Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Polícia investiga derrame de notas falsas de R$ 50 e 100 no interior do estado
As notas falsas devem ser levadas a qualquer agência bancária para serem encaminhadas ao Banco Central

De acordo com o delegado, é comum que às vésperas de grandes festas, como Carnaval, Natal e Fim de Ano, os falsários se aproveitem para aplicar esse tipo de golpe.Notas de dinheiro/Foto: Reprodução
TIÃO MAIA, PARA O CONTILNET
Um possível derrame de notas falsas de 50,00 e 100 reais no comércio de Sena Madureira, a 144 quilômetros de Rio Branco, está sendo investigado pela polícia desde o início desta semana. Nas últimas 48 horas, pelo menos duas pessoas compareceram à delegacia de polícia civil do município denunciando as falsificações. As cédulas apresentadas foram apreendidas.
Uma fonte da Polícia Federal informou que as investigações sobre falsificação de moedas e notas de dinheiro no país nem sempre são atribuições específicas da Polícia Federal. A PF só entra na investigação quando a falsificação é de qualidade. “Quando é algo grosseiro, a investigação cabe à polícia local”, disse. A qualidade da falsificação de Sena Madureira está sendo avaliada para saber se a Polícia Federal entra ou não nas investigações.
Mas foi o delegado de polícia civil de Sena Madureira, Marcos Frank, que fez o alerta sobre a falsificação, pedindo à população, principalmente aos comerciantes, para que fique atenta. De acordo com o delegado, é comum que às vésperas de grandes festas, como Carnaval, Natal e Fim de Ano, os falsários se aproveitem para aplicar esse tipo de golpe.

Delegado de Sena Madureira, Mark Frank
Norma do Conselho Monetário Nacional (CMN), em vigor desde junho de 2016, estabelece que, se um cliente receber notas falsas ao fazer saques em caixas eletrônicos, os bancos serão obrigados a restituir imediatamente o valor correspondente à nota.
Antes desta norma, não havia uma regra para tratar do assunto e a burocracia fazia com que a troca de nota falsa por verdadeira demorasse até 180 dias.
A regra, no entanto, só vale para notas sacadas nos caixas eletrônicos, e não recebidas, por exemplo, como troco no supermercado, como aconteceu no comércio de Sena Madureira.
O Banco Central recomenda recusar imediatamente a nota ao perceber a falsificação. Mesmo que haja boa fé no recebimento de uma cédula falsa, repassá-la a outras pessoas, sabendo de sua falsidade, é crime. O Código Penal prevê multa e reclusão por períodos que podem variar entre seis meses e dois anos.
As notas falsas devem ser levadas a qualquer agência bancária para serem encaminhadas ao Banco Central. Todas as notas de real verdadeiras têm elementos de segurança que permitem checar se são autênticas. Esses elementos são diferentes entre as notas antigas, de 1994, e nas notas mais recentes, de 2010.
Veja como identificar se uma nota é verdadeira ou falsa, em cada uma das famílias de notas
Nas notas de 1994 e de 2010
A marca d´água – Ao segurar a nota contra a luz, você observa figuras na área clara e lisa da cédula, em tons claros e escuros. O desenho é como se fosse uma marca d´água.
O papel – A cédula é impressa em um papel que tem uma textura mais firme e áspera do que um papel comum.
O relevo – Ao tocar na nota, dá para sentir um relevo em algumas áreas, como na legenda “República Federativa do Brasil” e nos numerais que indicam o valor da cédula.
Nas notas de 2010
Número escondido – Em um lugar com bastante luz, com a nota na altura dos olhos, na posição horizontal, se verá um número escondido ao lado direito da cédula.
O quebra-cabeça formado pela frente e pelo verso – Com a nota contra a luz, o desenho do verso completa o desenho da frente, formando um número, em uma espécie de quebra cabeça.
Os elementos fluorescentes – Com as notas contra uma luz ultravioleta, os números do verso mudam de cor e os fios da cor lilás, que só podem ser vistos com esse tipo de iluminação.
As microimpressões – Com uma lente de aumento, é possível se enxergar o valor da nota impresso em tamanho muito pequeno em várias áreas da cédula.
Nas notas de 1994
A sigla BC – Ao observar a frente da cédula, no canto inferior esquerdo, dá para ver a sigla BC.
O símbolo das Armas Nacionais – A estrela do símbolo das Armas Nacionais aparece nos dois lados da cédula. Ao olhar a nota contra a luz, o desenho impresso de um lado se ajusta exatamente ao desenho do outro lado.
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.








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