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Presidente do PT acusa oposição de tentativa de esvaziamento do partido e Zen vira piada na rede
Acuado pelo enfraquecimento do partido, depois de a prefeita Socorro Neri (PSB) anunciar que vai pra reeleição
BLOG DO EVANDRO CORDEIRO
O presidente do PT no Acre, Cesário Campelo Braga, anda reclamando das tentativas de partidos ligados ao governo de estar tentando esvaziar o partido. Ele se refere, por exemplo, a possível saída do deputado Jonas Lima e se seu irmão, Isaac Lima, prefeito de Mâncio Lima. Cesário diz que Isaac pode até sair, mas Jonas, como parlamentar, não teria como sair. Não terá janela para ele. Ou seja: se sair perde o mandato.
Acuado pelo enfraquecimento do partido, depois de a prefeita Socorro Neri (PSB) anunciar que vai pra reeleição, o PT deixou escapar que pode disputar a prefeitura com uma chapa alternativa, na cabeça da qual poderá estar o deputado Daniel Zen. Foi pior: Zen virou motivo de piadas nas redes sociais, inclusive por parte de pessoas que foram ligadas ao governo passado. Enfim, continua o inferno astral do PT.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


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