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Polícia Militar do Acre realiza 5ª edição do Bopeano Blindado

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Com uma sensação térmica de 38 graus, quarenta e seis profissionais da Segurança Pública e das Forças Armadas testaram seus limites físico e psicológico na manhã deste sábado, 25, em Rio Branco. Em alusão aos 27 anos da Companhia de Operações Especiais (COE) foi realizada pela Polícia Militar do Acre (PMAC) a 5ª edição do “Bopeano Blindado”.

Leandro Oliveira foi o primeiro colocado da competição. Foto: Silva Barbosa.

A quinta edição reuniu além dos profissionais do Acre, participantes de outros Estados, como Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins. Com uma corrida de 12 quilômetros fardado; 500 metros com uma carga de 60 quilos nas costas; dois tiros no alvo; 5 metros de corda e mil metros de natação no açude do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Leandro Oliveira, Policial Penal, foi o 1º colocado da competição, com tempo de 1 hora, 44 minutos e 18 segundos, o atleta que fez um treinamento de preparação, destacou a importância da competição. “Momento que consolida o nosso treino. Como policiais é importante mantermos o treinamento físico e essa prova serve para testar nossa capacidade física”, destacou.

Campeão na primeira edição, Jefferson Pereira ficou em segundo lugar em 2023. Foto: Silva Barbosa.

Campeão na 1ª edição, sargento Jefferson Pereira terminou em segundo lugar, com o tempo de 1 hora, 45 minutos e 33 segundos. O policial destacou a motivação que a competição proporciona. “É uma prova que incentiva os policiais a estarem treinando todos os dias, para melhor servir a sociedade e desempenhar suas atividade laborais com eficiência”, disse.

Aluno sargento PM Márcio Azad ficou em terceiro lugar no geral. Foto: Silva Barbosa.

Fecharam o pódio, o aluno sargento da PMAC Márcio Azad, com 1 hora, 57 minutos e 40 segundos; em quarto lugar, tenente da PMAC Thalles Campos, com 1 hora, 59 minutos e 30 segundos, ambos pertencentes ao efetivo do Bope. Em quinto lugar, o tenente do Exército Brasileiro Rafael Batista, com 2 horas e 58 segundos.

Integração das forças

Coronel Luciano Dias Fonseca prestigiou o evento. Foto: Silva Barbosa.

O comandante-geral da PMAC, coronel Luciano Dias Fonseca, esteve presente ao evento e destacou o momento de integração entre as Forças de Segurança Pública. “Um dia muito agradável, onde todas as forças de segurança se fazem presentes, bem como a sociedade em geral. Aproveito e parabenizo a todos os atletas que participaram das atividades”, destacou.

Subida na corda estava entre as provas. Foto: Silva Barbosa.

Tenente-coronel Cristian Moura, comandante do Bope, destacou o sucesso da competição entre as Forças de Segurança. “Hoje comemoramos a data de aniversário desta unidade [COE], que presta serviços de grande importância para a sociedade. Tivemos um recorde de inscritos e pela primeira vez tivemos a participação feminina”, enfatizou.

Com uma carga de 60 quilos, os competidores tinham que percorrer 500 metros, com ela nas costas. Foto: Silva Barbosa.

Estiveram presentes a solenidade, coronel da Reserva Remunerada, Paulo Cesar Gomes, ex-comandante-geral da PMAC; coronel Evandro Bezerra, secretário adjunto da Secretaria de Segurança Pública (Sejusp); tenente-coronel Manoel Jorge, comandante do Policiamento do Interior (CPI); tenente-coronel Felipe Russo, comandante do 2º Batalhão; major Elizangela Monteiro; major Igor Bandeira, demais oficiais e praças da corporação militar.

Primeira feminina

Competição de tiro. Foto: Silva Barbosa.

Entre os 54 profissionais inscritos na competição, 46 participaram do evento, entre eles, três femininas estiveram presentes a competição. Entre elas, Greta Marino, soldado do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) da PMAC, sendo a primeira feminina da corporação a participar do evento ao longo das cinco edições.

Greta Marino foi a primeira policial feminina a participar da competição. Foto: Welllington Mota

A policial, que concluiu a corrida, mas foi desclassificada na prova com carga, destacou a importância de ser a primeira feminina a participar do evento. “Estou orgulhosa de mim mesma. Não conclui, mas estou muito feliz em ter tentado. Agora sei minhas fraquezas e vi onde preciso melhorar e ano que vem estarei de volta à  competição”, destacou.

A competição terminava com a prova de mil metros no açude. Foto: Silva Barbosa.

As outras duas femininas que competiram foram Juliana de Santana, da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e Marcilene Reis, da Polícia Civil do Tocantins (PCTO), que se juntaram a outros sete competidores que não terminaram a competição.

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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco

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Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol

Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.

De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.

Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima

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Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada 

Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .

Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .

Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .

De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .

De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .

As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .

Alerta da polícia

Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .

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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil

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Imagem ilustrativa

2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.

Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.

Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.

Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.

O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.

Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001

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