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Site de notícias do governo do Acre volta a se destacar no Prêmio Ampla e conquista o 2º lugar em Fotojornalismo

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A Agência de Notícias do Acre conquistou o segundo lugar no Prêmio Ampla de Jornalismo, na categoria Fotojornalismo, com um trabalho assinado pelo fotojornalista Pedro Devani. A imagem premiada ilustra a reportagem “Do murumuru ao mundo: mulheres do Acre moldam a bioeconomia com saber ancestral e cuidado com a floresta”, escrita pela repórter Tácita Muniz. O conteúdo integra uma série especial produzida pela equipe da Agência, que evidencia o crescimento da bioeconomia no estado e os avanços alcançados com o incentivo e apoio do governo do Acre. Os nomes dos vencedores foram divulgados nesta segunda-feira, 10

Imagem vencedora é de reportagem que retrata a coleta de coquinhos caídos das palmeiras, sementes de um ouro vegetal que alimenta sonhos e sustenta famílias: o murumuru. Foto: Pedro Devani/Secom

A equipe acompanhou, durante um dia, um grupo de mulheres, em Cruzeiro do Sul, que se destaca na coleta de coquinhos caídos das palmeiras, sementes de um ouro vegetal que alimenta sonhos e sustenta famílias: o murumuru. Dessa riqueza natural, elas garantem renda digna e resistência para centenas de lares.

Em passos firmes e apressados, cruzam trilhas conhecidas da floresta com a precisão de quem sabe o destino e o sentido da colheita. Na cabeça, lenços ou chapéus protegem do sol enquanto os olhos atentos vasculham em busca do caroço de que se extrai o óleo que chegou às prateleiras das maiores indústrias de cosméticos do país, levando o nome do Acre para muito além de suas fronteiras.

A série de reportagens, realizada no Vale do Juruá, tinha a proposta de mostrar diferentes modelos da bioeconomia do Acre que vêm crescendo e ganhando destaque nacional e internacional.

Para Pedro Devani, com mais de três décadas de atuação na profissão, o reconhecimento no Prêmio Ampla representa a consagração de uma missão que abraçou desde o início da carreira: retratar a Amazônia em toda sua complexidade, revelando seus múltiplos ângulos e nuances, e dando voz a quem vive e sustenta a floresta.

“São muitas reportagens em que conseguimos dar visibilidade e protagonismo às pessoas da região. Acredito que a fotografia é uma escrita feita com luz e sensibilidade, ela completa o trabalho jornalístico com a missão de tocar quem vê. E a imagem premiada retrata justamente mulheres que representam a essência de viver na Amazônia, enfrentando desafios, com orgulho e propósito, mantendo a floresta viva e tirando dela o sustento”, destaca Devani.

Pelo segundo ano consecutivo, a Agência de Notícias do Acre figura entre os destaques do Prêmio Ampla de Jornalismo. Em 2024, o portal conquistou o terceiro lugar na categoria Digital com a reportagem “Entrega de tablets em escolas indígenas fortalece educação e preserva cultura: ‘Internet veio para somar’”.

Pedro Devani conta mais de três décadas atuando na comunicação pública do estado. Foto: Alisson Oliveira/Secom

O conteúdo foi produzido pela jornalista Tácita Muniz, com vídeo de Pedro Devani e fotos de Marcos Vicentti, falecido no ano passado, e evidenciou o impacto da tecnologia na valorização da cultura indígena e no fortalecimento da educação nas comunidades.

A secretária de Comunicação do Acre, Nayara Lessa, destacou o simbolismo da imagem premiada e o papel da reportagem na valorização das mulheres amazônicas. “Essa matéria revela a força e a resistência das mulheres que vivem na Amazônia. A foto vencedora retrata o cotidiano dessas mulheres, seja coletando coquinhos, lavando roupas ou colhendo açaí, atividades que expressam a essência de quem vive e sustenta a floresta”, afirmou.

A gestora frisou também que Devani tem uma trajetória marcada pela sensibilidade e pelo compromisso em mostrar a Amazônia em sua diversidade. “É uma grande alegria para o governo do Estado, por meio da Secretaria de Comunicação e da Agência de Notícias, poder publicar um material tão rico. E, agora, colher os frutos desse esforço com uma premiação tão relevante é motivo de orgulho para todos nós”, avaliou.

Sobre o Prêmio

O Prêmio Ampla de Jornalismo é uma iniciativa da Rede Ampla de Comunicação Pública da Amazônia Legal, que reconhece produções jornalísticas voltadas à valorização da região. A premiação destaca conteúdos que abordam temas como meio ambiente, bioeconomia, cultura, direitos humanos e o protagonismo de comunidades tradicionais.

Voltado para profissionais da comunicação pública, comunitária e popular, o prêmio contempla diversas categorias, como Fotojornalismo, Jornalismo Digital, Rádio, TV e Impresso, e busca fortalecer narrativas locais, promovendo o olhar sensível e comprometido de quem vive e comunica a Amazônia.

A iniciativa também integra formações, oficinas e produção colaborativa de conteúdos, com apoio de instituições como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras organizações que atuam na defesa da cidadania e da comunicação regional.

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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA

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COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS

A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.

A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:

Rio Branco x Bujari

06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30

Bujari x Rio Branco

06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30

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Rio Branco x Senador Guiomard

06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30

Senador Guiomard x Rio Branco

06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30

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Rio Branco x Porto Acre

08:00 • 18:30

Porto Acre x Rio Branco

06:00 • 17:00

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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima

08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00

Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul

05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00

As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.

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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia

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Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) instaurou procedimento administrativo para acompanhar e fiscalizar a regularização do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Epitaciolândia.

A medida foi formalizada por meio da Portaria nº 0005/2026/PJC/EPITAC, assinada pelo promotor de Justiça Rafael Maciel da Silva, no âmbito do SAJ/MP nº 09.2026.00000214-1.

Irregularidades na gestão do fundo

De acordo com a portaria, o procedimento foi instaurado após a constatação de irregularidades na gestão do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, além de prejuízos decorrentes da ausência de regulamentação adequada.

Segundo o MPAC, a situação compromete a captação e a destinação de recursos para o financiamento de projetos e programas voltados à promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes no município.

O documento também considera informações constantes na Notícia de Fato nº 01.2025.00003996-8.

Medidas adotadas

Com a instauração do procedimento, o Ministério Público determinou:

  • a autuação e registro no Sistema de Automação da Justiça (SAJ/MP);

  • a publicação da portaria no Diário Eletrônico do MPAC;

  • a fixação do prazo de um ano para vigência ordinária do procedimento, com possibilidade de prorrogação fundamentada;

  • o cumprimento de despacho anterior relacionado ao caso.

O procedimento tem como objetivo acompanhar, de forma continuada, as políticas públicas e medidas necessárias para regularizar o Fundo Municipal, garantindo a efetiva aplicação de recursos destinados à infância e adolescência.

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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia

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Paciente esteve em observação no hospital regional do Alto Acre, em Brasiléia.

Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos

O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.

Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.

A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.

Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.

Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.

A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.

Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.


Nota pública sobre caso de mpox registrado em Brasileia

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