Acre
Preço da gasolina sobe 50 centavos no acre em uma semana e chega a R$ 6,20 em Porto Walter. Em Recife e vendido a R$ 8,99
Os consumidores de Brasiléia e Epitaciolândia pagam 4.85 com expectativa de chegar a 5 reais nas próximas horas
Na manhã de quarta-feira (23), o valor que estava sem aumento há cerca de 6 meses teve novo reajuste. Foi o segundo em menos de uma semana. A primeira mudança foi de R$ 4,95 para R$ 5,25 em Cruzeiro do Sul .

Litro da gasolina é vendido por R$ 5,45 em postos de Cruzeiro do Sul (Foto: Adecimar Carvalho/G1)

Posto na Avenida Antônio de Góes, no Pina, tem litro da gasolina a R$ 8,99 (Foto: Reprodução/WhatsApp)
Com G1/Acre
O preço do litro da gasolina chegou a ser vendido a R$ 8,99 nesta quarta-feira (23) no Recife após o abastecimento dos postos de combustíveis ser afetado devido ao terceiro dia de protestos dos caminhoneiros contra o aumento do preço do diesel. Alguns postos na Região Metropolitana fecharam por falta de combustíveis para revenda.
Já no acre o litro da gasolina atingiu R$ 6,10 no único posto de gasolina do município de Santa Rosa do Purus, que fica em uma área de difícil acesso no interior do Acre. O diesel comum ultrapassou os R$ 5.
O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Gás Liquefeito de Petróleo e Lubrificantes do Estado do Acre (Sindepac) informou que não regula, monitora, ou controla os preços de combustíveis. O sindicato disse que cada revendedor compra e vende de acordo com o seu custo operacional no estado.

Os consumidores de Brasiléia e Epitaciolândia pagam 4.85 com expectativa de chegar a 5 reais nas próximas horas (Foto: arquivo)
Em relação ao preço praticado em Santa Rosa do Purus, o Sindepac disse que não pode falar pelo proprietário, pois ele é quem dispõe de informações sobre os custos de frete, impostos e outros itens que incidem com o valor de revenda. Porém, informou que quanto mais isolada a região maior é o custo para o transporte de mercadorias.
“O Acre, em si, é um exemplo disso. O combustível vem de distribuidoras distantes e isso eleva o frete, o que acaba refletindo no preço final ao consumidor”, disse a nota assinada pela presidente do Sindepac, Karyenne Machado.
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Os consumidores de Brasiléia e Epitaciolândia pagam 4.85 com expectativa de chegar a 5 reais nas próximas horas, e bom lembrar que os postos de combustíveis da fronteira, cidade de Brasiléia e Epitaciolândia não são associados ao (SINDEPAC) Sindicato do Comercio Varejista de Combustível, Gás Liquefeito de Petróleo e Lubrificante do Acre
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Uma moradora do município, que não quis se identificar, lamentou o preço do litro da gasolina e afirma que o valor é um “assalto”. Além disso, o fato de ter apenas um posto na cidade piora a situação, segundo ela.
E disse mais, “Aqui tem pouquíssimos carros particulares, a maioria é de órgãos públicos. Mas as motos particulares são muitas e, infelizmente, não tem como parar de usar. A população é quem sofre com os preços e até já se acostumo. Além da gasolina, a botija de gás, por exemplo, está custando R$ 100”, disse.
Os consumidores de Brasiléia e Epitaciolândia pagam 4.85 com expectativa de chegar a 5 reais nas próximas horas, e bom lembrar que os postos de combustíveis da fronteira, cidade de Brasiléia/Epitaciolândia não são associados ao (SINDEPAC) Sindicato do Comercio Varejista de Combustível, Gás Liquefeito de Petróleo e Lubrificante do Acre, jé em Cruzeiro do Sul os consumidores foram mais uma vez surpreendidos com o aumento no preço dos combustíveis. Na manhã de quarta-feira (23), o valor que estava sem aumento há cerca de 6 meses teve novo reajuste.
Foi o segundo em menos de uma semana. A primeira mudança foi de R$ 4,95 para R$ 5,25. Com o novo aumento, o litro d gasolina está R$ 5,45.

O presidente do Sindicato dos Taxistas, Adriano Santos, diz que é inviável tantos aumentos e acredita que a saída é protestar (Foto: Tribuna do Jurua)
Representantes dos taxistas e mototaxistas reclamam e planejam fazer manifestações nas próximas semanas.
O presidente do Sindicato dos Taxistas, Adriano Santos, diz que é inviável tantos aumentos e acredita que a saída é protestar.
“Quando temos que aumentar o preço da corrida o cliente reclama. Estamos tendo prejuízo, vamos participar de uma reunião na Federação dos Transportes em Rio Branco, junto com os mototaxistas e no nosso retorno pensamos em fazer alguma manifestação quanto a esses aumentos. Não podemos pagar o combustível mais caro do país”, reclama.
Francisvaldo Nobre representa os mototaxistas e diz que a categoria foi criada para atender pessoas de baixa renda e diz que o lucro está diminuindo.

Porto Walter, por exemplo, o preço após o reajuste da semana passada passou para R$ 6,20 e um novo preço deve ser estabelecido nos próximos dias (Foto: internet)
“Se aumentar o preço, perderemos clientes. Tem gente que ainda pede para fazer corrida por preço mais baixo. Infelizmente não temos como atender por menos desse preço que está em vigor desde o ano passado”, disse.
Situação pior vive municípios isolados. Em Porto Walter, por exemplo, o preço após o reajuste da semana passada passou para R$ 6,20 e um novo preço deve ser estabelecido nos próximos dias.
Correios
A não distribuição de combustível também afeta a operação dos Correios, que suspenderam as postagens com dia e hora marcados (Sedex 10, 12 e Hoje). Por meio de nota, a empresa informou, ainda, que a paralisação “tem gerado forte impacto às operações da empresa em todo o país”. Os serviços Sedex e PAC, bem como o de correspondências, também sofrem com acréscimo de dias do prazo de entrega estipulado.
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Acre
Rio Branco recebe mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher

O governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), realiza neste domingo, 22, um mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher. A ação integra o programa nacional Mais Especialistas, do Ministério da Saúde, e ocorre em alusão ao Mês da Mulher.
A iniciativa ocorre de forma simultânea em todo o país, envolvendo unidades hospitalares públicas, privadas e filantrópicas. O objetivo central é ampliar o acesso da população a procedimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Na Fundhacre, os atendimentos foram concentrados no centro cirúrgico da unidade, beneficiando pacientes previamente reguladas. Ao todo, foram executados procedimentos de diversas especialidades, visando garantir agilidade e reduzir as filas de espera.
Durante a mobilização, estão sendo executados procedimentos de diversas especialidades, como tireoidectomia total, plástica mamária não estética, reparo de manguito rotador, ressecção de cisto sinovial e tratamento de varizes. A ação contempla também demandas ginecológicas, incluindo histerectomias e curetagens, garantindo agilidade no atendimento e redução das filas de espera.
Antonia Neide, paciente contemplada pela ação relata. “Eu sentia muita dor no ombro e, quando trouxe os meus exames, o médico recomendou a cirurgia imediatamente. Graças a Deus, esse procedimento será realizado hoje. Esses mutirões são muito importantes, porque ampliam o acesso aos atendimentos. No meu caso, como eu trabalhava fazendo movimentos repetitivos, acabei desenvolvendo alguns problemas no ombro”, afirmou.
A inclusão da Fundhacre na mobilização nacional foi viabilizada após agenda institucional junto ao Ministério da Saúde, no início de março. O alinhamento reforça o compromisso do Estado com estratégias nacionais de atenção especializada e atendimento humanizado.
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Acre
Nível do Rio Acre segue em queda e permanece abaixo da cota de alerta em Rio Branco
Boletim da Defesa Civil aponta redução do manancial e registra 12 milímetros de chuva nas últimas 24 horas
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Acre
Sexto lote do seguro-defeso será disponibilizado na terça-feira
O sexto lote do Seguro Desemprego do Pescador Artesanal, o seguro-defeso, será paga na terça-feira (24) para 110.904 trabalhadores do ramo, cadastrados e em conformidade com as exigências do programa.
Estes trabalhadores receberão R$ 179,7 milhões. Os cinco lotes anteriores somaram 269.372 beneficiados, com as parcelas sendo sido liberadas semanalmente, totalizando R$ 616,3 milhões.
O valor do benefício equivale a um salário mínimo mensal, fixado em R$ 1.621. O seguro é pago a pescadores artesanais durante a paralisação da pesca (defeso), no período de reprodução de cada espécie, e pode durar até cinco meses, dependendo do calendário regional de proibição.
A maior parte do público beneficiado teve sua atividade impactada no período entre novembro de 2025 e fevereiro de 2026.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ressaltou o compromisso da pasta com a correta concessão do benefício.
“O MTE tem trabalhado para garantir o pagamento de todos os pedidos de seguro-defeso que passaram por análise criteriosa, assegurando o direito de quem realmente vive da pesca.”
Troca de gestão
Em novembro do ano passado, a gestão do seguro-defeso foi reformulada passando do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O objetivo da medida é diminuir o pagamento de benefícios indevidos – para pescadores que tem outras fontes de renda, por exemplo –, além de evitar fraudes.
O esforço de saneamento do programa também uniu a Controladoria Geral da União (CGU) e o MTE. Embora uma parcela relativamente pequena de benefícios tenha sido fraudada, o impacto das fraudes é considerável pois o programa já atendeu mais de 2 milhões de cadastrados em seu período de maior alcance.
Entre as alterações previstas na Medida Provisória (MP) nº 1.323, foi revisada a lista de documentos necessários para manter os cadastros ativos. Atualmente, as exigências incluem inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), ter cadastro biométrico, entregar o Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (Reap), morar em município incluído no período de defeso e participar das entrevistas realizadas pela Fundacentro nos estados onde já ocorre a piracema (período de reprodução dos peixes), que são Bahia, Maranhão, Piauí, Pará e Amazonas. Nestes locais a Fundação registrou 514.127 atendimentos em 126 municípios.
Entre 1º de novembro de 2025 e 14 de março deste ano, o MTE recebeu 1.198.473 requerimentos individuais do benefício. As solicitações estão passando por triagem. Os estados com maior número de solicitações são Pará (351.502), Maranhão (336.803), Amazonas (106.632), Bahia (81.765) e Piauí (63.025).
Ficaram de fora dos lotes os pescadores que não apresentaram o Reap. Também foram excluídos aqueles que possuem vínculo empregatício, recebem aposentadoria, estão com o registro de pesca cancelado, atuam em atividades não previstas ou recebem benefício assistencial contínuo, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

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