Subiu para 46 o número de presos envolvidos na onda de ataques ocorridos no Amazonas no fim de semana. Segundo a Polícia Civil do Estado, na manhã desta sexta-feira (11) mais dois suspeitos de envolvimento em um incêndio ocorrido no prédio de uma delegacia, na Zona Norte de Manaus, foram detidos. Um terceiro homem já havia sido preso pelo crime.
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Sobe para 46 número de presos envolvidos em onda de ataques no Amazonas
Subiu para 46 o número de presos envolvidos na onda de ataques ocorridos no Amazonas no fim de semana. Segundo a Polícia Civil do Estado, na manhã desta sexta-feira (11) mais dois suspeitos de envolvimento em um incêndio ocorrido no prédio de uma delegacia, na Zona Norte de Manaus, foram detidos.

De acordo com o delegado Rafael Guevara, a polícia teve acesso às imagens de câmeras de segurança, que mostram os homens conduzindo uma moto próximo ao local e trajando as mesmas roupas dos suspeitos do crime. A polícia pediu à Justiça a prisão temporária dos dois homens, que foi concedida. Eles também foram alvos de dois mandados de busca e apreensão.
Os dois também são suspeitos de atuar no grupo criminoso envolvido no incêndio a dois ônibus do transporte coletivo nos bairros João Paulo II e Cidade de Deus. Outras quatro pessoas também estão sendo investigadas por participar da ação – não há informação se essas quatro pessoas foram presas.
Mais cedo, a Polícia Militar também prendeu dois homens suspeitos de participarem dos ataques criminosos no Careiro Castanho, no interior do Amazonas. Com a dupla foram apreendidos galões de combustível, drogas, munições e três armas. É a terceira prisão de envolvidos nos ataques criminosos em Careiro Castanho, que teve focos de incêndio em sete prédios públicos e um carro.
Onda de ataques
Manaus viveu uma onda de violência entre o fim da noite de domingo (6) e a madrugada de segunda-feira (7). Além de Manaus, nove cidades do interior do Amazonas também registraram ações criminosas.
A capital está sem registrar novos ataques desde a manhã de segunda. No interior, no entanto, houve registros violentos em algumas cidades, entre segunda e a madrugada de terça (8).
Tropas da Força Nacional que chegaram ao Amazonas para reforçar a segurança no estado já começaram a atuar nesta quinta-feira (10). As equipes estão trabalhando em barreiras nas ruas de Manaus.
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Estatais federais encerram 2025 com déficit de R$ 5,1 bilhões

As empresas estatais federais encerraram o ano de 2025 com um déficit de R$ 5,1 bilhões, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (30/1).
O resultado primário negativo indica que as despesas dessas companhias superaram as receitas ao longo do ano, gerando necessidade de financiamento.
Apesar de representar melhora em relação a 2024, quando o rombo foi de R$ 6,7 bilhões, o desempenho é considerado elevado quando comparado a anos anteriores.
O saldo de 2025 ficou significativamente pior do que o registrado em 2023, quando o déficit das estatais foi de apenas R$ 656 milhões.
Em 2022, o resultado negativo havia somado R$ 4,8 bilhões, enquanto em 2021 o rombo foi de R$ 3 bilhões. A trajetória recente mostra que, mesmo com alguma redução frente ao pico observado no ano passado, as contas das empresas públicas seguem deterioradas em termos históricos.
O dado do BC considera apenas as estatais federais não financeiras e exclui grandes companhias e instituições financeiras, como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.
Esses grupos ficam fora do cálculo da chamada necessidade de financiamento das estatais por possuírem características específicas de atuação e resultados próprios, o que poderia distorcer a análise do impacto fiscal das demais empresas públicas.
Entre as estatais que mais contribuíram para o resultado negativo em 2025 estão os Correios, que voltaram a registrar desempenho deficitário.
A situação da empresa tem sido acompanhada de perto pelo governo e por analistas, diante do aumento das despesas operacionais e dos desafios para ampliar receitas em um mercado cada vez mais competitivo.
O déficit das estatais federais reforça o debate sobre o papel dessas empresas no equilíbrio das contas públicas e sobre a necessidade de maior previsibilidade orçamentária. Resultados negativos recorrentes ampliam a pressão sobre o Tesouro Nacional e limitam a margem de manobra do governo para cumprir metas fiscais.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ex-âncora da CNN é preso, suspeito de participar de ato contra ICE
O jornalista e ex-âncora da CNN Don Lemon foi preso nos Estados Unidos por suposto envolvimento em ato de protesto contra o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).

O protesto ocorreu no início de janeiro, envolvendo dezenas de manifestantes que interromperam um culto na igreja Cities em St. Paul, na cidade de Minnesota, para criticar as ações do ICE contra estrangeiros em território estadunidense.
De acordo com a CNN dos Estados Unidos, onde ele trabalhou até 2023, Lemon alegou que estava na manifestação como jornalista, e não como manifestante.
A prisão ocorreu na noite desta quinta-feira (29), quando o jornalista estava no saguão de um hotel em Beverly Hills, onde se preparava para a cobrir o Grammy Awards.
Ataque à Primeira Emenda
Segundo o advogado do jornalista, Abbe Lowell, a prisão de Lemon foi um “ataque sem precedentes à Primeira Emenda” da Constituição dos EUA, que trata de liberdades fundamentais dos cidadãos contra a interferência do governo.
“Don é jornalista há 30 anos e seu trabalho, protegido pela Constituição. Em Minneapolis, não fez nada diferente do que sempre fez”, declarou o advogado ao lembrar que a referida emenda constitucional “existe para proteger jornalistas cujo papel é revelar a verdade e responsabilizar aqueles que detêm o poder”.
Na avaliação do advogado, a prisão de Lemon não passa de “uma tentativa transparente de desviar a atenção das muitas crises que a atual administração enfrenta”, disse ele referindo-se ao governo de Donald Trump.
“Em vez de investigar os agentes federais que mataram dois manifestantes pacíficos em Minnesota, o Departamento de Justiça de Trump está dedicando seu tempo, atenção e recursos a essa prisão”, acrescentou Lowell.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL
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Turistas ficam presos por horas no alto de torre em Balneário Camboriú

Um grupo ficou preso no topo da Super Gyro Tower, uma atração turística de Balneário Camboriú (SC) que tem 59 metros de altura. Uma família contou que entrou no brinquedo 12h50min e, duas horas depois, o problema ainda não tinha sido resolvido. Cerca de 40 pessoas, entre trabalhadores e turistas, esperam pela solução para poder descer. O caso aconteceu nesta sexta-feira (30/1).
Funcionários contaram aos visitantes que a trava de segurança foi acionada após uma queda de energia e que os técnicos tentam resolver a questão. Presos na cabine, os grupos relatam que o ar-condicionado já não dá conta e que o momento é de estresse.
Leia a matéria completa em NSC Total
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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