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Polícia procura por responsável de ter soltado rojão que explodiu e matou mulher na Praia Grande (SP)

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A vítima, de 38 anos, curtia o Revéillon com a família. O caso foi registrado como homicídio e lesão corporal culposa

Vítima, de 38 anos, não resistiu aos ferimentos causados pela explosão e morreu no local
REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

A polícia está procurando pelo responsável de ter soltado o rojão que se prendeu na roupa de uma mulher, explodiu e a matou durante o Réveillon, na madrugada de domingo (1°), na Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Em nota ao R7, a SSP (Secretaria Pública do Estado de São Paulo) informou que o caso foi registrado como homicídio e lesão corporal culposa na CPJ (Central de Polícia Judiciária). “A autoridade policial trabalha para identificar o autor e esclarecer os fatos”, escreveu.

A vítima, de 38 anos, comemorava a virada do ano com a família quando um rojão ficou preso na sua roupa. Um primo dela informou aos policiais que algumas pessoas tentaram tirar o objeto da roupa antes que explodisse, mas não deu tempo.

Em um vídeo enviado à reportagem, é possível ver o momento em que diversas pessoas admiram os fogos na praia, até que ocorre uma explosão no corpo da mulher e todos começam a correr com medo.

Um homem que estava junto com a vítima, que seria o namorado dela, tenta ajudar e, ao ver o corpo, se abaixa no chão e parece estar muito abalado.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e constatou a morte da mulher ainda no local. Após o ocorrido, os agentes permaneceram na região até a chegada da perícia.

Em nota, a prefeitura do município ressaltou que, “de acordo com lei municipal n° 744, de outubro de 1991, é proibido a venda e comercialização de fogos de artifício”.

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Fornecedor de armas de fogo para facção criminosa é preso pela Polícia Civil do Acre

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Geral de Rodrigues Alves, conduziu na manhã da última terça-feira, 20, uma operação que resultou no cumprimento de três mandados de busca e apreensão relacionados a crimes de tráfico de drogas e comercialização ilegal de armas de fogo.

Durante a operação, foi efetuada a prisão de um indivíduo conhecido no mundo do crime como “Buda”, suspeito de fornecer armas para a facção criminosa atuante na região. Além disso, objetos suspeitos de serem provenientes de crimes foram apreendidos e serão analisados pela Polícia Civil.

O Delegado responsável pela delegacia de Rodrigues Alves, Dr. Marcilio Laurentino destacou que as investigações continuam e novas prisões e buscas podem ocorrer na cidade. “Nossa equipe permanecerá trabalhando de forma incisiva para combater o tráfico de drogas e a criminalidade na comunidade, garantimos que prisões como essa serão recorrentes, visando assegurar a ordem e a paz na região,” enfatizou Laurentino.

A ação reforça o comprometimento da Polícia Civil do Acre em enfrentar ao crime organizado, contribuindo para a segurança da comunidade e para a desarticulação de grupos criminosos que atuam na região.

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Bocalom irá a ato bolsonarista em SP e ressalta que comprou passagem com o próprio dinheiro

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Manifestação está marcada para este domingo, 25, na Avenida Paulista.

Por Leandro Chaves

O prefeito de Rio Branco Tião Bocalom (PP) confirmou, por meio de sua assessoria, que estará na manifestação convocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para este domingo, 25, em São Paulo.

Alegando defender valores cristãos, o pré-candidato à reeleição fez questão de ressaltar que comprou as passagens com seu próprio dinheiro. “Não dá mais pra continuar com essa turma que o tempo todo quer pisotear os princípios cristãos”, disse, referindo-se à esquerda.

Diferente de Bocalom, o governador do Acre, Gladson Cameli, do mesmo partido, não deverá comparecer ao evento. Ele, que também já se declarou bolsonarista, tem uma viagem oficial para o exterior no início de março que irá preencher sua agenda para o período.

Bolsonaro convocou apoiadores de todo o Brasil para o ato na Avenida Paulista em protesto contra o avanço das investigações e dos inquéritos que apuram sua responsabilidade, além de outros investigados, pelo atos antidemocráticos e golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023.

Na ocasião, bolsonaristas de várias partes do Brasil invadiram os prédios dos três poderes e os depredaram. A intenção, segundo as investigações, era criar um ambiente de instabilidade para que as Forças Armadas agissem.

O caso aconteceu uma semana após o presidente Lula (PT) tomar posse, depois de sua vitória nas urnas em eleições comprovadamente limpas, segundo observadores internacionais e locais, entre elas as próprias Forças Armadas.

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Polícia Civil do Acre efetua prisão de agressor por descumprimento de medidas protetivas

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Na última segunda-feira, 19, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe plantonista da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), realizou a prisão de E. W. S. I, de 24 anos, em cumprimento a um mandado expedido pela Vara de Plantão. O indivíduo foi detido devido ao reiterado descumprimento das medidas protetivas de urgência contra sua própria avó, evidenciando total desrespeito às determinações judiciais e ao compromisso no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher.

O cumprimento de mandados de prisão de agressores pelos policiais da DEAM e a lavratura de autos de prisão em flagrante pelos Delegados Plantonistas, realizados diariamente pela Especializada que opera 24 horas, corroboram o compromisso da Polícia Civil na luta contra a violência doméstica.

“O descumprimento das medidas protetivas é inaceitável, e a prisão do acusado demonstra que não será tolerado tal comportamento. Estamos comprometidos em garantir a segurança e o bem-estar das vítimas”, informou a delegada plantonista da DEAM e responsável pelo caso, Dra. Mariana Gomes.

A ação da Polícia Civil do Acre reforça a importância de uma abordagem rigorosa na repressão à violência doméstica e familiar contra a mulher, destacando a necessidade de conscientização e educação sobre a gravidade desse tipo de crime. O Poder Judiciário e as autoridades competentes estão unidos na missão de proteger as vítimas e responsabilizar aqueles que desrespeitam as medidas protetivas.

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