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Polícia Civil do Acre garante emissão de documentos a pessoas em situação de vulnerabilidade
O segundo atendimento foi destinado a uma senhora de 75 anos, que resida na comunidade Santa Cecília, e enfrenta dificuldades de locomoção

Instituto de Identificação leva atendimento até hospital e residência para emissão da CIN. Foto: cedida.
Nesta terça-feira, 11, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio de seu Instituto de Identificação, realizou um atendimento especial para a emissão da Carteira de Identificação Nacional (CIN) a duas pessoas em situação de vulnerabilidade social.
O primeiro atendimento ocorreu no Pronto-Socorro de Rio Branco, onde um cidadão em situação de rua, atualmente internado na unidade hospitalar, recebeu o suporte necessário para a emissão de seu documento de identidade. Além disso, sua família já foi acionada para acompanhar o caso.
O segundo atendimento foi destinado a uma senhora de 75 anos, que resida na comunidade Santa Cecília, e enfrenta dificuldades de locomoção. Sensibilizados com sua situação, os profissionais do Instituto de Identificação se deslocaram até sua residência para garantir que ela tivesse acesso à sua documentação de forma ágil e humanizada.
“A Polícia Civil do Acre, por meio do Instituto de Identificação, tem se empenhado em garantir que todos os cidadãos tenham acesso à sua documentação, independentemente de sua condição social ou de saúde. O atendimento realizado hoje demonstra nosso compromisso em levar dignidade e cidadania às pessoas em situação de vulnerabilidade. A identidade é um direito fundamental e essencial para o acesso a diversos serviços, e continuaremos trabalhando para que ninguém fique sem esse documento tão importante”, enfatizou o diretor do Instituto de Identificação, Júnior César da Silva.
A ação reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre com a inclusão social e a garantia de direitos, demonstrando que a identidade é um direito essencial para todos.

Atendimento especial garante acesso à identidade para quem mais precisa. Foto: cedida.
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Após sucesso de atendimentos, Polícia Civil retorna a escola e amplia emissão gratuita da CIN em Rio Branco
Devido ao sucesso e à grande demanda pelos serviços ofertados na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), a equipe do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC) retornou à Escola Estadual Doutor Pimentel Gomes, neste sábado, 14, no bairro São Francisco, em Rio Branco, e realizou mais 50 atendimentos à população. Todos os serviços foram prestados de forma totalmente gratuita, reforçando o compromisso da instituição com o acesso à cidadania.

A primeira ação ocorreu no último dia 7 de fevereiro, durante a programação do Juntos Pelo Acre, quando o Instituto de Identificação contabilizou 108 atendimentos ao público na mesma unidade de ensino. Diante da alta procura e da necessidade da comunidade, a PCAC decidiu promover o retorno da equipe para assegurar que mais pessoas pudessem emitir o novo documento oficial.
O programa Juntos Pelo Acre é coordenado pela vice-governadora Mailza Assis e tem como objetivo levar serviços essenciais diretamente às comunidades, especialmente às regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa integra diversos órgãos estaduais, promovendo cidadania, inclusão social e acesso facilitado a direitos básicos, como documentação civil, atendimentos de saúde e orientações jurídicas, fortalecendo a presença do Estado junto à população.

O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César, destacou a importância da ação. “A grande procura demonstra o quanto a população precisa desse serviço. Nosso compromisso é garantir que todos tenham acesso à Carteira de Identidade Nacional, um documento fundamental para o exercício pleno da cidadania. Retornar à escola foi uma forma de atender essa demanda e assegurar que ninguém ficasse sem o documento”, afirmou.
Já o delegado-geral da PCAC, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição. “A Polícia Civil também exerce uma função cidadã. Ao levarmos a emissão gratuita da CIN às comunidades, estamos promovendo dignidade, inclusão e fortalecendo a política pública de acesso à documentação básica para todos os acreanos”, enfatizou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Mulher é assassinada 12 horas após ter medida protetiva contra marido

Uma mulher foi assassinada na sexta-feira (13/2), poucas horas após denunciar o companheiro por violência doméstica, na cidade de Ipirá, no Centro-Norte da Bahia.
Liliane Bastos Azevedo, de 25 anos, foi esfaqueada pelo marido, Aroldo Cintra Aragão, por volta das 14h, cerca de 12 horas depois de ter sido agredida e ameaçada ao se recusar a manter relações sexuais com ele.
Durante a madrugada, Liliane registrou boletim de ocorrência por violência doméstica no site da Delegacia Virtual e solicitou medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha.
Leia reportagem completa no Correio.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Câmara Criminal mantém condenação de agricultor por homicídio na Transacreana
Por maioria, desembargadores rejeitam recurso da defesa e confirmam pena de mais de 18 anos em regime fechado


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