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Rio Branco registrou um temporal a cada três dias nesta primeira quinzena de outubro; ‘bem grave’, avalia Defesa Civil
Temporal que atingiu a capital nessa quarta-feira, 12, fechou com 13 ocorrências. Em alerta amarelo, órgão municipal não descarta mais um temporal nesta quinta-feira.

Por Alcinete Gadelha Jornal Agazeta do Acre
A Defesa Civil do município de Rio Branco aponta que, apenas nos primeiros 12 dias de outubro, foi registrado um temporal a cada três dias, com casos graves, inclusive, com o óbito de um bebê de seis meses na semana passada. Foram quatro ocorrências ao todo.
“Nós estamos já no quarto evento de temporal, só este mês. Ou seja, é um temporal a cada três dias. Não dá tempo se recuperar de um, e vem outro. Bem grave, e, na realidade, é uma situação atípica porque eram esperados eventos mais frequentes em setembro e aconteceram, mas não frequentes, e está acontecendo agora o que não teve no mês passado. Emitimos mais um alerta amarelo e não descartamos que possa ter outro temporal nesta quinta”, disse o coordenador da Defesa Civil, tenente-coronel Claudio Falcão.

Temporal que atingiu a capital nessa quarta-feira, 12, fechou com 13 ocorrências, sendo a maioria delas de quedas de árvores sobre muros, casas, rede elétrica.
Ocorrências
O temporal que atingiu a capital nessa quarta-feira, 12, fechou com 13 ocorrências, sendo a maioria delas de quedas de árvores sobre muros, casas, rede elétrica. Também houve destelhamento por conta da queda de árvores em cima de casas, queda de postes de energia e deslizamento de terra.
Além disso, a Defesa Civil informou que duas pessoas precisaram ser socorridas por ficarem presas no telhado ao subirem para verificar os danos. O órgão alerta para o risco da prática e pede que, durante temporais, as pessoas se abriguem e não subam em telhados sem ter a experiência necessária.
“Temos 13 ocorrências, mas estamos atualizando e provavelmente vamos ter aumento. O principal atingido foi o Bairro da Placas, mas também tivemos em outras redondezas, ou seja, na Vila Ivonete, Vila Nova e Tancredo Neves”, contou.
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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco
Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol
Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.
De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.
Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima
Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada
Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .
Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .
De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .
De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .
As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .
Alerta da polícia
Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .
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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil
2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.
Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.
Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.
Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.
O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.
Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001












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