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Senadora Mailza Gomes consegue doação de R$ 650 mil no IDIS para o Hospital Santa Juliana
Em mais uma ação de enfrentamento a pandemia no Acre, a senadora Mailza Gomes (Progressistas-AC) articulou e conseguiu junto ao Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) doação de 650 mil reais para o Hospital Santa Juliana, no Acre. O recurso viabiliza a instalação de 5 leitos de UTI com respiradores, fundamentais no tratamento da doença, sendo que cada respirador é capaz de salvar dez vidas
A parlamentar agradeceu ao Dr. Marcos Kisil, fundador do IDIS e referência em filantropia no Brasil pela doação. “Graças a nossa parceria e carinho que o doutor Kisil tem pelo Acre, ele nos contatou para fazer a doação para um hospital filantrópico e indicamos o Santa Juliana, que tem convênio com o SUS e viabilizamos esse recurso. Agradeço muito por esta iniciativa de solidariedade que chega em uma hora muito importante para salvar vidas. Espero que esta ação sirva de exemplo para outras empresas”, destacou a parlamentar.

Em 2019, a senadora esteve com o Dr. Marcos Kisil, fundador do IDIS e um dos nomes mais influentes da filantropia no mundo para tratar de investimentos na Primeira Infância no Acre. Foto: 2019. Arquivo Assessoria
A senadora ressaltou ainda que, neste momento de dificuldade mundial, as parcerias são de grande importância para minimizar os efeitos provocados pela crise do coronavírus. “O Estado tem feito a sua parte, mas ter parcerias nos ajuda a fazer mais. Muito obrigada ao IDIS por acreditar e ajudar o Acre”, afirmou a senadora acrescentando que doutor Kisil também contribui com o estado no projeto Primeira Infância Acreana (PIA).
Mailza informou ainda que convidou o doutor Marcos Kisil para conhecer o projeto Asinhas da Florestania e ações do PIA no Acre, mas devido a pandemia, a visita foi adiada.
Marcos Kisil é médico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e um dos nomes mais influentes da filantropia no mundo, idealizou e fundou o IDIS em 1999 após atuar durante 14 anos como diretor da Fundação Kellogg para América Latina e Caribe.
Sobre o IDIS
Organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) fundada em 1999, desenvolve projetos para redução das desigualdades sociais no país. O instituto trabalha para aumentar o impacto do investimento social privado por meio de parcerias e projetos. Atualmente, o IDIS opera de duas formas: desenvolvendo iniciativas próprias e oferecendo apoio operacional a projetos de empresas, famílias, indivíduos e comunidades.
Acre: como a senadora Mailza tem atuado no combate ao coronavírus
Desde o início da pandemia, além de auxiliar por meio de suas emendas, Mailza tem atuado no enfrentamento à Covid-19 em diversas outras frentes: conseguiu junto à Vivo e Santander respiradores para o Acre e na Coca-Cola do Brasil, doação de cinco mil frascos de álcool em gel.
A senadora também autorizou R$ 2 milhões de suas emendas já pagas à Sesacre para serem usadas no combate a doença no Acre e propôs usar dinheiro do fundo eleitoral para conter o coronavírus no país.
A parlamentar se articulou junto a Fundação Itaú Unibanco por meio do projeto Todos Pela Saúde, uma parceria público-privada do Banco Itaú e Hospital Sírio-Libanês e conseguiu nove respiradores e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o estado.
Por meio da senadora, a Vivo fez doação de R$ 1 milhão de reais para ajudar o Governo do Acre no combate ao Covid-19. “Toda solidariedade neste momento faz uma grande diferença para salvar vidas”, pontuou a parlamentar.
Mailza também votou a favor do auxílio emergencial, reforçou pedido de contratação de médicos formados no exterior e conseguiu para o Acre kits de testes rápidos para diagnóstico da Covid-19, ambos no Ministério da Saúde.
A parlamentar comemorou a boa notícia, anunciada recentemente: o início dos testes da vacina contra a covid-19 em desenvolvimento na Universidade de Oxford, no Reino Unido, em pacientes no Brasil, com autorização da Anvisa. Mailza também destacou que está na expectativa da vacina em spray nasal, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) para ajudar no combate ao coronavírus.
“Essas boas notícias nos enchem de esperança, mas até a aprovação e disponibilidade da vacina, continuamos tomando medidas de combate à doença e todas as ações devem ser priorizadas pelo poder público e pela população a fim de diminuir a circulação do vírus enquanto perdurar a pandemia. Nossa meta cuidar de pessoas e salvar vidas”, finalizou a parlamentar.
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Hanseníase tem cura: campanha nacional reforça importância do diagnóstico precoce
Durante a campanha nacional de conscientização, especialistas reiteram que a hanseníase tem cura, tratamento gratuito e que o maior desafio é vencer o preconceito que ainda cerca a doença
Apesar dos avanços da medicina e da oferta de tratamento gratuito pelo SUS, a hanseníase continua sendo uma realidade no Acre e na região do Juruá, especialmente entre populações em situação de vulnerabilidade social. Inserida no grupo das Doenças Tropicais Negligenciadas, a enfermidade segue cercada por desinformação, estigma e diagnóstico tardio, fatores que contribuem para deformidades físicas evitáveis e impactos sociais duradouros.
Para o médico e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Francisco Albino, essa permanência está ligada a determinantes sociais e históricos. “A hanseníase possui atributos que a tornam um mal negligenciado, prevalente e estigmatizante. Historicamente, medidas como internação compulsória e isolamento social reforçaram o preconceito, criando marcas que ainda interferem na vida dos pacientes”, explicou.
Segundo Albino, os sintomas iniciais costumam passar despercebidos. “Manchas na pele com perda ou alteração da sensibilidade são o principal sinal de alerta. Essas manchas não coçam nem doem, o que faz com que sejam ignoradas. Dormência, formigamento e perda de força em mãos ou pés também merecem atenção”, destacou.
Importância do diagnóstico precoce
O especialista reforça que identificar a doença cedo é essencial para evitar complicações. “A hanseníase evolui de forma silenciosa. Quando o diagnóstico é tardio, o dano aos nervos já pode estar instalado, levando a deformidades e incapacidades físicas evitáveis. O diagnóstico precoce interrompe a transmissão, evita sequelas e reduz o sofrimento físico, emocional e social do paciente”, afirmou.
Para Albino, o estigma é um dos maiores obstáculos. “Ainda existe a ideia de que a hanseníase é resultado de castigo divino ou que não tem cura. Esses mitos alimentam o preconceito e fazem com que muitas pessoas escondam os sintomas, atrasando o tratamento e fortalecendo o isolamento social”, disse.
O médico lembra que a hanseníase tem cura e que o tratamento é seguro. “O tratamento é feito com poliquimioterapia, oferecida gratuitamente pelo SUS. Reforçar que a doença tem cura é fundamental para combater o preconceito e garantir que as pessoas procurem atendimento sem medo”, ressaltou.
Albino deixa um recado direto à população: “O aparecimento de mancha não é normal, ainda mais quando há perda de sensibilidade. Procurar o serviço de saúde é um ato de cuidado consigo mesmo e com a comunidade.”
Afya Amazônia
A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado de Rondônia conta com duas instituições de graduação (Afya Porto Velho e Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda oito escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Acre (1), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
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Idoso é preso pela PRF após ser flagrado com pistola calibre .40 em Cruzeiro do Sul
Homem de 70 anos não possuía porte nem documentação da arma e das munições

Um homem de 70 anos foi preso na quarta-feira (14) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Estrada da Variante, em Cruzeiro do Sul, após ser flagrado portando uma arma de fogo de uso restrito.
De acordo com a PRF, o idoso trafegava em uma motocicleta quando foi abordado durante fiscalização de rotina. Ele informou aos policiais que retornava de seu sítio e, ao ser questionado, confirmou que estava armado.
Durante a abordagem, os agentes apreenderam uma pistola Taurus calibre .40 e oito munições. Conforme a polícia, o homem não possuía porte de arma de fogo nem documentação legal da arma ou das munições.
Diante da irregularidade, o idoso foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul, onde o caso ficou à disposição das autoridades para os procedimentos legais cabíveis.
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Justiça decreta prisão de três suspeitos de integrar “Tribunal do Crime” em Rio Branco
Grupo mantinha homem em cárcere privado para aplicar punição ilegal; um investigado responderá em liberdade

A Justiça decretou a prisão preventiva de três homens suspeitos de integrar uma facção criminosa e de atuar na aplicação de punições ilegais impostas pelo chamado “Tribunal do Crime”, em Rio Branco. A decisão atinge Lucas Nogueira dos Santos, Anderson Luan Bezerra e João Victor Navarro da Silva. Já Marcelo Santos de Souza teve a liberdade provisória concedida, mediante cumprimento de medidas cautelares.
A decisão foi proferida pelo juiz plantonista da Vara das Garantias, durante audiência de custódia realizada no Fórum Criminal de Rio Branco, no fim da tarde de ontem.
Os quatro foram presos na noite de terça-feira (13) por policiais do Grupamento Tático do 3º Batalhão da Polícia Militar, no momento em que mantinham um homem em cárcere privado em uma residência localizada na Rua Luiz Gonzaga, no bairro São Francisco. A vítima, que teve a identidade preservada, teria sido sequestrada para sofrer agressões físicas como forma de punição imposta pela organização criminosa.
Informações repassadas por moradores à Polícia Militar foram fundamentais para a rápida intervenção, que evitou uma possível sessão de tortura e espancamento, situação que poderia resultar em morte. Durante a ação, os policiais apreenderam pedaços de madeira, supostamente utilizados nas agressões, além de um automóvel.
Os três investigados que tiveram a prisão preventiva decretada foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Rio Branco. O quarto envolvido responderá em liberdade provisória, com uso de tornozeleira eletrônica e cumprimento das demais medidas cautelares determinadas pela Justiça.


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