Acre
Sindicatos filiados à CUT apóiam professores e repudiam o “governo autoritário do PT”.
NOTA DE REPÚDIO DOS SINDICATOS CUTISTAS
As entidades sindicais abaixo assinadas repudiam a forma autoritária e desrespeitosa com que o Governo do Estado do Acre está tratando os servidores da educação.
Na verdade, está revelado como o Governo do Acre tratará todos os seus servidores, intransigente e autoritário.
Ao longo do tempo, o Governo do Acre, que se diz popular e democrático, acabou por romper como seu passado e com os próprios ideais dos trabalhadores, verdadeiros responsáveis na eleição daqueles que, hoje, administram o nosso Acre.
Os políticos que comandam o Acre se esqueceram, também, de suas próprias raízes, rompendo com o compromisso democrático e social defendido ao longo da história da esquerda trabalhadora.
Hoje, são capazes de determinar o desconto dos salários dos servidores da educação e, amanhã, certamente farão as mesmas coisas com os trabalhadores de outros setores do Governo.
E serão igualmente cruéis, levando significativa parcela do povo à fome, demonstrando sua frieza e insensibilidade às causas sociais, antes por eles defendidas e, hoje, desrespeitadas e aniquiladas das diretrizes políticas e administrativas.
O povo está descontente com tudo ao que está acontecendo, vendo trabalhadores serem massacrados de toda forma, desde o achatamento salarial até mesmo a supressão do salário, face cruel que nem mesmo a ditadura ousou fazer.
Assim, os sindicatos que assinam este documento, declaram sua inconformação com a atitude do Governo do Acre, que fere seus servidores e colocam em cheque o seu próprio compromisso social, já que, definitivamente, rompeu com o discurso de outrora.
Apoiamos, incondicionalmente, o Sinteac, sua diretoria e os servidores da educação, e lhe fazemos fileira para enfrentar a ditadura que se instalou no Governo do Acre, e o faremos com a mesma coragem do passado, quando enfrentamos a ditadura militar.
A FOME É A MAIOR HUMILHAÇÃO QUE SE IMPÕE A UM POVO E, INFELIZMENTE, ISSO ESTÁ SENDO PRATICADO POR UM GOVERNO QUE JÁ FOI POPULAR!
Assinam:
1.SINDCONAM/AC – SINDICATO DOS CONDUTORES DE AMBULÂNCIA DO ESTADO DO ACRE
2. SINDACS – SINDICATO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE E ENDEMIAS
3. SEEB/AC – SINDICATOS DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DO ACRE
4. SINFTDPAC – SINDICATO DOS FRENTISTAS
5. SINDOMÉSTICO – SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DO ACRE
6. SINTECT – SINTICATO DOS TRABALHADORES DA EMPRESA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DO ACRE
7. SINPRORAD/AC – SINDICATO DOS PROFISSIONAIS EM RADIOLOGIA DO ESTADO DO ACRE
8. SINPEFAC – SINDICATO DOS PROFESSORES EM EDUCAÇÃO FÍSICA DO ESTADO DO ACRE
9. STR /BUJARI – SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE BUJARI
10. STR/BRASILÉIA – SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE BRASILÉIA
11. LEVANTE DA UFAC
12. SINTEST – SINDICATO DOS TRABALHADORES ADMININSTRATIVOS DA UFAC
13. ASSPEME – ASSOCIAÇAO DOS AGENTES PENITENCIARIOS DO ACRE
14. CUT – CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES
15. SINDICATO DOS VIGILANTES DO ESTADO DO ACRE.
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Acre
Governador Gladson Camelí acompanha subida do Rio Acre e reforça ações de apoio às famílias
O major Roger Santos, comandante da operação de desastre hidrológico em Rio Branco, informou que já está em funcionamento o posto de comando integrado, reunindo Defesa Civil municipal e estadual, Corpo de Bombeiros e demais secretarias

O governador Gladson Camelí acompanhou neste sábado, 17, a elevação do nível do Rio Acre, em Rio Branco, e destacou as ações dos órgãos de Comando e Controle para reduzir os impactos da cheia sobre a população. Ele também fez um apelo à colaboração e empatia dos moradores diante do momento crítico, reforçando que a união é essencial para evitar danos maiores.
Na Gameleira, o major Roger Santos, comandante da operação de desastre hidrológico em Rio Branco, apresentou ao governador as medidas adotadas para atender a população atingida na capital e confirmou que, às 16h, o nível do manancial já havia alcançado 14,40 metros. As cotas de alerta e de transbordo do Rio Acre são de 13,50 metros e 14 metros, respectivamente.
No fim de dezembro, o governo do Acre decretou situação de emergência em seis municípios atingidos pela elevação do nível dos rios. Desde então, o Estado vem apoiando as Defesas Civis municipais de Tarauacá, Feijó, Santa Rosa do Purus, Rio Branco, Plácido de Castro e Porto Acre, por meio de ações integradas de monitoramento e assistência humanitária.

Prioridade tem sido amenizar impactos e garantir segurança das pessoas, destacou o governador. Foto: Diego Gurgel/Secom
“Estamos trabalhando para evitar que mais pessoas precisem deixar suas casas e sofram prejuízos. A tendência é de baixa, mas, diante do volume de chuvas, precisamos manter ações de governo para reduzir os impactos”, afirmou o governador.
Ele também fez um alerta à população sobre os riscos de acidentes às margens do rio. “Muita gente vem pescar ou observar a enchente, mas é fundamental ter cuidado e consciência. Há casas alagadas e situações que exigem sensibilidade e responsabilidade. Nossa prioridade é a prevenção”, disse.

Governador garantiu que o Estado seguirá atuando em todos os municípios atingidos. Foto: Diego Gurgel/Secom
O governador garantiu que o Estado seguirá atuando em todos os municípios atingidos. “Não apenas em Rio Branco, mas em qualquer cidade que esteja sofrendo com a elevação das águas, estaremos juntos para amenizar a dor das famílias. Já determinei às equipes que não deixem para amanhã o que precisa ser feito hoje”, concluiu.
O major Roger Santos, comandante da operação de desastre hidrológico em Rio Branco, informou que já está em funcionamento o posto de comando integrado, reunindo Defesa Civil municipal e estadual, Corpo de Bombeiros e demais secretarias.

Rio Acre chegou a 14,40 metros na tarde deste sábado, 17. Foto: Diego Gurgel/Secom
Segundo ele, o atendimento às famílias atingidas ocorre de forma coordenada. “O Rio Acre apresenta elevação lenta e progressiva, o que até agora afetou poucas pessoas. Com a cota de 14,40 metros, já atendemos 13 famílias, cerca de 30 pessoas, que foram alojadas no Parque de Exposições. Além disso, sete famílias indígenas foram direcionadas para a Escola Leôncio de Carvalho, em respeito às suas tradições”, explicou
O comandante destacou que a expectativa é de estabilização do nível do rio nos próximos dias. “Imaginamos que amanhã o ritmo de subida diminua e, se tudo der certo, na segunda-feira [19] o rio comece a estabilizar e depois a baixar. Permaneceremos de prontidão durante todo o período para garantir o melhor atendimento à população”, afirmou.
Atualmente, dois locais de abrigo estão em funcionamento: o Parque de Exposições, com capacidade para 70 famílias, oito já ocupadas, e a Escola Leôncio de Carvalho, destinada ao grupo indígena.
Santos também ressaltou o papel da tecnologia no enfrentamento da cheia. “O aplicativo Família Segura e a plataforma Climate têm sido fundamentais para agilizar a comunicação e o planejamento das ações. Essas ferramentas permitem acompanhar em tempo real o número de famílias atingidas e facilitam a tomada de decisões”, finalizou.

O major Roger Santos, comandante da operação de desastre hidrológico em Rio Branco, apresentou ao governador as medidas adotadas para atender a população atingida. Foto: Diego Gurgel/Secom
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Acre
Vestibular de Medicina da Ufac tem 2º e decisivo dia neste domingo com mudanças na logística
Provas de Ciências da Natureza e Matemática serão aplicadas; portões abrem às 11h para evitar transtornos em Cruzeiro do Sul, como também em Rio Branco

Os candidatos inscritos testarão seus conhecimentos em Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias (P3 e P4). Foto: captada
O segundo e último dia do vestibular de Medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) acontece neste domingo (18), com as provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. Após problemas de logística no primeiro dia, a universidade antecipou a abertura dos portões para as 11h, garantindo quase duas horas de intervalo antes do fechamento, para facilitar o acesso e evitar congestionamentos.
A expectativa é de maior fluidez na organização, depois de transtornos ocorridos no domingo passado, quando candidatos enfrentaram dificuldades para chegar a tempo aos locais de prova. Mais de 5,4 mil inscritos concorrem às 80 vagas oferecidas, sendo a primeira edição do processo seletivo próprio da Ufac para o curso, após a saída do Sisu.
As provas começam às 13h, após o fechamento dos portões às 12h30. A recomendação é que os candidatos cheguem com antecedência, levando documento de identidade original, caneta preta transparente e comprovante de inscrição.
Segundo dia
Diferente da primeira fase, que focou em Linguagens e Humanas, este domingo exige fôlego para cálculos e raciocínio científico.
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Conteúdo: Provas de Biologia, Química, Física e Matemática.
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Horário de Abertura: 11h (Horário local).
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Fechamento dos Portões:12h45 (Impreterivelmente).
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Início dos Exames: 13h.
A organização reforça que o candidato deve portar apenas caneta esferográfica de tinta preta e corpo transparente, além do documento de identidade original com foto. O uso de aparelhos eletrônicos é estritamente proibido e pode causar a eliminação imediata.
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Acre
Rio Tarauacá volta a subir levemente, mas permanece abaixo da cota de transbordamento

O rio Tarauacá registrou uma nova e ligeira elevação ao meio-dia deste sábado (17), mas segue dentro do leito e abaixo da cota de transbordamento. Conforme boletim divulgado pela Diretoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, a medição das 12h apontou 8,86 metros, um acréscimo de 1 centímetro em relação aos 8,85 metros registrados às 9h.
Apesar da pequena subida, o nível do manancial permanece abaixo da cota de transbordamento, fixada em 9,50 metros. No entanto, segue acima da cota de alerta, que é de 8,50 metros, mantendo o município em estado de atenção.
A oscilação indica que, após a queda mais acentuada registrada na sexta-feira, quando o rio deixou a cota de transbordamento, o Tarauacá atravessa um período de estabilidade relativa, com variações pontuais em um patamar considerado mais seguro do que o observado nos dias mais críticos da cheia.
O cenário recente ajuda a dimensionar o alívio parcial da população e das equipes de emergência. Há poucos dias, a enchente atingiu milhares de moradores e centenas de residências, exigindo a distribuição de alimentos, água potável e atendimentos médicos em larga escala. Balanço oficial divulgado no dia 15 apontou mais de 5,2 mil residências afetadas e cerca de 12 mil pessoas impactadas, além de desalojados e desabrigados, o que mobilizou bombeiros, policiais e servidores municipais em uma operação emergencial.


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