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Polícias negociam com manifestantes e liberam parcialmente BR 317 sentido Peru

Represetantes da Polícia Militar do Acre e rodoviária Federal durante negociação para liberação da estrada por parte dos manifestantes Foto: David Romão
Durante a tarde desta terça-feira, dia 1º de novembro, aconteceu outra rodada de negociação com os manifestantes que estão contrários ao resultado da eleição ocorrida neste final de semana, que resultou no bloqueio em dois pontos da BR 317 (Estrada do Pacífico), sentido Brasiléia/Assis Brasil.
Centenas de pessoas tiveram o primeiro comunicado pela parte da manhã, quando vários patrulheiros federais estiveram no local, cumprindo ordens do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que ordenou o desbloqueio das estradas em todo o País.

Desta vez, com a presença do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar do Acre, Tenente Tales Rafael, dc0municou que a Instituição está cumprindo com as determinações do STF e pediu que fosse liberado a BR, afim de evitar possíveis confrontos.
Em conversas com os manifestantes ficou decido que, parte da BR seria liberada para veículos de pequeno porte, ficando o impedimento por enquanto para caminhões. A barreira que haviam feito com barro por volta das 11 horas cerca de um quilômetro da primeira localizada em rente ao Santuário de São Francisco, já foi retirada.
Segundo os manifestantes, ainda não tem uma data definida para o bloqueio seja levantado por inteiro e acabe por definitivo.
Mais informações a qualquer momento.
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.

















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