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Projeto de Lei que proíbe a participação de crianças na Parada Gay é aprovado na Câmara de Rio Branco
Projeto baseia-se no Artigo 74 do (ECA), que determina que o poder público deve regular eventos públicos, sobre a natureza deles, as faixas etárias, além de horários e locais considerados inadequados para menores de idade.
Dell Pinheiro
Foi aprovado na sessão desta quarta-feira, 13, na Câmara de Rio Branco, por 10 votos a favor e um contra, da vereadora Elzinha Mendonça (PP), o Projeto de Lei (PL) que visa proibir a participação de crianças e adolescentes em paradas do orgulho LGBTQIA+ na Capital.
A sessão foi presidida pelo vereador Hildegard Pascoal (Podemos) em decorrência da ausência do presidente do Legislativo municipal, Raimundo Neném (PL) que está viajando.
De autoria do vereador João Marcos Luz, o projeto baseia-se no Artigo 74 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina que o poder público deve regular eventos públicos, informando sobre a natureza deles, as faixas etárias a que não se recomendem, além de horários e locais considerados inadequados para menores de idade.
Segundo Luz, a iniciativa visa estabelecer uma faixa etária mínima para a Parada Gay, semelhante ao que já ocorre em outros tipos de eventos, como festas, shows e estabelecimentos noturnos.
“Não somos contra a Parada Gay, apenas acreditamos que deve existir uma regulação por idade, assim como acontece em bares e festas. Trata-se de um evento que inclui apresentações e consumo de bebidas alcoólicas, além de cenas de teor sensual, e estamos apenas seguindo o que prevê o ECA”, afirmou o vereador.
O PL 14 prevê a aplicação de uma multa de R$ 10 mil caso crianças sejam flagradas no evento. Agora, o PL irá para o Executivo municipal para ser sancionado ou não pelo prefeito Tião Bocalom.

Segundo Luz, a iniciativa visa estabelecer uma faixa etária mínima para a Parada Gay, semelhante ao que já ocorre em outros tipos de eventos, como festas, shows e estabelecimentos noturnos. Foto: cedida
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Mototaxista de aplicativo entra na contramão e causa grave acidente em avenida de Rio Branco

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Um grave acidente envolvendo duas motocicletas deixou três pessoas feridas na noite do último sábado (5), no cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com a Rua Isaura Parente, no bairro Bosque, região central de Rio Branco (AC). A colisão foi causada por uma manobra irregular realizada por um mototaxista de aplicativo que trafegava na contramão.
Segundo testemunhas e informações confirmadas pelas autoridades no local, Eduardo Oliveira, de 24 anos, mototaxista por aplicativo, havia iniciado uma corrida com o passageiro Cristiano Lopes de Souza, de 23 anos. Poucos metros após o início da viagem, o passageiro percebeu que havia esquecido o cartão de crédito e solicitou que o motorista retornasse ao ponto de partida.
Na tentativa de atender ao pedido rapidamente, Eduardo realizou um retorno imprudente pela contramão da Avenida Getúlio Vargas. Durante a manobra, acabou colidindo frontalmente com uma motocicleta modelo Yamaha MT-09, de cor azul, que era conduzida por João Saldanha Peixoto, de 36 anos. O impacto violento arremessou os três envolvidos ao solo.

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte básico ao local. Cristiano, o passageiro, foi a vítima mais gravemente ferida, sofrendo fratura no fêmur, corte contuso no supercílio e múltiplas escoriações. Ele foi estabilizado pela equipe médica e encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco.
João Saldanha sofreu uma luxação no ombro esquerdo, além de escoriações, e também recebeu atendimento médico. Já Eduardo teve apenas ferimentos leves e permaneceu no local prestando assistência e esclarecimentos às autoridades.
O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN) isolou a área e realizou os procedimentos padrões até a chegada da equipe da Polícia Técnico-Científica, que ficou responsável pela perícia. A principal hipótese levantada até o momento é que a manobra em sentido contrário tenha sido a causa determinante do acidente.
As investigações prosseguem para apurar responsabilidades e eventuais implicações legais da conduta imprudente do condutor do aplicativo.
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Polícia apreende 36 quilos de drogas escondidos em sacos de farinha no Amazonas
Carga incluía maconha skunk e cocaína em embarcação de Tefé para Manaus; cão policial Xerife ajudou na descoberta
Em uma operação realizada neste sábado (5), na Base Fluvial Arpão 3, em Coari (AM), a polícia apreendeu 36 quilos de drogas ocultos em sacos de farinha dentro de uma embarcação. A carga, avaliada em mais de R$ 885 mil, incluía 33 quilos de maconha tipo skunk e 3 quilos de cocaína, transportados da cidade de Tefé para Manaus.
A ação faz parte da operação Protetor das Fronteiras/Fronteira Mais Segura, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). O cão policial Xerife teve papel crucial na descoberta, ao sinalizar a presença de entorpecentes no convés da embarcação F/B América.
As drogas estavam distribuídas em oito sacos, camufladas em meio a um carregamento de farinha. Ninguém foi preso no momento da apreensão, mas as investigações continuam para identificar os responsáveis pelo transporte ilegal. A SSP-AM reforçou o compromisso de combater o tráfico de drogas nas rotas fluviais do estado.
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Policial Militar e Agente Penal entre presos por esquema de extorsão a garimpeiros no Pará
Grupo se passava por agentes do Ibama e exigia R$ 900 mil para “suspender fiscalizações”; vítimas desconfiaram e ameaçaram linchamento
Sete pessoas, incluindo um policial militar e um agente penal, foram presas suspeitas de integrar um esquema de extorsão contra garimpeiros no distrito de Moraes Almeida, em Itaituba (sudoeste do Pará). De acordo com investigações, o grupo se fazia passar por fiscais do Ibama e cobrava cerca de R$ 900 mil em troca de interromper supostas operações ambientais na região.
O crime foi descoberto após um dos empresários do garimpo adiantar R$ 300 mil aos criminosos. No entanto, ao retornarem para receber o restante, os garimpeiros exigiram documentos que comprovassem a identidade dos falsos agentes. Sem conseguir apresentar as credenciais, os suspeitos foram ameaçados de linchamento, e a Polícia Militar precisou intervir para evitar a violência.
Na delegacia, o delegado responsável constatou que o mesmo grupo já havia agido de forma semelhante em garimpos de Uruará, meses antes. Eles foram autuados por extorsão, fraude, falsidade ideológica e associação criminosa, sendo encaminhados ao sistema prisional.
A polícia segue apurando se há mais vítimas e possíveis ligações com outros crimes na região
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