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Quadrilha que sequestrou Atevaldo Santana realizou assaltos na região da Seis de Agosto
Acrenews
A quadrilha de assaltantes que rendeu e manteve em cárcere privado o ex-presidente da Federação de Basquete do Estado Atevaldo Santana, realizou outros crimes em Rio Branco.
Os cinco integrantes do bando foram reconhecido por uma vítima de assalto na sede da Delegacia de Flagrantes da Polícia Civil, na tarde desta terça-feira, 18.
“A cédula de identidade da vítima foi encontrada no carro utilizado pelos suspeitos”, disse o Delegado Alex Naldo Batista, responsável pelo procedimento policial.
Narjara da Silva Souza, Mateus Melo da Silva, Matias Ferreira Lima, Francisco Feliciano Araújo Ferreira um adolescente de 17 anos, foram presos na madrugada desta terça-feira. A ação foi realizada por policiais militares do 2º Batalhão. A quadrilha foi interceptada na Via Verde, nas proximidades da Rotatória da Estrada Transacreana. Os quatro maiores foram indiciados pelos crimes roubo e cárcere privado.
A Polícia Civil trabalha agora para localizar os outros criminosos responsáveis por manter Atevaldo Santana, em um casa no Bairro Jorge Lavocart. Nesta quarta-feira, 19, os quatro presos maiores vão passar por audiência de custódia no Fórum Criminal.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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