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Professora condenada a 11 anos tem prisão mantida após furtar idosos em abrigo onde cumpria pena
Elidiana de Castro Gomes usou cartões de internos do Lar dos Vicentinos para fazer empréstimos e transferências ilegais; TJAC negou Habeas Corpus e manteve preventiva

Elidiana reincidiu recentemente nos mesmos crimes ao se apropriar de cartões bancários de dois internos do Lar dos Vicentinos, em Rio Branco. Foto: captada
A professora Elidiana de Castro Gomes, condenada no ano passado a mais de 11 anos de prisão por crimes de estelionato e furtos, teve a prisão preventiva mantida pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). A decisão ocorreu após ela reincidir nos mesmos crimes ao se apropriar de cartões bancários de dois internos do Lar dos Vicentinos, em Rio Branco, onde cumpria parte da pena prestando serviços comunitários.
Com os cartões furtados, Elidiana realizou empréstimos e transferências não autorizadas. Um pedido de Habeas Corpus apresentado pela defesa foi negado pela desembargadora Denise Castelo Bonfim, que determinou que o pedido de prisão domiciliar fosse encaminhado à Vara de Execuções Penais.
Cronologia dos fatos:
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2023: Condenada a mais de 11 anos por furtar 20 pessoas e praticar estelionato contra idoso de 79 anos
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Cumprimento de pena: Prestava serviços no Lar dos Vicentinos quando cometeu novos crimes
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9 de outubro: Presa pela 1ª Delegacia de PC por furtar idosos do abrigo
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Audiência de custódia: Juiz manteve prisão preventiva
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TJAC: Negou Habeas Corpus e confirmou a manutenção da prisão
A desembargadora Denise Castelo Bonfim, relatora do processo, votou pela denegação da ordem, mas determinou que o pedido fosse encaminhado à Vara de Execuções Penais. Os demais desembargadores seguiram o voto da relatora, mantendo a prisão preventiva de Elidiana Gomes.
No ano passado, a professora já havia sido presa por furtar 20 pessoas e praticar estelionato contra um vizinho de 79 anos, sendo condenada a mais de 11 anos de reclusão. O cumprimento de parte da pena incluía a prestação de serviços no Lar dos Vicentinos, onde, segundo a investigação, voltou a cometer crimes semelhantes, resultando em sua nova prisão.
O caso evidencia a reincidência criminal da professora, que agora responde a novas acusações enquanto cumpre pena pelos crimes anteriores.
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Mega da Virada: ganhador de R$ 181 milhões ainda não retirou o prêmio

Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
O dono de uma das seis apostas vencedoras da Mega da Virada, sorteada em 1º de janeiro, ainda não foi resgatar o prêmio. O sortudo, que fez o jogo em uma casa lotérica do bairro de Mangabeira, em João Pessoa (PB), tem um prêmio de R$ 181 milhões esperando por ele.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, até a noite dessa quarta-feira (7/1), o sortudo não havia ido buscar o prêmio. Ele é o único entre os vencedores que ainda não fez a retirada.
O apostador tem um prazo de 90 dias para resgatar a bolada — ou seja, até o dia 1º de abril deste ano.
Caso o sortudo não resgate os R$ 181 milhões, a fortuna é repassada para o Tesouro e será aplicada no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
O sortudo de João Pessoa fez um jogo simples no valor de R$ 6, e cravou as seis dezenas da Mega da Virada: 59 – 21 – 32 – 13 – 33 – 09.
A última edição do sorteio especial registrou o maior prêmio da história das loterias no Brasil: R$ 1,09 bilhão. Seis apostas acertaram as seis dezenas e dividiram o prêmio.
Sorteio adiado
O sorteio da Mega da Virada foi realizado na manhã do dia 1º de janeiro, após ser adiado depois de uma hora de atraso. O sorteio do concurso estava previsto para 22h de quarta-feira (31/12), mantendo a tradição de o prêmio ser anunciado no último dia do ano.
No entanto, o valor do prêmio gerou um movimento inédito nos canais de aposta: foram 120 mil transações por segundo no canal digital e quase 4,8 mil transações por segundo nas unidades lotéricas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Flávio chama Moraes de “negacionista” após decisão contra sindicância do CFM

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acusou, na noite desta quarta-feira (7/1), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “negacionismo” e de desrespeitar a ciência médica ao anular a sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para apurar a assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Bolsonaro bateu a cabeça em um móvel durante a madrugada em sua cela e só foi levado ao Hospital DF Star cerca de 24 horas depois. Ainda nesta quarta-feira, o médico Brasil Caiado, que acompanha o ex-presidente no hospital e na PF, afirmou que os exames feitos confirmaram traumatismo craniano leve após a queda.
Por meio da rede social X (antigo Twitter), o filho “01” de Bolsonaro afirmou que a decisão do magistrado ignora protocolos básicos da medicina e coloca a vida do ex-presidente em risco. Ele também saiu em defesa do CFM e afirmou que a nota da entidade é “óbvia” ao destacar que a burocracia não pode se sobrepor ao cuidado com a vida humana.
“Alguém que bate com a cabeça num armário, em estado de sonolência na madrugada, precisa ser levado imediatamente a um hospital para exames e análise médica. Isso é C-I-Ê-N-C-I-A […] A burocracia proposital — e paranoica — de Moraes não pode se sobrepor à medicina e ao cuidado com a vida de um ser humano”, escreveu Flávio.
Para o senador, é “inaceitável que Bolsonaro tenha sido levado a um hospital apenas 24 horas após o acidente”. Flávio também afirmou que não há a mínima condição de Bolsonaro permanecer sozinho durante a noite em uma cela trancada sem acompanhamento contínuo.
“Bolsonaro poderia ter sido encontrado morto pela manhã. É essa a torcida de Moraes contra Bolsonaro?”, questionou Flávio.
Segundo o senador, a defesa jurídica do ex-presidente trabalha para obter prisão domiciliar humanitária, alegando falta de bom senso do relator do caso. Ao final da nota, Flávio também cobrou um posicionamento do presidente do STF, Edson Fachin, sobre a conduta de Moraes.
Alexandre de Moraes é NEGACIONISTA!
A nota do Conselho Federal de Medicina é óbvia ao dizer que a burocracia proposital – e paranoica – de Moraes não pode se sobrepor à medicina e ao cuidado com vida de um ser humano: alguém que bate com a cabeça num armário, em estado de… pic.twitter.com/DrSWvN3Ioc
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) January 7, 2026
Decisão de Moraes
Na noite desta quarta-feira, Moraes declarou nula a sindicância instaurada pelo CFM e proibiu qualquer procedimento semelhante no âmbito da entidade, tanto em nível nacional quanto estadual. O ministro afirmou que o conselho não tem competência para apurar atos da PF.
“É flagrante a legalidade e a ausência de competência correcional do Conselho Federal de Medicina em relação à Polícia Federal”, escreveu Moraes, ao citar “desvio de finalidade” e “total ignorância dos fatos”.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Polícia Civil prende homem condenado a mais de 19 anos de prisão por roubo e tráfico
Trata-se de um indivíduo condenado definitivamente por crimes graves, com pena superior a 19 anos, e o trabalho do NEIC garante que essas decisões não fiquem apenas no papel, trazendo uma resposta efetiva à sociedade”

Em cumprimento a mandado de sentença penal definitiva, PCAC prende homem condenado por roubo e tráfico de entorpecentes. Foto: cedida
A Polícia Civil do Acre, através do Núcleo Especializado de Investigação Criminal (Neic), em Cruzeiro do Sul, prenderam, nesta quarta-feira, 7, o nacional E. S. S., de 32 anos, em cumprimento a mandado de prisão decorrente de sentença penal condenatória definitiva pelos crimes de roubo e tráfico de drogas.
A prisão foi realizada após diligências que resultaram na localização do condenado, o qual possuía contra si decisão judicial transitada em julgado, com pena total superior a 19 anos de reclusão, a ser cumprida em regime inicialmente fechado.
O indivíduo foi condenado pela prática de crimes graves, envolvendo violência patrimonial e tráfico de entorpecentes, condutas que impactam diretamente a segurança pública e a tranquilidade da população.
“Essa prisão representa o compromisso da Polícia Civil com a aplicação da lei penal. Trata-se de um indivíduo condenado definitivamente por crimes graves, com pena superior a 19 anos, e o trabalho do NEIC garante que essas decisões não fiquem apenas no papel, trazendo uma resposta efetiva à sociedade”, afirmou o delegado Heverton Carvalho, responsável pela ação.
Após a prisão, E. S. S. foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

A prisão foi resultado de diligências realizadas pelos investigadores, que conseguiram localizar o condenado, o qual possuía decisão judicial transitada em julgado. Foto: cedida

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