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Sob o tema agronegócio, Lide Brasília volta à casa de Fernando Cavalcanti

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Sob o tema agronegócio, Lide Brasília volta à casa de Fernando Cavalcanti
Pedro Reis

Sob o tema agronegócio, Lide Brasília volta à casa de Fernando Cavalcanti

Após uma edição no Royal Tulip, o principal encontro empresarial de Brasília retorna para a residência do já tradicional anfitrião Fernando Cavalcanti, vice-presidente do Nelson Wilians Group (NWGroup). A mansão imponente no Lago Sul foi palco de mais um Lide Brasília , presidido pelo empresário e ex-senador Paulo Octávio.

“As pessoas perguntam porque eu gosto de receber os eventos em casa. Eu digo que ela é a extensão das relações que costumo criar com as pessoas. Aqui eu recebo políticos, empresários e juízes, principalmente porque Brasília me abraçou e eu tenho que ser recíproco” , explicou Cavalcanti em conversa com o GPS.

Fernando também comentou sobre o Lide Nova York , que aconteceu neste mês na Brazil Week 2024 , semana destinada à discussão de temas relacionados ao futuro econômico e sustentável do país. “Conseguimos captar negócios não só para o NWGroup, mas também vislumbramos muitas oportunidades que, inclusive, serão inseridas aqui no Distrito Federal” , disse.

Apaixonado por carros, Fernando apresentou logo na entrada da casa seu mais novo xodó, a réplica de uma McLaren do piloto Ayrton Senna. A máquina é um trabalho quase artesanal do mecânico especialista em personalização e decoração automobilística Adhemar Cabral .

Adentrando na mansão, os convidados eram recebidos por Paulo Octávio, que cumprimentava um a um. Nesta edição do encontro, o empresário, que é presidente do Lide Brasília desde 2013, usou uma gravata verde. De acordo com ele: “Para representar o agronegócio” .

O início efetivo do evento foi marcado pela coletiva de imprensa do ministro Carlos Fávaro , que reforçou as ações realizadas pelo Governo nos primeiros 500 dias de mandato. “Ampliar os mercados foi a principal ação deste período, são 123 novos mercados abertos e aproximação com 51 países dos quais não tínhamos negociações anteriormente” , comentou.

Em seguida, os empresários, políticos e jornalistas se acomodaram às mesas e o almoço-debate começou. A entrada foi um mix de hortaliças, acompanhado de presunto de Parma e figos frescos. Enquanto isso, Champagne Veuve Clicquot era servido para os convidados.

Ao som das explicações sobre o potencial agropecuário da capital federal, as duas opções de prato principal foram entregues. Escalope de filet ao molho de vinho com sorrentino de limão siciliano ao pomodoro, além de atum selado em crosta de gergelim acompanhado de cuscuz de cogumelos compuseram as seleções gastronômicas. Nas taças, Châteauneuf-du-Pape era a alternativa de vinho tinto e Châteu Guiraud a de vinho branco.

Ao fim do almoço, quando o chocolatudo com calda de frutas vermelhas chegava às mesas, a rodada de considerações finais acontecia. Foi quando o representante do Governo do Distrito Federal no encontro – o secretário de Estado de Governo do Distrito Federal, José Humberto – afirmou: “Uma das melhores palestras que já vi no Lide” .

O último ato programado da cerimônia foi a entrega de garrafas de vinhos a algumas autoridades presentes, com destaque para o próprio palestrante. O rótulo em questão foi uma cortesia da Vinícola Brasília, reforçando um dos principais pontos de debate da tarde, que enfatizaram o potencial produtivo do DF.

Já em um momento de maior descontração, quando o networking ocorria entre os presentes, André Octávio Kubitschek, filho do empresário Paulo Octávio, presenteou o ministro Carlos Fávaro com um exemplar do livro “Por que Construí Brasília”, de Juscelino Kubitschek.

Como já é de costume, diversas autoridades passaram pelo Lide Brasília. Confira abaixo os cliques de Celso Junior:

José Rodrigues Neto, Jamal Bittar, Paulo Octávio e Edison Garcia

Gen. Eschiletti, Paulo Octávio e Valério Stumpf

Claudia Pereira e Rafael Badra

Paulo Octávio, Janine Brito e Rafael Bueno

Paulo Octávio e Rafael Bueno

André Octávio Kubitschek, Roberval Belenati e Fernando Queiroz

Paulo Octávio, Carlos Fávaro e André Kubitschek

Nadim Haddad e Edison Garcia

Carolina Araújo Mendes

Paulo Octávio, Carlos Fávaro e José Humberto

André Octávio Kubitschek e Renata Sanches

André Octávio Kubitschek e Weber Magalhães

Weber Magalhães, Paulo Octávio, Carlos Fávaro, Fernando Cavalcanti e André Octávio Kubitschek

Veja também as fotos de Rayra Paiva:

Rafael Badra e Marcella Athayde

Janete Brito e Janine Brito

Carlos Jacobino, Júlia Lucy e Luiz Afonso de Medeiros

Alan Soares, Sueli Rodrigues, Sandra Costa e Paulo Lopes

Pedro Pimenta da Veiga, Nathalia Pimenta da Veiga, Fernando Cavalcanti e Samuel Queiroz

Nadim Haddad

José Guilhermo Brenner

Alexandre Cenci, Fabrício Marchese, Renata Sanches, Alexandre Ahlerit e Marcos Dal Bello

Raquel Carvalho, Afonso Assad e Sandra Santos

Jonas Félix e Fernando Ribeiro

Fernando Cavalcanti, Wellington Luiz e Guilherme Machado

Nelsinho Trade e Roberval Belenati

Rafael Bueno e José Humberto

Cheila Wobido e Tainah Mello

Renata La Porta e Cristiane Hanashiro

Janete Brito e Janine Brito (2)

Barnardeth Martins e Melissa Barros

Luis Antônio Reis, Sergio Andrade e Josaphá Francisco

Eduardo Pereira e Luíza Rodrigues

Rafael Badra e Luis Antônio Reis

Pedro Ávila e Paulo Muniz

João Paulo Neves e Frederico Candian

Beatriz Montes, Juliana Pimentel e Chico Vigilante

Carlos Jacobino e Tarso Tassis

Sueli Rodrigues e João Paulo Neves

Jane Klebia e Roberta Macedo

Jonas Félix, Rodrigo Nogueira e Pedro Nogueira

Cristiano Araújo e Carol Mendes

Rodrigo Nogueira e Gen. Valério Stumpf

Adalberto Jr, Jamal Bittar, Raquel Carvalho, Afonso Assad e José Rodrigues Neto

Cláudio Magnavita e Rudolfo Lago

Valdeci Monteiro, Augusto Viana, João Teodoro, Carlos Fávaro, Paulo Octávio, José Humberto e Bia Kicis

Paulo Octávio e Carlos Fávaro (2)

LIDE-19

Fabrício Carata, Fábio de Carvalho, Antônio Matias, Fernando Brites e Luís Afonso Costa de Medeiros

Fernando Brites, Luiz Afonso de Medeiros e Marconi de Souza

Roberto Botelho e Tarso Tassis

Paulo Muniz e Avaldir Oliveira

Guilherme Dolabella, Caroline Borges e Marcella Athayde

Alexandre Cenci, Rafael Bueno, Fabrício Marchese e Ivan Engler

Mauro Heringer e Enrico Ribeiro

Valdeci Monteiro, João Teodoro e Augusto Viana

Edison Garcia, José Rodrigues Neto, Sebastião Abritta e Luciano Tonon

Caio Barbieri e Edison Garcia

Ediardo Martins (GAAS) e Fernando Pires (Assessoria Dep. Bia Kicis)

Gen. Eschiletti, Valério Stumpf e Fernando Queiroz

Dawson Oliveira, Cheila Girardello e Carlos Canedo (Dir. Sicredi Planalto Central)

Janete Brito, Cláudia Pereira e Janine Brito

André Kubitschek e Henrique Severien

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Fonte: Nacional

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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Mega-Sena

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.

Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.

Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).

  • Mega-Sena:

01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;

  • Lotofácil:

03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;

Quina:

01 – 24 – 47 – 06 – 60;

  • Timemania:

07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;

Time do coração: 70 – São José/RS .

  • Dia de Sorte:

29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;

Mês da sorte: 10 – Outubro.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

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Reprodução/El Treze
Imagem colorida, Ré por injúria racial, advogada argentina diz que "não teve intenção" - Metrópoles

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.

Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.


Entenda o caso

  • O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
  • Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
  • Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
  • Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
  • A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.

Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina

Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.

“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.

A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.

Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.

O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos

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O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200
Médico conversando na sala de atendimento e entregando uma receita ao paciente. - receita médica - atestado médico

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).

Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.

De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.

O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.

Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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