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Acre

Prefeito Bocalom visita obras dos ramais Moreno Maia e Barro Alto

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Até o momento foram recuperados 118 quilômetros de ramais, de um total de 1500, dentro do Cinturão Verde (Foto: Val Fernandes/Assecom)

A Prefeitura de Rio Branco tem se empenhado na recuperação dos ramais, buscando melhorar a acessibilidade e a infraestrutura das comunidades rurais. Até o momento, foram recuperados 118 quilômetros de ramais, de um total de 1500 dentro do Cinturão Verde da cidade. Os demais trechos são de responsabilidade do governo do Estado.

Em toda malha viária que compete a prefeitura, já foram realizados 364 quilômetros de piçarramento, instalados 234 bueiros e construídas 346 pontes, sendo 8 delas em concreto. Outro avanço importante é a pavimentação de mais de dez quilômetros de asfalto, proporcionando mais conforto e segurança aos moradores dessas regiões.

Nesta quarta-feira (15), o prefeito de Rio Branco Tião Bocalom e o secretário de Agropecuária, Eracides Caetano, fizeram uma visita técnica na região do Barro Alto e no Projeto de Assentamento Moreno Maia. A equipe técnica percorreu os principais trechos em obras e os pontos já concluídos. Logo no quilômetro 2 do Barro Alto, a prefeitura recuperou um dos trechos de maior gargalo. Essa imensa ladeira, nunca nenhuma gestão teve coragem de arrumar. Agora, com o material frezado e o reaproveitamento de asfalto, o seu Raimundo, não precisa mais forçar o carro.

“Agora ficou ótimo, Deus me livre. A vista do que estava, agora está uma bênção. Agora está beleza. nota 10.”

Foi feita a correção nos pontos que acumulavam água (Foto: Val Fernandes/Assecom)

Com a correção nos pontos que acumulavam água, agora, o acesso será de inverno a verão. Todos os transtornos ficaram para trás. Hoje a realidade no ramal União é outra. Serviços de recuperação já foram feitos e agora o ramal já está prontinho para receber o piçarramento.

“Dá gosto de ver o trabalho que a gente está fazendo. Ali no ramal União é um ramal que atolava trator, caminhão e o outro ponto era um trecho do Moreno Maia que quando vinha o inverno a água descia e arrebentava tudo. Graças a Deus que a nossa equipe esteve aqui, trabalhou mais de uma semana só nessa região e está aí o trabalho, para todo mundo ver, um trabalho lindo. É uma equipe comprometida em fazer o trabalho bem feito”, destacou o prefeito.

As pontes de madeira que há anos não recebiam manutenção, a prefeitura está construindo novas, reforçadas com mais resistência e qualidade. De acordo com o secretário da Seagro, Eracides Caetano, já foram construídas cerca de 46 pontes e agora tem ainda mais 8 de concreto.

Novas pontes estão sendo construídas (Foto: Val Fernandes/Assecom)

“Tem 8 de concreto e tem 9 de madeira ainda para serem concluídas. Assim, temos umas que já estão fazendo, mas temos 9 que ainda não mexemos. Vamos começar agora, depois que concluir essas aqui do Barro Alto, a gente vai começar a construção das outras, que é em vários lugares no município”, informou.

Só quem utiliza o ramal com frequência, como é o caso do funcionário púbico Elias Dias, sabe da importância dos serviços.

“A placa por si só já diz, Ramais da Dignidade. Eu conheço o Barro Alto, acho que tem mais de 25 anos, que eu ando aqui. Acredito que de todas as gestões, é a primeira vez que a gente está vendo alguma coisinha fluindo. As pontes a gente está vendo que já está saindo. Agora a gente está conseguindo rodar mais um pouquinho no inverno.”

Segundo o diretor de ramais da prefeitura, até o final do ano todo o Cinturão Verde da cidade estará concluído.

“Foi uma determinação do nosso prefeito Tião Bocalom que a gente desse a trafegabilidade para toda a comunidade em torno do Cinturão Verde de inverno a verão. Sabemos que o período chuvoso já se encontra, mas estamos concluindo. Eu acredito que até mais ou menos meados do dia 20 de dezembro todo o Cinturão Verde estará pronto”, explicou.

Ao final da visita técnica o prefeito ficou satisfeito com a qualidade e o ritmo das obras.

“Parabéns a nossa equipe da Seagro que está trabalhando de segunda a domingo, não tem dia santo, não tem feriado e todo mundo é imbuído da mesma vontade de fazer esse ramal rodar de inverno a verão porque nós queremos comer o arroz de Rio Branco, feijão de Rio Branco, tomar o leite de Rio Branco, e pra isso, precisa de estrada”, concluiu o prefeito.

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Acre

Educação como antídoto: escolas do Acre viram linha de frente contra o Aedes aegypti

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Projeto “Todos contra o Aedes” transforma alunos e professores da rede pública em agentes de saúde e mobilização comunitária para conter dengue, zika e chikungunya

A rede pública de ensino do Acre assumiu um papel decisivo na luta contra as arboviroses. Com o projeto “Todos contra o Aedes aegypti”, escolas se tornaram centros de mobilização e aprendizado, unindo educação, ciência e cidadania no combate aos focos de dengue, zika e chikungunya. A iniciativa mostra, na prática, como o conhecimento pode salvar vidas e transformar hábitos.

Desenvolvido pelo Instituto Sapien, com financiamento do Ministério da Saúde e apoio da Sesacre, da Secretaria de Educação e Cultura (SEE) e do Governo do Acre, o projeto já alcança 15,4 mil alunos e 616 professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental em dez municípios. Com materiais pedagógicos interativos, jogos, vídeos educativos e atividades em campo, o programa ensina como identificar e eliminar criadouros do mosquito, levando o aprendizado para além da sala de aula — até as casas e comunidades.

O contexto reforça a urgência dessa ação. Somente no início de 2024, o Acre registrou 6.510 casos prováveis de dengue, sendo 1.174 confirmados, segundo balanço da Sesacre. A incidência chegou a 784,3 casos por 100 mil habitantes, com ocorrências em 21 dos 22 municípios. Diante desse cenário, intensificar ações de educação e prevenção tornou-se prioridade.

Nas escolas, professores são capacitados para tratar o tema de forma transversal, alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). As atividades integram ciência, cidadania e responsabilidade coletiva. Estudantes participam de rodas de conversa, produzem campanhas educativas, realizam vistorias e aprendem a orientar familiares e vizinhos sobre como eliminar criadouros.

Cada aluno se torna um multiplicador de informação, apto a identificar riscos e incentivar a mudança de comportamento. E pequenas mudanças como tampar reservatórios e eliminar água parada podem fazer uma diferença enorme, reduzindo significativamente a presença do Aedes.

O projeto também investe em monitoramento e avaliação de resultados, para medir impactos e aperfeiçoar metodologias. O modelo aplicado no Acre tem potencial para inspirar outras regiões do país, mostrando que educação e saúde são aliadas estratégicas na prevenção de doenças e na construção de comunidades mais conscientes.

No Instagram @todoscontraoaedesaegypti.

O convite é claro: a luta contra o Aedes começa em cada casa — e a transformação começa com a educação.

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Acre é o 6º em infraestrutura no Norte e 26º no país, aponta Ranking de Competitividade 2025

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Estudo aponta baixo investimento, destinação inadequada de recursos e deficiências regulatórias como entraves; setor é o 3º pilar mais importante do índice

O levantamento reforça que a fragilidade na infraestrutura segue como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento econômico no país. Foto: captada 

O Acre ocupa a 6ª posição entre os estados da Região Norte e figura na 26ª colocação no ranking nacional de infraestrutura, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025. O estudo aponta que a fragilidade em áreas como malha rodoviária, fornecimento de energia, telecomunicações, saneamento básico e transporte aéreo segue como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento econômico no estado.

O levantamento atribui a posição a fatores como baixo volume de investimentos, destinação inadequada de recursos públicos e deficiências regulatórias, que impactam a capacidade de crescimento local. A infraestrutura é o terceiro pilar mais relevante da avaliação, com peso de 11,4% no índice geral, analisando indicadores de acesso, qualidade e custo dos serviços.

O estudo reforça que, mesmo quando os sistemas estão presentes, muitos operam em condições inadequadas ou com custos elevados, o que afeta tanto a população quanto o setor produtivo. A situação reflete desafios que vão desde a ausência de estrutura essencial até a precariedade dos serviços ofertados, limitando a competitividade do estado no cenário nacional.

Peso da infraestrutura no ranking:
  • Terceiro pilar mais relevante, com 11,4% de influência no índice geral;

  • Indicadores analisados: Malha rodoviária, fornecimento de energia, telecomunicações, saneamento básico e transporte aéreo;

  • Critérios: Acesso, qualidade e custo dos serviços.

Principais gargalos no Acre:
  • Rodovias: BR-364 e AC-40 em estado crítico, com trechos interditados e alto custo logístico;

  • Energia: Altos preços e falhas frequentes no fornecimento, especialmente no interior;

  • Saneamento: Menos de 30% da população tem acesso à coleta de esgoto;

  • Telecomunicações: Cobertura irregular de internet em comunidades rurais.

A infraestrutura precária eleva o custo de produção, desestimula investimentos privados e prejudica a competitividade de setores como o agronegócio e o turismo.

O estado fica à frente apenas do Amapá (27º) no Norte, mas abaixo de Rondônia (21º), Amazonas (22º) e Pará (23º).

A posição 26ª no país reflete um problema crônico: o estado não consegue atrair investimentos significativos justamente por carecer das condições básicas (estradas, energia, comunicação) que seriam necessárias para alavancá-los – um círculo vicioso que exige intervenção estratégica e parcerias com a União.

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Corpo é encontrado boiando no Rio Acre dentro de saco amarrado, na zona rural de Rio Branco

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Vítima ainda não identificada foi localizada por morador da região; Polícia Civil investiga o caso como homicídio

O Corpo de Bombeiros Militar do Acre resgatou, na noite desta terça-feira (3), o corpo de um homem ainda não identificado, encontrado boiando no Rio Acre, nas proximidades do Ramal da Usina, na zona rural de Rio Branco.

De acordo com informações preliminares, um morador da região navegava pelo rio em uma canoa quando percebeu um volume sendo levado pela correnteza. Ao se aproximar para verificar, constatou que se tratava de um corpo humano enrolado e amarrado dentro de um saco.

Diante da situação, o colono acionou imediatamente o Corpo de Bombeiros. Uma guarnição do Pelotão Náutico foi deslocada até o local e realizou o resgate do cadáver, que estava amarrado próximo a uma embarcação, aguardando a retirada pela equipe especializada.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e realizou o recolhimento do corpo, que foi encaminhado à sede do órgão, no bairro da Base, onde passará por exames periciais. Segundo as autoridades, a vítima aparenta ser um homem com idade estimada entre 60 e 70 anos e será submetida a procedimentos de papiloscopia para identificação.

Inicialmente, não foram constatados sinais aparentes de violência. No entanto, a Polícia Civil trata o caso como homicídio, devido ao fato de o corpo ter sido ensacado e amarrado antes de ser lançado no rio.

As circunstâncias da morte ainda são desconhecidas. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e novas informações poderão ser divulgadas a qualquer momento.

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