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Polícia Civil do Acre participa de encontro nacional sobre operações integradas de proteção a pessoas vulnerabilizadas

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Delegados do Acre integram debates sobre políticas públicas e operações integradas de proteção. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC) está participando do 1º Encontro Nacional de Coordenadores das Operações Integradas de Enfrentamento à Violência contra Pessoas Vulnerabilizadas, realizado em Brasília entre os dias 9 e 11 de dezembro. O evento reúne representantes das 27 unidades da federação e órgãos parceiros, com o objetivo de fortalecer estratégias de proteção a crianças e adolescentes, mulheres e pessoas idosas.

Organizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP), por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI/CGOI), o encontro promove painéis e oficinas voltados à troca de experiências e ao desenvolvimento de soluções inovadoras que aprimorem as ações integradas no país. Desde 2020, o Brasil já realizou 23 operações nacionais, consolidando um modelo colaborativo entre as forças policiais e diversas instituições públicas.

Representando a Polícia Civil do Acre, participam do encontro: a representante institucional de Políticas Públicas de Proteção a Grupos Vulneráveis da PCAC e coordenadora estadual do Programa Bem-Me-Quer, a Delegada Juliana De Angelis, o titular da Delegacia de Atenção à Pessoa Idosa e com Deficiência, Delegado José Aníbal Tinoco Filho e a Delegada titular da Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (Decav), Carla Fabíola Coutinho.

Ao longo dos três dias de atividades, os representantes acreanos estão acompanhando debates sobre práticas de prevenção, investigação qualificada, acolhimento às vítimas e integração entre estados, considerando as particularidades regionais e os desafios enfrentados em cada unidade da federação.

“Este encontro é fundamental para fortalecermos uma rede nacional realmente integrada, capaz de responder de forma rápida, sensível e eficaz aos crimes que atingem nossos grupos mais vulneráveis. A troca de experiências entre os estados nos permite aprimorar métodos, ampliar parcerias e aprimorar políticas públicas que garantam mais proteção e dignidade às vítimas. Representar o Acre nesse espaço é reafirmar o nosso compromisso com uma segurança pública humanizada e cada vez mais preparada para prevenir e combater todas as formas de violência”, enfatizou Juliana De Angelis.

Fonte: PCAC

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Conflito no Irã faz preço do petróleo disparar e mercado futuro recuar

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Imagem colorida de poço de petróleo na Faja Petrolífera do Orinoco, área com mais petróleo do mundo - Metrópoles

Os efeitos do conflito bélico centrado entre Estados Unidos, Israel e Irã são fortes sobre os preços do petróleo e o comportamento do mercado. Nesta segunda-feira (2/3), o preço do barril continuava em alta e indicadores futuros como S&P 500 futuro, Dow Jones e Nasdaq tinham perdas na casa de 1%.

Nas últimas 24 horas, o preço do barril tipo brent subiu 8,2%, o que fez o preço do item custar US$ 79,21 nesta manhã.

No domingo, o preço do petróleo avançou 10% e chegou a cerca de US$ 80 por barril. As apostas de analistas são de que o item pode continuar em alta e bater na casa dos US$ 100.

As tensões antes dos disparos de mísseis e bombas já faziam os preços do petróleo oscilar. Na última sexta-feira (27/2), o produto fechou o mercado a US$ 73 por barril, o maior nível desde julho.

A alta tem relação com transporte. Grandes companhias de petróleo e empresas comerciais interromperam o transporte de petróleo, combustíveis e gás natural liquefeito pelo Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.

O índice futuro S&P 500 recuava 1,09% nesta manhã. Com variação negativa também operavam os futuros de Dow Jones (1,17%) e Nasdaq (1,43%). A bolsa brasileira ainda não abriu nesta segunda.

Entenda a tensão no Oriente Médio

No sábado (28/2), forças militares dos Israel e dos Estados Unidos lançaram uma série de ataques aéreos coordenados contra o Irã, em uma operação descrita pelas duas nações como ofensiva estratégica contra alvos militares e de liderança em território iraniano.

A ação atingiu dezenas de instalações, incluindo centros de comando e posições militares, em uma ação sem precedentes entre as potências contra o país.

Autoridades iranianas confirmaram que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, foi morto nos ataques, junto com outros altos oficiais e membros de sua família.

Em retaliação, o Irã e suas forças aliadas lançaram ataques com mísseis e drones contra posições israelenses e bases americanas na região do Golfo, incluindo em países como Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, provocando deslocamento de civis e sirenes de alerta em cidades como Tel Aviv e Jerusalém. Desde então, o conflito escalou.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Chefe de Segurança do Irã diz que não haverá negociação com Trump

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© REUTERS/MOHAMED AZAKIR

Ali Larijani, chefe de Segurança do Irã, afirmou nesta segunda-feira (2), na Rede Social X, que o país não fará acordo com o presidente Donald Trump. “Não haverá negociação com os Estados Unidos”, escreveu ele.

A mensagem de Larijani vai na contramão do que disse Trump neste domingo (1), quando afirmou que o novo líder do país estaria interessado em negociar.

Larijani publicou outras mensagens na rede social e escreveu que “Trump traiu o ‘América Primeiro’ e adotou o ‘Israel Primeiro”.  Em outra postagem, o chefe de Segurança iraniano escreveu que o presidente norte-americano “puxou toda a região para uma guerra desnecessária e agora está devidamente preocupado com as mortes de norte-americanos. É muito triste ele sacrificar o tesouro e o sangue americano para avançar nas ambições expansionistas ilegítimas de Netanyahu”.

O ataque conjunto dos EUA e Israel ao Irã, que teve início no sábado (28), não deve parar tão cedo. Segundo o próprio Trump, as agressões continuarão até que os objetivos militares dos EUA sejam atingidos.

Trump também pediu que a Guarda Revolucionária iraniana entregue as armas sob o risco de “encarar a morte.”

Os bombardeios ao Irã causaram a morte do Líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Hamenei. O ex-presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, também morreu.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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MEC divulga aprovados na 2ª chamada do Prouni; veja como consultar

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
pessoas, grade, céu azul - Metrópoles

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta segunda-feira (2/3), a lista de aprovados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni). Os nomes podem ser consulados no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. 

Os contemplados têm até o dia 13 de março para entregar a documentação (pessoalmente ou por meio eletrônico) na instituição de educação superior foram selecionados, para comprovar as informações prestadas na inscrição.


Entre os documentos solicitados estão:

  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de conclusão de ensino médio;
  • Comprovante de rendimentos;
  • Comprovante que comprovem separação, divórcio ou óbito dos pais, quando for o caso;
  • Laudo que comprove deficiência, se aplicável.

*Vale lembrar que a instituição de ensino poderá solicitar outros documentos, caso considere necessário para a verificação das informações.


Lista de espera

Além da primeira e segunda chamadas, o Prouni conta ainda com lista de espera. Para tanto, o candidato deverá manifestar interesse no Portal Acesso Único, nos dias 25 e 26 de março. A lista estará disponível a partir do dia 31 de março.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também já disponibilizou, na Página do Participante, a declaração de atendimento às condições para a certificação de conclusão do ensino médio. O documento permitirá a pré-matrícula em instituições de educação superior de candidatos do Prouni, do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Segundo o governo federal, esta é a maior edição da história do Prouni, com a oferta de 594.519 bolsas, sendo 274.819 integrais (de 100%) e 319.700 parciais (de 50%).

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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