de pavimentação executados pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), que, segundo ele, irão beneficiar toda a região do Alto Acre.
Além de celebrar os investimentos, Tadeu Hassem aproveitou para exercer seu papel fiscalizador e alertar para a necessidade de mais atenção às frentes de trabalho do Deracre. Ele citou como exemplo o ramal da Aurora, no km 75 de Brasiléia, onde as máquinas já estão em atividade, mas a comunidade reivindica melhores condições para a execução do serviço.
“Quero registrar meu abraço à associação dos moradores do ramal da Aurora, ao Nego Viana, , ao Raimundo Moreira, ao senhor Francisco Ribeiro, ao Antônio e a todos daquela comunidade que têm acompanhado os trabalhos. O ramal é muito extenso e é preciso que as obras tenham qualidade. No momento está faltando um caminhão-pipa para dar condições adequadas ao serviço. Faço aqui esse apelo ao Deracre para que atenda essa reivindicação justa”, concluiu.
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Acre
Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




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