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Prefeitura lança ordem de serviço para construção da ponte do Caipora e prefeito visita obras no ramal Barro Alto

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Infraestrutura levará melhorias significativas para a comunidade (Foto: Evandro Derze/Assecom)

Foi emitida, nesta quarta-feira (4), a tão aguardada ordem de serviço para a construção da ponte sobre o Igarapé Caipora, na zona rural de Rio Branco. A infraestrutura levará melhorias significativas para a comunidade, que hoje convive com uma ponte precária, que há 20 anos não recebia manutenção.

“É de uma grande importância essa obra aqui, sabe por quê? Tem outro acesso ali pela balsa, só que o acesso da balsa é das seis da manhã às seis da tarde e aqui, quando a pessoa está doente, a gente tem que sair por aqui que é 24h. Então é uma obra muito importante, grande mesmo”, avalia o produtor rural, José Lima.

É fundamental esse empreendimento aqui. Quero dizer que não é só esse daqui, tem mais duas pontes aqui na frente que a gente vai autorizar a fazer. Já autorizamos fazer também de alvenaria, ou seja, essa ligação aqui do Moreno Maia até a Transacreana, vai rodar, se Deus quiser, de inverno a verão, já a partir deste inverno”, anuncia o prefeito Tião Bocalom.

Como já destacou o prefeito, a ponte será construída em concreto armado e aço, o que segundo o secretário de Infraestrutura, Cid Ferreira, representa um marco importante no desenvolvimento da infraestrutura, já que em gestões passadas as pontes eram construídas de madeira.

“O vigamento e a estrutura são de concreto e aço. Por isso que nós chamamos de ponte mista, e esse é o compromisso com o homem do campo, como o prefeito falou, não é somente com a zona urbana.”

O valor da obra é de 20 milhões. São recursos próprios e emenda parlamentar da então deputada federal Mara Rocha.

“Estou feliz de estar aqui representando a Mara nesse momento importante pra comunidade, em que uma emenda de quase três milhões de reais vai materializar o sonho da comunidade de ter uma ponte definitiva e acabando essa história de, a cada dois anos, ter que refazer a ponte”, ressalta o ex-deputado federal Wherles Rocha.

As obras terão início ainda esta semana, com prazo de conclusão de oito meses. Os moradores estão ansiosos pelo início das obras e aguardam com expectativa a conclusão dessa importante etapa de progresso para a região.

“É a primeira vez que uma gestão realiza obras com essa qualidade no local” (Foto: Evandro Derze)

Após o lançamento da ordem de serviço, o prefeito se dirigiu até o Barro Alto, no trecho do quilômetro 14 para ver de perto os serviços de terraplanagem e concretagem. São mais de 90 quilômetros de serviços. Mais uma vez o prefeito destaca que é a primeira vez que uma gestão realiza obras com essa qualidade no local.

“A prefeitura está fazendo um trabalho que nunca foi feito e se não fizer não vai resolver nunca, trabalho que está custando caríssimo. Foi feita uma troca de solo, a pista era muito estreita, teve que trocar o solo fazer alargamento normal e estamos concretando fazendo a principal reivindicação de todos os moradores aqui do Barro alto que era essa ladeira, estamos conseguindo realizar o sonho dos moradores que é ter acesso de inverno a verão até a BR.”

Para quem já sofreu tanto com os transtornos desse ramal, a obra é um alento. “Quando chovia ninguém saía não, não passava. Fiquei atolado. Era boi, cavalo para puxar e não puxava. Agora vai ficar cem por cento”, avalia Pedro Néri, produtor rural da região.

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Hanseníase tem cura: campanha nacional reforça importância do diagnóstico precoce

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Durante a campanha nacional de conscientização, especialistas reiteram que a hanseníase tem cura, tratamento gratuito e que o maior desafio é vencer o preconceito que ainda cerca a doença

Apesar dos avanços da medicina e da oferta de tratamento gratuito pelo SUS, a hanseníase continua sendo uma realidade no Acre e na região do Juruá, especialmente entre populações em situação de vulnerabilidade social. Inserida no grupo das Doenças Tropicais Negligenciadas, a enfermidade segue cercada por desinformação, estigma e diagnóstico tardio, fatores que contribuem para deformidades físicas evitáveis e impactos sociais duradouros.

Para o médico e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Francisco Albino, essa permanência está ligada a determinantes sociais e históricos. “A hanseníase possui atributos que a tornam um mal negligenciado, prevalente e estigmatizante. Historicamente, medidas como internação compulsória e isolamento social reforçaram o preconceito, criando marcas que ainda interferem na vida dos pacientes”, explicou.

Segundo Albino, os sintomas iniciais costumam passar despercebidos. “Manchas na pele com perda ou alteração da sensibilidade são o principal sinal de alerta. Essas manchas não coçam nem doem, o que faz com que sejam ignoradas. Dormência, formigamento e perda de força em mãos ou pés também merecem atenção”, destacou.

Importância do diagnóstico precoce

O especialista reforça que identificar a doença cedo é essencial para evitar complicações. “A hanseníase evolui de forma silenciosa. Quando o diagnóstico é tardio, o dano aos nervos já pode estar instalado, levando a deformidades e incapacidades físicas evitáveis. O diagnóstico precoce interrompe a transmissão, evita sequelas e reduz o sofrimento físico, emocional e social do paciente”, afirmou.

Para Albino, o estigma é um dos maiores obstáculos. “Ainda existe a ideia de que a hanseníase é resultado de castigo divino ou que não tem cura. Esses mitos alimentam o preconceito e fazem com que muitas pessoas escondam os sintomas, atrasando o tratamento e fortalecendo o isolamento social”, disse.

O médico lembra que a hanseníase tem cura e que o tratamento é seguro. “O tratamento é feito com poliquimioterapia, oferecida gratuitamente pelo SUS. Reforçar que a doença tem cura é fundamental para combater o preconceito e garantir que as pessoas procurem atendimento sem medo”, ressaltou.

Albino deixa um recado direto à população: “O aparecimento de mancha não é normal, ainda mais quando há perda de sensibilidade. Procurar o serviço de saúde é um ato de cuidado consigo mesmo e com a comunidade.”

Afya Amazônia

A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado de Rondônia conta com duas instituições de graduação (Afya Porto Velho e Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda oito escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Acre (1), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

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Idoso é preso pela PRF após ser flagrado com pistola calibre .40 em Cruzeiro do Sul

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Homem de 70 anos não possuía porte nem documentação da arma e das munições

Um homem de 70 anos foi preso na quarta-feira (14) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Estrada da Variante, em Cruzeiro do Sul, após ser flagrado portando uma arma de fogo de uso restrito.

De acordo com a PRF, o idoso trafegava em uma motocicleta quando foi abordado durante fiscalização de rotina. Ele informou aos policiais que retornava de seu sítio e, ao ser questionado, confirmou que estava armado.

Durante a abordagem, os agentes apreenderam uma pistola Taurus calibre .40 e oito munições. Conforme a polícia, o homem não possuía porte de arma de fogo nem documentação legal da arma ou das munições.

Diante da irregularidade, o idoso foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul, onde o caso ficou à disposição das autoridades para os procedimentos legais cabíveis.

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Justiça decreta prisão de três suspeitos de integrar “Tribunal do Crime” em Rio Branco

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Grupo mantinha homem em cárcere privado para aplicar punição ilegal; um investigado responderá em liberdade

A Justiça decretou a prisão preventiva de três homens suspeitos de integrar uma facção criminosa e de atuar na aplicação de punições ilegais impostas pelo chamado “Tribunal do Crime”, em Rio Branco. A decisão atinge Lucas Nogueira dos Santos, Anderson Luan Bezerra e João Victor Navarro da Silva. Já Marcelo Santos de Souza teve a liberdade provisória concedida, mediante cumprimento de medidas cautelares.

A decisão foi proferida pelo juiz plantonista da Vara das Garantias, durante audiência de custódia realizada no Fórum Criminal de Rio Branco, no fim da tarde de ontem.

Os quatro foram presos na noite de terça-feira (13) por policiais do Grupamento Tático do 3º Batalhão da Polícia Militar, no momento em que mantinham um homem em cárcere privado em uma residência localizada na Rua Luiz Gonzaga, no bairro São Francisco. A vítima, que teve a identidade preservada, teria sido sequestrada para sofrer agressões físicas como forma de punição imposta pela organização criminosa.

Informações repassadas por moradores à Polícia Militar foram fundamentais para a rápida intervenção, que evitou uma possível sessão de tortura e espancamento, situação que poderia resultar em morte. Durante a ação, os policiais apreenderam pedaços de madeira, supostamente utilizados nas agressões, além de um automóvel.

Os três investigados que tiveram a prisão preventiva decretada foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Rio Branco. O quarto envolvido responderá em liberdade provisória, com uso de tornozeleira eletrônica e cumprimento das demais medidas cautelares determinadas pela Justiça.

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